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A familiaridade da Nicorio

Nascida em 2015, a Nicorio é uma marca 100% made in Portugal dedicada aos ambientes dos mais pequenos e à decoração, que vai sendo embalada nos braços dos quatro irmãos fundadores – João, Francisco, Inês e Rita –, sempre sob o olhar atento de Amândio Martinho, o patriarca.

«Inspirados pelo nosso pai e pela sua experiência na indústria têxtil, decidimos criar uma marca de artigos para a casa que privilegiasse a qualidade dos materiais e a simplicidade, aliando-as à tradição», revela, ao Portugal Têxtil, Rita Martinho, responsável pelo departamento comercial da Nicorio.

Os primeiros passos da marca familiar foram dados com a “Baby Collection” porque, como se de uma família se tratasse, é nos mais pequenos que tudo começa. «Na primeira coleção recriámos as mantas de franjas, feitas com lã e desenhos clássicos, bem como alguns complementos para bebé, como lençóis e ponchos», recorda. Contudo, as famílias não param de crescer e, por isso, nasceu a “Home”. Com matérias-primas nobres como a lã, linho e algodão em destaque, as mantas são o artigo base da coleção.

Todos os produtos Nicorio são fabricados em Portugal e a marca distingue-se da concorrência ao «privilegiar a qualidade e a simplicidade dos materiais», como sublinha a responsável pelo departamento comercial.

Com sede na região da Serra da Estrela, em Seia, e gabinete de design e desenvolvimento de produto em Lisboa, a Nicorio compra os fios a uma fiação italiana e desenvolve, no seu gabinete de design, os diversos debuxos e combinações de cores, realizando a produção numa empresa têxtil na região centro do país, «com a qual a marca tem um protocolo de produção».

Nos primeiros passos da Nicorio, o ano de 2016 foi de implementação no mercado nacional e os resultados foram «animadores».

Com portal de comércio eletrónico ativo e presença nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal, as coleções da Nicorio são vendidas em espaços multimarca, sendo que, neste momento, a maior preocupação «é manter e melhorar esta aposta e conseguir chegar aos mercados internacionais», afirma Rita Martinho ao Portugal Têxtil.