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Produção mundial a todo o vapor

Os anos de 2017 e de 2018 deverão ser positivos para a produção mundial, seguindo a tendência já sentida no ano passado. Embora a tónica seja, no geral, positiva, o mais recente relatório do FMI destaca, como preocupações, as mudanças fiscais americanas, as políticas chinesas e os riscos associados às negociações do Brexit.

Mercado inundado de algodão

Na próxima época, o mercado vai ser inundado com algodão, à medida que os agricultores aproveitam os preços altos para produzir mais e a China liberta parte significativa do seu inventário estratégico.

As origens da moda rápida

Em Inglaterra, durante a II Guerra Mundial, o vestuário, como qualquer outro artigo de primeira necessidade, foi severamente racionado. À escassez, juntava-se depois o custo crescente das roupas disponíveis. Mais do que isso, o racionamento foi aplicado não só à população, como também aos fabricantes de vestuário.

ITV vietnamita de vento em popa

A indústria têxtil e vestuário do Vietname deverá prosperar nos próximos anos. A subida de gama na confeção, os acordos de comércio livre e a procura interna por vestuário deverão alimentar o crescimento.

Geração Z acelera retalho chinês

A geração Z tem vindo a fomentar novas tendências de consumo na China, com as compras por impulso e a busca pela gratificação instantânea a orientarem os comportamentos de compra dos consumidores mais jovens.

Americanos querem o “made in USA”

… mas, primeiro, querem saber o preço. Os consumidores americanos afirmam adorar os artigos produzidos nos EUA. No entanto, acusam menos entusiasmo quando se trata de pagar mais pelas produções domésticas.

O exército de super-consumidores

No início de março, mais de 4.000 pessoas reuniram-se na “Millennial 20/20 Summit” em Nova Iorque, para discutir o poder da geração milénio e o seu papel no futuro do retalho. Os jovens consumidores chineses estiveram em destaque.

Luxo surpreende tudo e todos

As vendas globais de artigos de luxo cresceram a um ritmo mais acelerado do que o previsto, de 2% a 4% em 2017, numa altura em que os gastos na Europa e na China foram capazes de compensar o abrandamento nos EUA e no Sudeste Asiático.

Crescimento do comércio em risco

O crescimento do comércio mundial de mercadorias deverá recuperar este ano em comparação com a performance tépida em 2016, mas os resultados estão, de acordo com a Organização Mundial do Comércio, muito dependentes da retoma da economia mundial e das políticas governamentais dos diferentes países.

Rede: negócio com retorno

Nas últimas estações, as marcas de luxo têm vindo a apostar alto em celebridades e influenciadores digitais chineses de forma a poderem garantir as compras dos millennials. Depois do endosso, a mais recente investida passa por recrutar nomes conhecidos junto daquele segmento de consumidores para com eles estabelecer lucrativas parcerias.

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