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Trump defende protecionismo

O primeiro discurso de Donald Trump enquanto presidente dos EUA parece ter vindo reforçar a posição protecionista que defendeu durante a campanha eleitoral, com retórica a prometer «seguir duas regras simples: comprar americano e contratar americano».

Luxo em mutação

Com os anos de fortes crescimentos para trás, o universo do luxo tem de se reposicionar para manter o dinamismo num clima de abrandamento do consumo. As cidades mais pequenas nos EUA, a aposta em experiências e o comércio eletrónico são algumas das oportunidades que merecem ser exploradas.

De olhos postos no Islão

O Euromonitor estima que os muçulmanos venham a representar mais de um quarto da população mundial até 2030. Já de acordo com a The Economist, o mercado islâmico valia mais de 3,6 biliões de dólares (aproximadamente 3,4 biliões de euros) em 2013 e as previsões apontam para que este alcance os 5 biliões de dólares até 2020. Considerando os números, é fácil perceber o particular apelo de tudo o que esteja relacionado com esta população.

EUA saltam fora do TPP

Nos primeiros dias em funções, Donald Trump cumpriu uma das suas promessas eleitorais e retirou oficialmente os EUA do acordo de Parceria Transpacífico (TPP), distanciando a América dos aliados asiáticos, numa altura em que a influência chinesa aumenta na região.

Comércio livre é prioridade no Brexit

No primeiro discurso sobre a estratégia para o Brexit, a Primeira-Ministra britânica focou a vontade de sair definitivamente da União Europeia, mas quer obter o melhor acordo possível para o país e manter os laços comerciais com os mercados da União Europeia.

Economia mundial cresce em 2017

A economia mundial deverá recuperar em 2017, após o crescimento mais baixo registado no pós-crise no ano passado, de acordo com as mais recentes previsões do Banco Mundial, mas as expectativas estão ainda ensombradas pela incerteza política em algumas das maiores economias.

De volta à China

Depois de um ano particularmente difícil, as marcas de luxo aguardam ansiosamente pelo regresso às compras dos chineses em 2017. Uma retoma que está a ser preparada de antemão com o lançamento de novidades e uma oferta mais em linha com os atuais desejos dos consumidores do Império do Meio.

O ano do galo

O arranque oficial do Ano do Galo no zodíaco chinês acontece a 28 de janeiro e, como é tradição, já muitas foram as marcas internacionais que incluíram na sua oferta propostas alusivas. Todavia, os jovens consumidores chineses mostram-se cansados com a obsessão dos designers pelo animal, reclamando alternativas mais autênticas e verdadeiramente representativas da sua cultura.

China na corrida do athleisure

Nos últimos meses, questionou-se se o athleisure poderia estar a perder o estatuto de tendência de moda global e se a sua trajetória de vendas estaria prestes a inverter-se. Todavia, na China, nenhum destes rumores se confirmou e as marcas continuam a prosperar com a febre dos consumidores pelas propostas de moda inspiradas no fitness.

América Central otimista com Trump

Ao contrário dos vizinhos mexicanos, a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA mergulhou a indústria têxtil e vestuário da América Central num clima de otimismo. Países como a Guatemala, Honduras e El Salvador acreditam que vão beneficiar da política anti-China e anti-México da nova administração.

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