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Ideias para 2017

A economia da experiência, o design focado na empatia, a nostalgia e a importância da memória e novas formas de recordação são algumas das 10 ideias-chave que o gabinete de tendências WGSN acredita que irão moldar as tendências, o design e a moda ao longo do ano de 2017.

A era da ansiedade

Os eventos mundiais estão a despoletar uma onda de incerteza que está a varrer todo o planeta. Há cada vez mais pessoas a sofrerem com sintomas de ansiedade, que afetam o seu quotidiano e são malvistos pela sociedade. Mas há sinais de mudança, com áreas como a arte e a tecnologia a aliviarem o peso da doença mental.

Além dos estereótipos

Com os papéis de género a tornarem-se mais flexíveis e andróginos, está a emergir uma nova geração de homens, sem medo de assumir uma parentalidade completa e uma personalidade própria, longe de qualquer preconceito. Uma nova mentalidade que está a levar as marcas a darem novas respostas a esta masculinidade moderna.

Sob o signo da nostalgia

A recordação com saudade dos ícones e tendências dos anos 70, 80 e 90 – os anos de infância e juventude da Geração X – está a tornar-se numa das grandes influências da cultura contemporânea. Com o mundo ainda a chorar a morte de David Bowie, Carrie Fisher, Prince e George Michael, o apetite pela nostalgia deverá continuar.

Homens atacam Londres

A temporada de desfiles de pronto-a-vestir masculino dedicados ao outono-inverno 2017/2018 arrancou em Londres a 6 de janeiro e o calendário da capital britânica já permitiu alinhar as primeiras tendências da estação: silhuetas oversized, cores vibrantes, inspiração militar e memórias da década de 1990.

Omnicanal é a chave de 2017

As vendas no retalho dos EUA, excluindo automóveis e gasolina, deverão crescer entre 3% a 4% em 2017, segundo um relatório divulgado pela Fitch Ratings. Mais de metade desse aumento ocorrerá online, enquanto a expansão das lojas estará limitada a 1%.

Os dados não enganam

A empresa de tecnologia e análise de retalho Edited reuniu dados dos últimos 12 meses para encontrar os artigos de moda mais vendidos para mulher, homem e criança nos EUA e no Reino Unido, em retalhistas com presença online. Os casacos bomber, os ombros à mostra e os jumpsuits constam na lista dos vencedores.

Consumidor ao centro

Em determinados aspetos, os clientes não são difíceis de entender. Querem ser ouvidos e respeitados, por exemplo. Mas o que preferem e fazem é, em grande medida, dinâmico, deixando as empresas a braços com exercícios de previsão para descobrirem a melhor forma de os acompanhar na mudança.

Americanos rendidos ao online

Oito em cada dez americanos fazem compras online, segundo o mais recente estudo do Pew Research Center – o equivalente a 79% dos consumidores americanos, contra apenas 22% em 2000.

Um Natal digital

Em 2016, os retalhistas online esforçaram-se por encontrar alternativas que fizessem com os consumidores abrissem os cordões à bolsa. A Inteligência Artificial (IA) deu uma grande ajuda e, neste Natal, as compras estão a ser orientadas pelas máquinas inteligentes.

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