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A dose certa para a ITV

Com preocupações ambientais ou a pensar nas soluções de estamparia mais avançadas, como as tecnologias digitais, os químicos estão cada vez mais sofisticados para responder às necessidades das empresas da industria têxtil e vestuário, como espelha a oferta da Focor e do Grupo ADI.

Corantes, auxiliares e produtos para acabamentos fazem parte da oferta da Focor – Produtos Químicos. A empresa, fundada em 1962, conta com um portefólio variado de soluções, que permitem melhorar a performance dos tecidos ao toque e reduzir o impacto ambiental. «Recentemente introduzimos no mercado os corantes Laranja e Bordéus, que complementam a gama Synozol Ultra DS», anuncia a empresa no suplemento “Química das Empresas”, publicado na edição de março do Jornal Têxtil. «Há uma química que une o universo têxtil. É a química que favorece o processo produtivo e a qualidade dos tecidos», afirma a Focor.

Já o Grupo ADI, com a parceira Tanatex, está empenhado em ajudar as empresas a melhorar a performance das máquinas de estamparia digital. «As pessoas tendem a acreditar que as novas máquinas de estampar trazem melhores resultados. Estão erradas. Habitualmente não é o equipamento, mas o conhecimento do utilizador que faz a diferença», destaca a empresa no suplemento “Química das Empresas”. «Se quer uma excelente nitidez de cor, uma fantástica penetração da tinta e um espantoso nível de profundidade (e provavelmente quer), precisa de dar o primeiro passo. Ou melhor: precisa da preparação química que faz com que tudo aconteça», acrescenta, dando conta da nova gama de produtos Tana®Jet que «melhora os resultados da estamparia digital».

Soluções que pode conhecer melhor nesta edição de março do Jornal Têxtil (ver Vestuário dá corda às exportações), para ter a dose certa de químicos no seu negócio.