O designer Alexander Wang está a direcionar parte da produção da sua marca epónima para o continente europeu, jogada que vem complementar a investida na Ásia e garantir o acesso da insígnia à qualidade reconhecida ao “Velho Continente”.

As empresas estrangeiras continuam a confiar nos consumidores chineses, ainda que a indústria local dê sinais de abrandamento. Cafés, hamburguerias e lojas de vestuário estão entre os negócios que revelam estar a prosperar, apesar da desaceleração económica que tem vindo a prejudicar o sector industrial.
Depois da dança das cadeiras nas casas de moda francesas, em 2015, com a saída de Alexander Wang da Balenciaga, Raf Simons da Dior e Alber Elbaz da Lanvin, o ano de 2016 começa com a saída de diretores criativos do leme de insígnias de menswear. Stefano Pilati deixou, esta quarta-feira, a Ermenegildo Zegna, depois da confirmação da despedida de Brendan Mellane e Alessandro Sartori da Brioni e da Berluti, respetivamente.

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Primavera/Verão 2016

Milhares de refugiados sírios estão a trabalhar ilegalmente na indústria de vestuário da Turquia, território onde o trabalho infantil, os baixos salários e as más condições estão a preocupar as organizações internacionais.
Em 2016, o ritmo de abertura de espaços físicos da retalhista sueca deverá manter-se. A H&M planeia abrir mais de uma loja por dia ao longo do ano, contrariando a tendência do retalho para fechar portas e abrir fronteiras online.

2016 deverá assistir ao boom do comércio conversacional e da hashtag #ConvComm. Quem o diz é o inventor do conceito de hashtag, Chris Messina. O especialista antevê que no decorrer do ano, os utilizadores explorem plataformas como o WhatsApp para comunicar com as empresas e organizações.

A Parceria Trans-Pacífica (TTP na sigla original) deverá alavancar as receitas norte-americanas em 131 mil milhões de dólares ao ano (120 mil milhões de euros) a partir de 2030, sendo que um atraso de apenas um ano na sua implementação representará uma quebre de 77 mil milhões de dólares nas receitas, revelou um estudo publicado esta semana.
Após um interregno de quatro anos, a produtora de lanifícios situada mais a norte está novamente a apostar nos tecidos técnicos para vestir os carros.