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O exército de super-consumidores

No início de março, mais de 4.000 pessoas reuniram-se na “Millennial 20/20 Summit” em Nova Iorque, para discutir o poder da geração milénio e o seu papel no futuro do retalho. Os jovens consumidores chineses estiveram em destaque.

Luxo surpreende tudo e todos

As vendas globais de artigos de luxo cresceram a um ritmo mais acelerado do que o previsto, de 2% a 4% em 2017, numa altura em que os gastos na Europa e na China foram capazes de compensar o abrandamento nos EUA e no Sudeste Asiático.

Crescimento do comércio em risco

O crescimento do comércio mundial de mercadorias deverá recuperar este ano em comparação com a performance tépida em 2016, mas os resultados estão, de acordo com a Organização Mundial do Comércio, muito dependentes da retoma da economia mundial e das políticas governamentais dos diferentes países.

Rede: negócio com retorno

Nas últimas estações, as marcas de luxo têm vindo a apostar alto em celebridades e influenciadores digitais chineses de forma a poderem garantir as compras dos millennials. Depois do endosso, a mais recente investida passa por recrutar nomes conhecidos junto daquele segmento de consumidores para com eles estabelecer lucrativas parcerias.

A Espanha dos pequenitos

As pequenas empresas do país vizinho garantem aproximadamente 34% dos postos de trabalho do sector privado mas, nos últimos anos, estes negócios de pequena escala e de base familiar acabaram por se assumir um obstáculo à produtividade espanhola.

China fecha-se em copas

Como parte da política industrial “China Manufacturing 2025”, apresentada em maio de 2015, o governo chinês espera que as indústrias locais detenham até 80% do mercado doméstico em 2025. Num relatório recentemente divulgado, a Câmara do Comércio da União Europeia na China afirmou que os esforços para alcançar esta meta poderiam acabar «por intensificar as tensões com os parceiros comerciais internacionais».

CETA é uma ameaça?

Um novo estudo afirma que o Acordo Económico e Comercial Global entre a UE e o Canadá (CETA) pode levar à perda de 300 mil postos de trabalho, aumentar as desigualdades e as tensões sociais e, a longo prazo, levar à instabilidade financeira dos dois lados do Atlântico.

Oportunidades abrem portas na Alemanha

É no marketing que os portugueses têm de apostar para serem competitivos no mercado alemão. O conselho foi deixado pelo embaixador do país em Portugal, que destacou que, mais do que investimentos na produção em território nacional, há oportunidades para as empresas portuguesas exportarem para a Alemanha.

Trump aproxima Europa da China

À medida que o presidente eleito dos EUA vai fortalecendo o seu mantra protecionista “America Primeiro”, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente chinês Xi Jinping estão a aproveitar quase todas as oportunidades para afirmar o seu compromisso com o livre comércio. Na semana passada, Merkel e Jinping concordaram «continuar a cooperação de confiança» em mercados abertos.

China olha para o umbigo

Enquanto Pequim vai reagindo às saídas de capital, as fusões e aquisições dos chineses no exterior começaram a abrandar depois de dois anos recordes. No entanto, os negócios dentro das fronteiras da China estão em crescendo e há um pacote de novas medidas a facilitar o acesso dos compradores estrangeiros ao potencial de consumo do país.

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