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A chegada da Imauve

A preparar a sua estreia no guarda-roupa feminino na primavera-verão 2017, a Imauve promete já oferecer essenciais de qualidade a uma mulher contemporânea que privilegie a exclusividade. A chegada da marca fundada por Inês de Oliveira está agendada para março – ao website próprio e a espaços multimarca em Lisboa e Porto.

«Fundei a Imauve em 2013. Apesar de ter outros desafios profissionais, mantive sempre a Imauve em paralelo. Fiz algumas peças especiais para clientes especiais e ganhei terreno para, em 2016, ter as condições reunidas para começar um negócio a sério», começa por explicar, ao Portugal Têxtil, Inês de Oliveira, fundadora e diretora criativa da Imauve, cuja estreia acontece este ano.

A primeira coleção da marca, para a próxima estação quente, vai estar disponível em março – com venda online em imauve.com e nas lojas físicas The Feeting Room, em Lisboa e no Porto.

Como refere Inês de Oliveira, as primeiras propostas da Imauve têm como pilares «um conjunto de essenciais em qualquer guarda-roupa feminino», isto é, o blazer, a camisa branca, as calças clássicas e a gabardine, depois complementadas com algumas sugestões «mais divertidas», como os vestidos e tops coloridos em seda pura, um colete com lapela larga que pode ser usado como vestido, culottes e um vestido comprido. O leque de preços oscila entre os 140 e os 455 euros.

Para a fundadora da marca sediada em Lisboa, os traços distintivos da Imauve são a criteriosa seleção de matérias-primas e a confeção 100% nacional.

A primeira coleção tem como base teórica a obra do artista plástico, Frank Stella e, «se por um lado, a coleção é marcada pela utilização de linhas retas, vértices e polígonos irregulares, por outro, denotam-se referências mais orgânicas pela justaposição de semicírculos e formas curvilíneas, numa linguagem pictórica orientada pela cor», descodifica a fundadora. «São peças exclusivas, feitas nos melhores materiais e com acabamentos rigorosos», afirma.

A originalidade do design, a aposta na qualidade e as preocupações éticas e ambientais estão também no centro do negócio da jovem marca, que ambiciona «reeducar» as consumidoras. «A moda está sempre a mudar e a evoluir, mas há peças-investimento que podem acompanhar-nos uma vida inteira. É isso que queremos dar aos nossos clientes. Exclusividade, materiais naturais, um design depurado e o orgulho de saber que aquela peça foi feita com cuidado e carinho, por um artesão qualificado», destaca Inês de Oliveira.

Para o futuro, os objetivos da Imauve passam pelo crescimento além-fronteiras, com uma forte aposta no canal online. No entanto, «claro que é importante manter uma presença física e, nesse sentido, pretendemos aumentar os pontos de venda nacionais e internacionais», revela a fundadora e diretora criativa da Imauve.