Início Notícias Marcas

Aly John dá um passo à frente

A especialista em denim encarou as dificuldades como oportunidades e passou a produzir máscaras certificadas para se adaptar à nova realidade. A pandemia não adiou os objetivos e, por isso, a marca está prestes a lançar uma coleção cápsula.

«A Aly John é uma marca portuguesa de jeans premium fabricados à mão, a filosofia da Aly John prima sempre em torno da qualidade e singularidade», descreve Miguel Coutinho, brand manager da marca que se distingue precisamente por estas características. «A qualidade está presente em todas as nossas peças, é o que nos distingue e nos define. A singularidade está intrínseca em cada peça, mediante o método de confeção e dedicação. Jeans com atitude que manifestam sentimentos, cimentando o seu desejo de passar de geração em geração», destaca.

Já há vários anos no mercado, a Aly John foi criada a pensar no público feminino e atualmente conta com clientes de todas as faixas etárias. «O nosso produto destina-se muito a quem procura peças personalizadas, feitas em Portugal e com uma qualidade acima da média. Temos a capacidade de realizar grande parte dos nossos produtos por medida o que nos diferencia de toda a concorrência e proporciona ao cliente uma experiência única ao saber que as peças são feitas exclusivamente para si», adianta ao Portugal Têxtil.

Com a chegada da pandemia, a marca passou a disponibilizar máscaras sociais certificadas pelo CITEVE para nível 3 no seu website e tem vindo a receber «milhares de pedidos por semana, vindos de todo o país e da Europa», revela o brand manager. Numa primeira fase, a Aly John lançou os equipamentos de proteção para adulto e só posteriormente, dada a afluência de pedidos dos clientes, foram criadas as máscaras para criança. «A indústria têxtil tem uma grande capacidade de adaptação e nós não somos exceção. Decidimos começar a produzir mascaras ainda no início da pandemia em Portugal, sentimos a obrigação de dar, aos nossos clientes, um produto de confiança e que os fizesse sentir bem e confortáveis», explica Miguel Coutinho. «É claro que comercializar máscaras pode ser visto sempre como uma oportunidade de negócio. No nosso caso, foi uma forma de dizer aos nossos que nos adaptamos a esta nova realidade e que queremos ajudar todos no que diz respeito á proteção individual», acrescenta.

Uma vez que a situação sem precedentes «faz parte do hoje e do amanhã nos próximos tempos», as máscaras vão continuar a ser um projeto para a Aly John. «Estamos sempre a pensar no futuro. Continuamos a desenvolver e a realizar alguns testes para produzir novos modelos, sempre tendo em conta melhorias no produto final», afirma.

Oportunidades de «enorme sucesso»

Ainda que o novo coronavírus tenha condicionado o desempenho da marca onde cada peça é «única», o canal online, à semelhança do que aconteceu com muitas outras empresas durante este período, «saiu mais reforçado», garante o brand manager.

«O encerramento das lojas dos nossos parceiros foi onde sentimos mais a quebra de vendas. As vendas dos produtos que normalmente comercializamos mantiveram-se estáveis, e a venda de máscaras disparou como nunca imaginámos. Sem dúvida que podemos dizer que o nosso trabalho e dedicação ao desenvolver este novo produto de proteção está a ser um enorme sucesso», reconhece.

E como a Aly John pensa «sempre nos problemas como uma oportunidade», a pandemia não adiou a concretização de novas metas como é exemplo a nova coleção cápsula que será lançada a 2 de julho. «Durante esta crise não baixamos, de qualquer forma, os braços, pelo contrário, unimos esforços e produzimos uma nova cápsula», assume Miguel Coutinho. «Convidámos algumas marcas portuguesas, com valores que nos dizem muito, a colaborar connosco nesta coleção cápsula, fizemos uma produção fotográfica, conjugando vários produtos de forma a partilharmos conteúdos e produtos, made in Portugal», conta. Entre as marcas que colaboraram com a Aly John neste novo desafio criativo encontram-se a Cata Vassalo, Sienna, Pallas e Laranja Tijolo.