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Dkode calcorreia o globo

A marca de calçado foi apresentada em 2000, resultado de uma mudança de estratégia do grupo Sozé que, desde 1976, tinha concentrado todos os seus esforços no private label. Com passos seguros no mercado internacional, que responde com 90% das vendas, a Dkode deixa também interessantes pegadas dentro de portas.

JJ Heitor Shoes: dois pés no futuro

A marca própria da JJ Heitor, nascida em 2013, começa agora a dar os primeiros passos nos palcos internacionais. Com o caminho iluminado pela inovação, know-how e qualidade de produção, aprimorados ao longo de 50 anos de atividade, a JJ Heitor Shoes almeja representar 10% das vendas da empresa familiar.

Vestuário e calçado rendidos ao 3D

A impressão 3D tem vindo a transformar o processo de fabrico de diferentes indústrias, mas uma avaliação recente dos analistas da Bernstein Research sugere que há, ainda, muito a fazer para que o impacto da tecnologia seja visível nos sectores do vestuário e do calçado.

Os passos largos da Mondala

A marca de calçado nacional nasceu há meses, mas já conquistou os coordenados de mulheres no Dubai, que valorizam pares com personalidade. Desenvolvidas por Adriana Coelho enquanto viaja pelo mundo, as sandálias da Mondala podem assumir diferentes estados de espírito, recorrendo a “mondas” amovíveis.

Portuguese Soul em livro

Os editoriais de moda realizados pela Apiccaps para promover o sector do calçado além-fronteiras foram reunidos em livro. “Portuguese Soul by Apiccaps” foi lançado na passada quinta-feira, no Porto, numa apresentação que juntou empresários, designers, políticos e personalidades conhecidas do mundo da moda.

A verdadeira corrida do sportswear

Estará o sportswear a ignorar os verdadeiros atletas? Há um grupo de empresários que acredita que sim. Vários veteranos da indústria começaram recentemente a investir em empresas destinadas a fazer o que as gigantes, na sua opinião, não conseguem fazer: responder às necessidades dos atletas.

A individualidade da Freakloset

A marca portuguesa de calçado nasceu apenas em julho, mas chegou logo a bater o pé contra a moda rápida. Os pares da Freakloset desatam-se de tendências de moda e pousam na customização para que sejam uma espécie de extensão da personalidade de quem os calça. À cabeça, está uma jovem empreendedora de 26 anos.

Renascer das cinzas

Tal como a mitológica fénix, os sectores tradicionais do têxtil e calçado retomaram o dinamismo do passado nos últimos anos, num regresso triunfante à ribalta da economia, mas que não deverá ficar por aqui, como testemunharam atores das duas indústrias numa conferência em Guimarães organizada pela Vida Económica.

Friendly Fire Shoes, irreverência aos pés

Duas amigas na casa dos 20 juntaram-se a uma empresa nacional com mais de 20 anos de experiência no sector do calçado e, desta sinergia entre o know how e uma ideia de expressão vanguardista renasceu, em 2015, a Friendly Fire Shoes – marca bela adormecida que acordou com o chamamento de luxo irreverente de Alexandra Castro e Rute Marques.

Goldmud de ouro e lama

A marca portuguesa de calçado garante ter alma, raízes e ADN. Calça dicotomias várias – sofisticado/natural, tradicional/vanguardista, conformismo/inconformismo, sério/irreverente, e o nome e o logotipo calcorreiam, também, realidades distintas, o ouro e a lama, a cruz e o trevo. A Goldmud não se decide por um caminho em quase tudo, menos na hora de escolher o destino: a qualidade do “made in Portugal”. Assim garante o CEO Miguel Abreu, rosto da quarta geração de uma família dedicada à indústria.

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