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A mulher da Maragata

A marca nacional dedicada ao quotidiano da mulher moderna nasceu em 2013, em Braga, mas a partir da Cidade dos Arcebispos já expede encomendas para uma mão cheia de países, com Portugal e Espanha a revelarem-se os mercados mais fiéis. Com confeção própria e forte aposta no marketing digital, os primeiros anos da Maragata foram de rápido crescimento e muitos “gostos”.

«O mercado interno ainda tem um peso muito grande na nossa faturação, cerca de 80%, mas estamos a trabalhar no sentido de aumentarmos as vendas para o mercado externo», afirma Eduardo Silva, sócio e CEO da Maragata, ao Portugal Têxtil.

A dividir o leme da Maragata com Leonor Silva, que sempre ambicionou criar uma marca própria, Eduardo Silva destaca como mais-valias a produção nacional e a multifuncionalidade das peças. «As peças são todas produzidas na nossa fábrica em Taíde, na Póvoa de Lanhoso. A empresa já se encontra a laborar desde 1998, mas temos vindo a crescer e a aumentar o número de pessoas que trabalham connosco», revela, apontando como bestsellers os vestidos pensados para uma mulher que, em 24 horas, explora diferentes cenários e que, por isso, «procura versatilidade», sublinha.

A par da loja em Braga, uma segunda em Vila Nova de Famalicão e do portal de comércio eletrónico, a Maragata está ainda à venda em espaços multimarca que se estendem até ao país vizinho, ao município de Miranda de Ebro. «Olhamos para 2016 como um ano muito importante para a nossa marca. Crescemos em volume de faturação e no número de pessoas que trabalham connosco», reconhece o CEO da Maragata.

Neste momento, as peças femininas e coloridas da Maragata já chegam a cinco países e, online, todos os dias há encomendas. «Crescemos online todos os dias», garante Eduardo Silva.

Para o futuro, os projetos passam por abrir novos pontos de venda «O Porto é a cidade em que temos mais clientes a perguntarem quando é que abrimos uma loja na cidade Invicta», adianta o CEO da Maragata ao Portugal Têxtil.

A diversificação do portefólio de produtos e o incremento da presença nos mercados internacionais também fazem dos planos de curto/médio prazo da Maragata. «Queremos crescer sustentadamente e queremos que as pessoas que trabalham na nossa empresa cresçam connosco», resume Eduardo Silva.