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Por e para onde vai o consumidor chinês?

Em 2018, os analistas preveem que os consumidores do Império do Meio adotem a inteligência artificial, procurem vias alternativas para lidar com o stress social, redescubram a medicina tradicional chinesa e se destaquem pelo individualismo e pela lealdade a marcas “amigas” de dispositivos móveis.

40 milhões: o número da escravatura moderna

De acordo com os últimos dados relevados, mais de 40 milhões de pessoas terão sido vítimas de escravatura moderna em 2016. A este número juntam-se os 152 milhões de crianças sujeitas a trabalho infantil no ano passado.

ITV do Egito deu a volta

A maior estabilidade política e económica do Egito, quase sete anos depois da revolta que tirou do poder o presidente Hosni Mubarak, permitiu à indústria de vestuário do país retomar o curso normal e aumentar tanto a produção como as exportações, nomeadamente para a União Europeia.

Brasil à descoberta da ITV lusa

Uma delegação de empresários e entidades do Estado de Pernambuco esteve esta semana em Portugal para conhecer a realidade da ITV nacional e levar os bons exemplos para o Brasil, numa interação que teve igualmente como objetivo estreitar laços e reduzir a distância entre os dois países.

O lado B(om) do Brexit

A desvalorização da libra, que beneficiam as exportações, a menor concorrência estrangeira no mercado interno e a negociação de acordos comerciais próprios são alguns dos efeitos positivos que poderão impulsionar a indústria têxtil e vestuário britânica no pós-Brexit.

China combate crédito e poluição

A economia do Império do Meio arrefeceu no mês passado, com a produção industrial, o investimento em ativos fixos e as vendas no retalho a falharem as expectativas dos analistas. A explicação pode estar no combate implacável do governo chinês à poluição e ao crédito.

África lucra com China

Os países africanos exportadores de vestuário estão a lucrar com o aumento dos custos de mão de obra na China, assim como com a mudança dos padrões de consumo globais, atraindo, com os seus baixos custos de produção, as marcas ao continente.

O novo luxo nipónico

Com a recente retoma económica a alavancar os gastos no mercado de luxo nipónico – o segundo maior do mundo –, quais as estratégias a adotar, entre o retalho tradicional e a proposta online, para capitalizar esse impulso?

Bangladesh ameaça domínio chinês

O Bangladesh pode ultrapassar a China e tornar-se no maior fornecedor de vestuário da UE em 2020, graças a uma conjugação de preços competitivos e entrada sem taxas no mercado europeu.

Vestuário técnico em ascensão

Com capacidade para resistir às nódoas, aos líquidos e ao óleo, o mercado de vestuário com características funcionais, usado sobretudo em áreas como a medicina e a indústria, está em trajetória ascendente e, apesar da pressão para encontrar químicos mais sustentáveis, deverá continuar a prosperar no futuro.

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