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20 anos de Lion of Porches

No ano que completa o seu 20.º aniversário, a Lion of Porches promete assinalar a data com várias comemorações. Depois de regressar às feiras presenciais e de um showroom temporário em Madrid, o próximo passo poderá passar pela abertura de uma loja própria na capital espanhola.

Nuno Azevedo

Foi durante a última edição da Momad, em Madrid, que o Portugal Têxtil falou com Nuno Azevedo, diretor de mercados internacionais da marca do grupo Cães de Pedra, que deu conta de algumas novidades previstas para a Lion of Porches, que completa este ano duas décadas de existência.

«Fazemos 20 anos, um ano par fantástico, em 2022, e quer queiramos, quer não, é um ano que vamos ter novidades e vamos trazer muitas coisas», comenta.

A marca está atualmente a trabalhar num conjunto de ações que assinalarão o aniversário, mas «sempre numa visão principalmente do lado internacional, porque a marca em Portugal está numa posição elevada no mercado e é no mercado externo que terá que crescer», revela.

Confrontado com a hipótese de abertura de uma loja Lion of Porches em Madrid, Nuno Azevedo não confirmou, mas deixou a hipótese em aberto. «Iremos tentar ver se nos colocamos mais presentes em Espanha, no sentido de lojas monomarca. É lógico que é um mercado que teremos que trabalhar desta forma também, mas a prioridade neste momento é o canal multimarca e já estamos a fazê-lo», afirma.

De volta às feiras

Para já, a marca assinalou o regresso às feiras presenciais, com a primeira paragem na Momad, em Madrid, e simultaneamente criou um showroom temporário no Barrio de Salamanca, que complementou a oferta existente no certame. Este modelo poderá vir a ser replicado noutras cidades, nomeadamente em Milão, numa possível participação na feira Pitti Uomo.

Com uma taxa de exportação que ronda os 13%, um dos grandes objetivos da Lion of Porches «é chegar aos 25% nos próximos dois, três anos». O diretor de mercados internacionais ambiciona ainda crescer 10% na faturação internacional da marca nos próximos três meses.

«Isto tudo depende, são muitos fatores… Hoje todos achamos que o Covid já vai desaparecer no final deste ano, toda a gente achava o mesmo no ano passado… O mercado está muito imprevisível. Ter esta lufada de oxigénio que estamos a ter agora é lógico que nos anima: anima-nos como capacidade de investimento, anima-nos como capacidade de seguir para a frente, anima toda uma série de variáveis que nas empresas ou ficaram adormecidas ou suspensas de alguma forma. Mas isto claro que nos dá a certeza de que tomámos a decisão certa», acredita.