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Economia mundial cresce em 2017

A economia mundial deverá recuperar em 2017, após o crescimento mais baixo registado no pós-crise no ano passado, de acordo com as mais recentes previsões do Banco Mundial, mas as expectativas estão ainda ensombradas pela incerteza política em algumas das maiores economias.

De volta à China

Depois de um ano particularmente difícil, as marcas de luxo aguardam ansiosamente pelo regresso às compras dos chineses em 2017. Uma retoma que está a ser preparada de antemão com o lançamento de novidades e uma oferta mais em linha com os atuais desejos dos consumidores do Império do Meio.

O ano do galo

O arranque oficial do Ano do Galo no zodíaco chinês acontece a 28 de janeiro e, como é tradição, já muitas foram as marcas internacionais que incluíram na sua oferta propostas alusivas. Todavia, os jovens consumidores chineses mostram-se cansados com a obsessão dos designers pelo animal, reclamando alternativas mais autênticas e verdadeiramente representativas da sua cultura.

China na corrida do athleisure

Nos últimos meses, questionou-se se o athleisure poderia estar a perder o estatuto de tendência de moda global e se a sua trajetória de vendas estaria prestes a inverter-se. Todavia, na China, nenhum destes rumores se confirmou e as marcas continuam a prosperar com a febre dos consumidores pelas propostas de moda inspiradas no fitness.

América Central otimista com Trump

Ao contrário dos vizinhos mexicanos, a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA mergulhou a indústria têxtil e vestuário da América Central num clima de otimismo. Países como a Guatemala, Honduras e El Salvador acreditam que vão beneficiar da política anti-China e anti-México da nova administração.

Luxo em adaptação

2016 foi um ano difícil para muitas marcas de luxo. Pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, o mercado global de bens pessoais de luxo não cresceu, estagnando nos 249 mil milhões de euros.

Quénia revitaliza algodão

O Quénia tem a revitalização da sua indústria de algodão na linha de mira. A matéria-prima foi uma importante fonte de receitas até à década de 1980 e, agora, face a uma forte procura por fibras domésticas e à possibilidade de aprovisionar os exportadores de vestuário para os EUA, o algodão volta a estar no centro das atenções.

Dólar prejudica exportações

As exportações de têxteis e vestuário dos EUA caíram 3,2% no ano passado, pressionadas pela força do dólar, bem como pelo aumento da capacidade de produção da China para produtos concorrentes aos exportados pelos americanos.

Londres substitui Paris

A Cidade-luz foi trocada pela capital britânica como destino de eleição dos turistas em busca de artigos de luxo depois dos ataques terroristas e da onda de assaltos que abalaram Paris. Como resultado, o sector do luxo parisiense começa a ressentir-se.

Luxo de regresso à Rússia

Apesar de um 2015 particularmente difícil, as marcas de luxo estão de regresso ao mercado russo, de acordo com o “Luxury in Russia: the comeback”, relatório recentemente divulgado pela empresa de serviços de marketing Contactlab, em colaboração com o Exane BNP Paribas.

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