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6Dias na frente de ataque

A especialista em tecidos voltou a apostar no salão Texworld Paris e os resultados obtidos superaram as expectativas da administradora da 6Dias, Patrícia Dias, que fez um balanço muito positivo com a anexação de novos contactos na carteira de clientes.

«Temos tido clientes de grande importância, tanto franceses como espanhóis ou holandeses. Clientes muito bons, de boas marcas», revela Patrícia Dias ao Portugal Têxtil, em resumo aos quatro dias de exposição no salão de tecidos organizado pela Messe Frankfurt France.

Atenta às novidades que passam pelo mercado e preparada para dar resposta às necessidades dos clientes, a administradora da 6Dias levou até Paris uma coleção onde destacaram os estampados e ainda «um book de tendências, com as tendências para a próxima estação outono-inverno 2018/2019».

A internacionalização é uma das mais fortes apostas da empresa sediada na Trofa (ver Volta ao mundo em 6 Dias) que, desde 2016, tem vindo a privilegiar a presença em feiras internacionais. «Dá-nos a conhecer mais aos clientes», assume a Patrícia Dias.

Dispondo de um leque com cerca de 3 mil clientes e de um portefólio a rondar os 15 mil artigos, a especialista em tecidos desenvolveu uma coleção de «bases em poliéster, algodão, viscose e seda, que é o nosso forte, e a nossa base de trabalho, na qual fazemos estampados, tingimentos, e todos os efeitos especiais», explica a administradora da 6Dias.

A empresa soma mais de 20 pessoas no seu efetivo e recorre à subcontratação de serviços de tinturaria, estamparia e acabamentos, sendo que o desenvolvimento das coleções e o devido acompanhamento dos clientes são geridos dentro de portas.

O investimento na internacionalização espelha-se no volume de negócios especialmente concentrado em França, Espanha e Inglaterra e na presença em feiras internacionais como a The London Textile Fair e a Munich Fabric Start, onde o foco sobre o mercado alemão desperta particular interesse na 6Dias.

Com vista na travessia do Atlântico, os planos da empresa para os próximos cinco anos, passam por entrar no mercado americano e atingir uma média de faturação de 15 milhões, aponta Patrícia Dias.