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A Espanha dos pequenitos

As pequenas empresas do país vizinho garantem aproximadamente 34% dos postos de trabalho do sector privado mas, nos últimos anos, estes negócios de pequena escala e de base familiar acabaram por se assumir um obstáculo à produtividade espanhola.

China fecha-se em copas

Como parte da política industrial “China Manufacturing 2025”, apresentada em maio de 2015, o governo chinês espera que as indústrias locais detenham até 80% do mercado doméstico em 2025. Num relatório recentemente divulgado, a Câmara do Comércio da União Europeia na China afirmou que os esforços para alcançar esta meta poderiam acabar «por intensificar as tensões com os parceiros comerciais internacionais».

CETA é uma ameaça?

Um novo estudo afirma que o Acordo Económico e Comercial Global entre a UE e o Canadá (CETA) pode levar à perda de 300 mil postos de trabalho, aumentar as desigualdades e as tensões sociais e, a longo prazo, levar à instabilidade financeira dos dois lados do Atlântico.

Oportunidades abrem portas na Alemanha

É no marketing que os portugueses têm de apostar para serem competitivos no mercado alemão. O conselho foi deixado pelo embaixador do país em Portugal, que destacou que, mais do que investimentos na produção em território nacional, há oportunidades para as empresas portuguesas exportarem para a Alemanha.

Trump aproxima Europa da China

À medida que o presidente eleito dos EUA vai fortalecendo o seu mantra protecionista “America Primeiro”, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente chinês Xi Jinping estão a aproveitar quase todas as oportunidades para afirmar o seu compromisso com o livre comércio. Na semana passada, Merkel e Jinping concordaram «continuar a cooperação de confiança» em mercados abertos.

China olha para o umbigo

Enquanto Pequim vai reagindo às saídas de capital, as fusões e aquisições dos chineses no exterior começaram a abrandar depois de dois anos recordes. No entanto, os negócios dentro das fronteiras da China estão em crescendo e há um pacote de novas medidas a facilitar o acesso dos compradores estrangeiros ao potencial de consumo do país.

Os millennials do Império do Meio

Um número crescente de marcas internacionais começa agora a reconhecer o poder dos millennials chineses na determinação do futuro dos seus negócios e os principais jogadores do luxo, como Burberry, Cartier e Gucci, têm vindo a empreender grandes esforços para atraírem essa demografia numerosa e com poder de compra.

Política desafia economia

Em 2017, a instabilidade política deverá assumir-se como o principal desafio da economia global, para empresas e consumidores, de acordo com um novo relatório, com dois dos maiores riscos – os efeitos da eleição de Donald Trump e do Brexit – a afetarem particularmente as economias avançadas.

Online é chave na China

Os problemas do luxo podem ter os dias contados na China, uma vez que os consumidores estão a voltar a comprar as marcas de luxo em casa. Mas, como podem as marcas garantir que capitalizam com a retoma do mercado sem voltarem a cometer os erros do passado?

Índia vai ultrapassar EUA

Vietname, Bangladesh e Índia deverão assumir-se como as três economias com crescimento mais rápido do mundo até 2050, com a Índia a suplantar os EUA como a segunda maior economia mundial nessa altura, de acordo com as previsões de um novo relatório.

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