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O futuro do retalho em 2017

Este vai ser um ano de mudanças no retalho, com alterações que afetam toda a cadeia de valor. A inteligência artificial vai mudar o tabuleiro de jogo, com alterações que se vão refletir na resposta às necessidades dos consumidores mas também no aprovisionamento, com a redução nos tempos e nos custos de produção.

Retalho sem roturas

Tecnologia, integração, inovação e personalização – estas são as palavras-chave do retalho em 2017. No entanto, globalmente, estes eixos não representam disrupção, trata-se apenas de uma evolução das tendências que já dominaram 2016.

Os eixos de mudança do retalho

Os analistas acreditam que muitos dos temas-chave que dominaram o retalho europeu em 2016 continuarão relevantes em 2017. Por isso, os retalhistas estão à procura de alternativas para lidar com os ventos de mudança nas moedas, condições climáticas, comércio eletrónico e nas barreiras que o Brexit poderá vir a erguer.

Os tentáculos da Amazon

Em 2016, a Amazon bateu records em várias frentes. A empresa registou o seu sexto lucro trimestral consecutivo, dominou com a tecnologia de inteligência artificial Alexa, a “voz” do Echo e do Echo Dot, e assumiu-se como força de entretenimento, estreando conteúdos originais através do serviço Amazon Prime.

Next antecipa um 2017 difícil

Face a um 2016 marcado por encerramentos de lojas e maus resultados, a gigante do retalho britânico Next não foi capaz de recuperar durante a quadra natalícia e anunciou que as vendas a preço total em novembro e dezembro caíram 0,4%.

Lojas inteligentes multiplicam vendas

O retalho do futuro pretende recuperar quota de mercado aos seus rivais online com a ajuda de tecnologia avançada – dos robots aos espelhos interativos, passando por prateleiras com sensores embutidos.

Omnicanal é a chave de 2017

As vendas no retalho dos EUA, excluindo automóveis e gasolina, deverão crescer entre 3% a 4% em 2017, segundo um relatório divulgado pela Fitch Ratings. Mais de metade desse aumento ocorrerá online, enquanto a expansão das lojas estará limitada a 1%.

O outro lado do comércio eletrónico

A entrega e as devoluções gratuitas revelaram-se insustentáveis para muitos retalhistas, que começam agora a afastar-se das práticas de comércio eletrónico e a apostar, cada vez mais alto, no retalho tradicional.

A salvação dos grandes armazéns?

Ainda que, há semanas, a Neiman Marcus tenha divulgado números trimestrais dececionantes, com uma quebra de 7% nas vendas, o negócio está a crescer na loja de São Francisco, EUA. Graças a uma nova colaboração com a Rent the Runway (RTR), a retalhista relatou um aumento no tráfego.

Os vencedores e os vencidos de 2016

Alguns retalhistas passaram o ano a preparar-se para o futuro do sector, enquanto outros continuaram presos ao passado, ditando a sua sorte aos olhos dos analistas. Houve vencedores e vencidos em empresas, tecnologias e tendências e ambos deixaram importantes orientações para 2017.

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