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Alemanha – Gastos com vestuário sofrem declínio

Apesar do crescimento contínuo do poder de compra, cada vez menos o dinheiro chega ao comércio a retalho. Os alemães pouparam muito no ano passado, particularmente nos gastos com o vestuário, tal como demonstra o estudo da GfK – Regionalforschung. O poder de compra per capita dos alemães subiu de 14.636 euros (1997) para 16.606 em 2003. Ao mesmo tempo, o comércio retalho registou um aumento pouco significativo de 5.140 euros em 1997 para 5.212 euros. Desta forma os gastos com o comércio a retalho sofreram uma queda nos últimos seis anos de 35 por cento para 31 por cento. A descida foi ainda mais acentuada nos gastos com o vestuário. De acordo com a GfK em 1997 os gastos per capita situavam-se nos 711 euros encontrando-se agora nos 482 euros. Relativamente às várias categorias de vestuário o poder de compra per capita no outerwear feminino situa-se nos 201 euros/ano, encontrando-se no seu máximo. Seguem-se o outerwear masculino (adulto e juvenil) com 97 euros e a roupa interior com 59 euros. Relativamente ao outerwear infantil o poder de compra situa-se nos 29 euros mantendo-se este valor nas malhas. Estes dados dizem respeito aos 82 milhões de habitantes. Só a população feminina de ambos os pólos urbanos de Koblenz (1.463 euros) e Roseinheim (1.421 euros) obteve os resultados per capita mais elevados no outerwear feminino. Também o volume de negócios dos comerciantes especializados em outerwear masculino se situa no momento nestas duas cidades no seu máximo, ou seja em cerca de 794 euros por habitante (população masculina). No que diz respeito ao comércio a retalho, grande parte dos gastos dos habitantes são com a alimentação e os bens de consumo. Nesta área gastam em média 1843 euros por ano, mais do que um terço do seu orçamento para o comércio aretalho. Em segundo lugar estão os gastos com a saúde e cuidados com o corpo (710 euros). Na base dos cálculos do poder de compra estão os resultados das estatísticas oficias de vencimentos e as transferências estatais para subsídio de desemprego e bolsas para estudantes.