Profissionais do corte
A Lectra vai realizar na sexta-feira, dia 9, o I Encontro de Profissionais de Corte Automático. O evento, que decorrerá nas instalações da empresa em Leça da Palmeira, tem hora marcada para as 17h00. As tendências do mercado, as soluções Lectra bem como as soluções de manutenção preventiva serão os temas apresentados pelas vozes de Jorge Neto e Carlos Esteves. O encontro terminará com a exposição de alguns casos de sucesso seguindo-se de um jantar buffet naquele espaço. Os interessados poderão inscrever-se gratuitamente através do e-mail s.costa@lectra.com ou ainda pelo telefone 229 991 050 ou pelo fax 229 960 919.
E as próximas tendências são…
O Citeve apresenta amanhã, Quinta-feira, as tendências de moda para o Outono-Inverno 2010/2011. Com início marcado às 10h00, as tendências de moda para homem e senhora que vão vestir a estação fria do próximo ano serão objecto de uma apresentação audiovisual, seguida da apresentação do caderno de tendências, que estará disponível para consulta e venda. A sessão será repetida no dia 9 nas instalações da Anivec/Apiv. Os interessados deverão inscrever-se através dos emails: ccastro@citeve.pt ou cristina.cunha@anivec.com.
Dystar pede insolvência
A Dystar Textilfarben GmbH, que fornece corantes e auxiliares para as indústrias têxtil e de peles, apresentou o processo de insolvência para as suas operações na Alemanha. Este processo abrange as unidades Dystar Textilfarben GmbH, Dystar Textilfarben GmbH & Co Deutschland KG e Dystar Holdings GmbH. No total, as unidades empregam 1.300 pessoas em Frankfurt, Brunsbuettel, Geretsried, Leverkusen e Ludwigshafen.
Do design à prateleira
A marca de artigos de pele e acessórios de luxo Loewe reduziu o time-to-market como parte de um projecto para retirar mais vantagens da sua cadeia de aprovisionamento. Criada em 1846 e hoje parte do grupo LVMH, a Loewe é um forte player em 35 países, com mais de 150 lojas. A mudança para uma solução completa de gestão da colecção faz parte do projecto “Excelência nas Operações”. Um dos seus principais desafios foi abordar os ciclos de vida cada vez mais reduzidos dos produtos e os modelos de retalho mais complexos, tendo para isso investido em novas soluções de gestão do ciclo de vida do produto (PLM) e de gestão da cadeia de aprovisionamento (SCM). Ao trabalhar com as soluções electrónicas TXTPerform da TXT, a Loewe consegue agora gerir o ciclo de produção de uma colecção do início ao fim. Para além do planeamento e desenvolvimento das colecções (PLM), as novas soluções incluem aspectos de SCM como o planeamento da produção, a colocação e fornecimento das lojas. Os resultados obtidos na área PLM incluem uma melhoria das previsões, assim como a redução do esgotamento de stocks em 50%, e o time-to-market em 10%. «Com o PLM, temos agora um ambiente colaborativo de desenvolvimento do produto, dando a 25 ou 30 utilizadores a capacidade de facilmente partilharem informação sobre o produto e custos, tanto interna como externamente», explicou Marcelo Baltzer, director de sistemas e logística na Loewe. «Isto teve efeitos positivos na qualidade e na rapidez do desenvolvimento do produto», referiu. De acordo com Jose Luis Fernandez, gestor do projecto, «os próximos passos irão incluir a redefinição da rede de logística, assim como o planeamento de distribuição de matérias-primas e produtos acabados ao longo da cadeia de aprovisionamento».
Novas oportunidades de negócio
Centenas de potenciais investidores estiveram presentes numa conferência para explorar novas oportunidades de negócio no Haiti – onde foram também revelados planos para um fundo de 2 milhões de dólares (cerca de 1,36 milhões de euros) para ajudar a impulsionar o sector do vestuário no país. Identificado como um dos principais sectores com forte potencial para gerar postos de trabalho, a produção de vestuário foi uma das áreas em análise no encontro, organizado pelo Inter-American Development Bank (IDB) em Port-au-Prince. Foi ainda anunciada uma bolsa de 150 mil dólares para examinar a viabilidade de um modelo de parque industrial para a indústria de vestuário. Actualmente, o vestuário contribui com 130 milhões de dólares para as exportações do país, com cerca de 25 empresas de vestuário a exportarem sobretudo para os EUA e empregando mais de 24 mil trabalhadores, a maior parte mulheres. Mas há uma forte possibilidade de quintuplicar este valor com o Hope II Act, que dá às exportações de vestuário do Haiti um acesso livre de taxas ao mercado americano. Contudo, para aproveitar em pleno os benefícios dessa lei, o Haiti precisa de atrair investidores estrangeiros e expandir o seu espaço comercial. «Durante muito tempo, o Haiti foi visto como uma terra de oportunidades perdidas», afirmou o presidente do IDB, Luis Alberto Moreno. «Acredito que agora está pronto para atrair investimento privado», prosseguiu. Com a ajuda do IDB, o governo do Haiti está a investir fortemente para melhorar o ambiente de negócios do país, através da realização de infra-estruturas viárias para reduzir o tempo de viagem entre as principais cidades e do aumento da fiabilidade dos serviços de electricidade. O governo está também a reduzir para metade o tempo de criação de um novo negócio.
UE pondera medidas anti-dumping
A União Europeia poderá alargar as medidas anti-dumping sobre as importações de calçado chinês, segundo revelam fontes em Bruxelas. Mas o alargamento das taxas punitivas terá efeito durante apenas dois anos, e não os habituais cinco anos, e não abrange o calçado de criança e de desporto. Além disso, o calçado proveniente do Vietname estará também isento. A notícia vai ao encontro das preocupações manifestadas pela Foreign Trade Associations ao just-style, em Setembro, que temia que a Comissão estabelece novas restrições. A UE impôs inicialmente taxas para dois anos em 2006, após as queixas das empresas de calçado europeias, sobretudo sedeadas em Espanha, Itália, Polónia e França. O então Comissário do Comércio da UE, Peter Mandelson, alargou as medidas por mais 12 meses, que deveriam ser levantadas em Janeiro de 2010. A Comissão deverá agora revelar os novos planos a 22 de Outubro. A maior parte dos países da UE e principais retalhistas opõe-se a qualquer alargamento das medidas, argumentando que são anti-concorrenciais e contra-produtivas neste abrandamento económico. O secretário-geral da FTA, Jan Eggert, afirmou que qualquer alargamento, em qualquer das suas formas, será inaceitável para os importadores e retalhistas europeus.