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China na corrida do athleisure

Nos últimos meses, questionou-se se o athleisure poderia estar a perder o estatuto de tendência de moda global e se a sua trajetória de vendas estaria prestes a inverter-se. Todavia, na China, nenhum destes rumores se confirmou e as marcas continuam a prosperar com a febre dos consumidores pelas propostas de moda inspiradas no fitness.

América Central otimista com Trump

Ao contrário dos vizinhos mexicanos, a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA mergulhou a indústria têxtil e vestuário da América Central num clima de otimismo. Países como a Guatemala, Honduras e El Salvador acreditam que vão beneficiar da política anti-China e anti-México da nova administração.

Luxo em adaptação

2016 foi um ano difícil para muitas marcas de luxo. Pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, o mercado global de bens pessoais de luxo não cresceu, estagnando nos 249 mil milhões de euros.

Quénia revitaliza algodão

O Quénia tem a revitalização da sua indústria de algodão na linha de mira. A matéria-prima foi uma importante fonte de receitas até à década de 1980 e, agora, face a uma forte procura por fibras domésticas e à possibilidade de aprovisionar os exportadores de vestuário para os EUA, o algodão volta a estar no centro das atenções.

Dólar prejudica exportações

As exportações de têxteis e vestuário dos EUA caíram 3,2% no ano passado, pressionadas pela força do dólar, bem como pelo aumento da capacidade de produção da China para produtos concorrentes aos exportados pelos americanos.

Londres substitui Paris

A Cidade-luz foi trocada pela capital britânica como destino de eleição dos turistas em busca de artigos de luxo depois dos ataques terroristas e da onda de assaltos que abalaram Paris. Como resultado, o sector do luxo parisiense começa a ressentir-se.

Luxo de regresso à Rússia

Apesar de um 2015 particularmente difícil, as marcas de luxo estão de regresso ao mercado russo, de acordo com o “Luxury in Russia: the comeback”, relatório recentemente divulgado pela empresa de serviços de marketing Contactlab, em colaboração com o Exane BNP Paribas.

China de olhos postos no futuro

A indústria de vestuário chinesa está a reposicionar-se para melhor enfrentar os desafios futuro, numa estratégia que passa pelo foco em marcas domésticas, investimentos no exterior e subida na cadeia de valor.

Luxo em adaptação

Há quatro anos, quando os turistas chineses acorriam às capitais de moda, as lojas de luxo apenas precisavam de ter as portas abertas para lucrar. Agora, com as vendas estagnadas, os analistas aconselham os retalhistas a revigorarem as suas estratégias de forma a atraírem clientes mais jovens à procura de experiências.

Falta de dinheiro prejudica vestuário

A indústria de vestuário da Índia sofreu uma queda acentuada na procura interna e na produção após a decisão súbita do governo no mês passado de retirar de circulação as notas com valor elevado, que representavam cerca de 86% do dinheiro total da economia asiática.

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