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Multimarcas invadem a China

Dentro do panorama do retalho do Império do Meio existe uma nova dinâmica em torno do formato multimarca, impulsionada pela procura de uma nova geração de consumidores chineses. Referências internacionais como Galeries Lafayette e 10 Corso Como já estabeleceram lojas âncora nas principais cidades.

Índia vai ultrapassar EUA

Vietname, Bangladesh e Índia deverão assumir-se como as três economias com crescimento mais rápido do mundo até 2050, com a Índia a suplantar os EUA como a segunda maior economia mundial nessa altura, de acordo com as previsões de um novo relatório.

Futuro em África – Parte 2

Apesar das dificuldades que ainda assombram a indústria de vestuário na África Oriental, países como o Quénia estão a criar condições para se tornarem num centro de produção por excelência para as marcas europeias e americanas, com perspetivas de evolução promissoras.

Futuro em África – Parte 1

Os países da África Oriental – em particular a Etiópia e o Quénia – têm o potencial de tornar-se importantes players na indústria de vestuário e começam a atrair as atenções dos compradores. Mas o caminho tem ainda muitos obstáculos para contornar.

Under Armour ganha à Adidas

O gigante alemão do equipamento desportivo perdeu a segunda posição no mercado de sportswear dos EUA em 2014, tendo sido ultrapassado pela rival americana Under Armour, de acordo com os dados divulgados por Sterne Agee e SportScanInfo no início de janeiro.

Luxo surpreende tudo e todos

As vendas globais de artigos de luxo cresceram a um ritmo mais acelerado do que o previsto, de 2% a 4% em 2017, numa altura em que os gastos na Europa e na China foram capazes de compensar o abrandamento nos EUA e no Sudeste Asiático.

Diversificar é palavra de ordem no Bangladesh

A força do Bangladesh como produtor de vestuário low-cost pode também revelar-se a sua fraqueza, segundo dois novos estudos do Asian Development Bank, que afirmam que a produção a baixos custos pode estar a limitar a inovação e a capacidade do país para se afirmar na cadeia de valor da indústria de moda mundial.

Produção regressa a casa

O reshoring está em movimento na Europa e nos EUA. Trazer a produção de volta a casa pode ajudar as empresas de moda a construir as suas marcas e a aumentar a flexibilidade. Todavia, a questão não se esgota nos “prós” e apresenta substanciais “contras”.

Os riscos do “Made in China”

Desde o vestuário e calçado aos brinquedos e aparelhos elétricos, um fiscalizador para a segurança europeia advertiu para a venda de um número crescente de produtos perigosos, na sua maioria provenientes da China.

Importações chinesas ameaçam Peru

A inundação de vestuário chinês a preços abaixo do custo está, segundo a associação empresarial Sociedad Nacional de Industrias, a prejudicar a indústria de vestuário do Peru. Os sindicatos, contudo, contestam esta visão e acusam os patrões de usar as importações como desculpa para não melhorar as condições laborais.

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