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Onde é feito o “Made in China”?

São várias as empresas têxteis chinesas que continuam a aproveitar-se da mão-de-obra barata da Coreia do Norte, recorrendo às fábricas deste país para confecionar peças de vestuário que regressam à China apenas para serem etiquetadas. O esquema mostra o grau de dependência económica da Coreia do Norte em relação à aliada China.

SMSenra: resposta à medida

Nascida em 2005, a SMSenra presta serviços de modelagem e comercialização de vestuário para marcas como Carolina Herrera, Cop Copine ou Me+Em. Somando já muitos voos para destinos como Espanha, França e Inglaterra, a empresa da Maia quer agora aterrar com segurança nos países nórdicos.

Exportações em alta até julho

Vestuário, tecidos impregnados revestidos, algodão, tecidos de malha, fibras sintéticas ou artificiais descontínuas e pastas e feltros foram as principais categorias responsáveis pelo aumento de 4,28% das exportações da indústria têxtil e vestuário nos primeiros sete meses de 2017.

34 + 9 em Munique

Os portugueses responderam à convocatória e, dividindo as tropas por dois salões, conquistaram Munique. Lado a lado com os expositores que já conhecem bem o quartel, houve vários novos recrutas nos 34 da Munich Fabric Start. Em estreia esteve também o salão paralelo Munich Apparel Source, que logo na primeira edição recebeu 9 empresas lusas.

Irsil: o segredo da eterna juventude

Fundada em 1964 pelos irmãos Fernando, José e Pedro Silva, cabe à Irsil um importante capítulo no livro da alfaiataria nacional, páginas que, depois de mais de 50 anos, a empresa ainda continua a escrever. Uma gestão de produção mais eficiente, investimentos em logística e uma estratégia comercial com novo fulgor estão a ajudar a Irsil a ter mais histórias de sucesso para contar.

Raith sabe crescer

A produtora de vestuário infantil tem vindo a crescer nos últimos quatro anos. A nota positiva a matemática junta-se à distinção em geografia, com a Raith a conhecer países como França, Suíça, EUA, Canadá e, mais recentemente, Japão.

Moda rápida: preço vs. custo

Em Los Angeles, Norma Ulloa passa 11 horas por dia numa fábrica de vestuário onde costura etiquetas em peças da retalhista americana Forever 21. Num dia bom, podem passar pelas mãos daquela funcionária 700 t-shirts. Ulloa recebe 6 dólares (aproximadamente 5,05 euros) à hora. Serão estes os custos da moda rápida?

T-shirts nas mãos dos robots

Numa fábrica de vestuário que abrirá portas no estado norte-americano do Arkansas, cada uma das 21 linhas de produção automatizadas assegurará uma capacidade produtiva anual de 1,2 milhões de t-shirts e os efeitos desta investida, aparentemente isolada, depressa serão sentidos em confeções à escala global.

Linha Foz: alfaiataria do século XXI

De portas abertas desde 2004, no Porto, a Linha Foz é uma alfaiataria que privilegia as sinergias com fornecedores nacionais para prestar um serviço de excelência e 2.0 aos seus clientes – que veste, calça, adorna e ainda perfuma. O negócio já despertou o interesse até do chinês Alibaba.

Mango ataca em todas as frentes

Em 2016, a retalhista espanhola Mango vendeu 2.260 milhões de euros e alcançou um EBITDA de 77 milhões de euros. As vendas online cresceram 25,6%, atingindo os 294 milhões de euros e representando já 13% da faturação total. As linhas Man, Kids e Violeta respondem atualmente por 17,6% do volume de negócios da Mango, que no ano passado inaugurou 24 megastores.

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