Máquinas automáticas… de roupa
Máquinas automáticas que vendem roupa poderão ser vistas em breve nos centros comerciais de Mumbai, depois de um fornecedor deste tipo de serviços e várias marcas de vestuário terem chegado a acordo. Os meios de comunicação locais afirmam que a Grabbit Franchisee Lette discutiu a ideia com marcas como Raymond e Spykar. De acordo com os jornais, o primeiro lançamento está já confirmado com a linha de roupa étnica Nari. O serviço está direccionado para marcas e retalhistas que não têm uma loja para vender os seus produtos e surge na sequência de lançamentos semelhantes nas áreas da joalharia, diamantes e ouro.
Target “verde”
O grupo Target está a criar dois novos protótipos de loja pensados para serem “amigos do ambiente”. De acordo com o Minneapolis/St Paul Business Journal, o Target vai abrir um formato de loja para produtos gerais e um formato SuperTarget em Outubro. As características ecológicas incluem, segundo o jornal, casas de banho com poupança de água, iluminação, aquecimento e ventilação com poupança de energia e materiais de construção recicláveis. Ainda de acordo com o jornal, o retalhista irá eventualmente lançar os protótipos em mais de 100 localizações nos EUA no próximo ano. Os dois tipos de loja serão maiores que as dimensões actuais, ficando mais próximas do tamanho médio dos Supercenters da Wal-Mart.
Portas abertas na Bósnia
Os ministros da União Europeia deverão aprovar rapidamente um acordo de comércio alargado entre a UE e a Bósnia Herzegovina, que irá cortar as taxas sobre os produtos têxteis e de vestuário comercializados entre as duas partes. Uma decisão que se deverá seguir à recente aprovação das políticas de reforma bósnias que eram uma condição para o acordo. As taxas de importação da Bósnia sobre t-shirts, vestidos, pullovers, vestuário de bebé e outros produtos têxteis e de vestuário vão ser cortados num período de cinco anos. A diminuição dos impostos vai ser feita faseadamente, devendo situar-se em 90% dos níveis actuais quando o acordo entrar em vigor, o que deverá acontecer no final deste ano, e 80% no próximo mês de Janeiro.
Nova estratégia na JC Penney
A JC Penney deverá abrir e renovar menos lojas, centrando-se ao invés no private label e nas linhas exclusivas como a sua marca AmericanLiving para ajudar a contrabalançar o ciclo económico negativo. Numa intervenção para os analistas e investidores em Nova Iorque, o director-executivo Mike Ullman afirmou que a empresa irá diminuir a abertura de lojas de 50 para 36 este ano, enquanto que as renovações irão descer de 65 para 20. As novas lojas vão centrar-se em linhas como a American Living, que é desenhada pela Global Brand Concepts, uma divisão da Polo Ralph Lauren. O retalhista vai também expandir a sua oferta para jovens consumidores, com novas linhas adolescentes como a Decree e Whitetag, C7P denim, da Chip and Pepper, e Le Tigre, desenhada pela Kenneth Cole Productions (ver JC Penney à procura da juventude). Ullman descreveu o panorama para até 2009 como «muito difícil».
Preços em queda
Os dados publicados pelo governo americano mostram que os preços do vestuário em Março diminuíram 1,3%, sugerindo que as vendas de artigos de Primavera-Verão continuam a ser baixas. Uma diminuição superior à registada em Fevereiro, em que os preços caíram 0,3%. As estatísticas do Departamento de Trabalho dos EUA mostram ainda que os preços em geral aumentaram 0,3% em Março, após terem-se mantido praticamente inalterados no mês anterior.
Fios de luz
Investigadores do Reino Unido desenvolveram fios têxteis alimentados a bateria que podem ser usados para fazer com que a roupa brilhe no escuro sem uma fonte de luz externa. Os fios electroluminescentes (EL), inventados no William Lee Innovation Centre (WLIC) da Universidade de Manchester podem ser incorporados no vestuário usado por ciclistas, corredores e peões. Os fios consistem num núcleo central condutor, revestido com tinta electroluminescente que emite luz quando atravessado por uma corrente eléctrica. Tilak Dias, director do WLIC, revelou que «actualmente, o fio EL que desenvolvemos é menos flexível que os fios convencionais. Mas é mais flexível do que as actuais fibras ópticas que são incorporadas nos tecidos geradores de luz». Os actuais produtos de elevada visibilidade como os usados pelos serviços de emergência dependem de fontes de luz externas para se tornarem visíveis, enquanto que os fios EL podem ser vistos em qualquer local escuro.