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ANIT-LAR toma uma posição

Em comunicado divulgado na segunda-feira, a Associação Nacional das Indústrias de Têxteis-Lar (ANIT-LAR) faz uma exposição sobre o actual problema relativo às exportações chinesas e apresenta algumas conclusões. No texto, a associação considera que «as mercadorias que estão nas alfândegas foram expedidas da China após 12 de Julho, isto é mais de um mês volvido sobre a assinatura do acordo e sua publicitação. Se as mercadorias foram embarcadas é porque os importadores o autorizaram, mesmo sem terem a licença de importação concedida». Neste contexto a ANIT-LAR considera que «a Comissão Europeia (CE) não pode autorizar o desalfandegamento das mercadorias sem que viole o Regulamento do Acordo de 10 de Junho, e alterar o Regulamento para dar cobertura à situação é premiar os faltosos. A única solução possível é a que decorre do Acordo e do Regulamento», ou seja, «a não autorização de entrada das mercadorias».

Assim, a ANIT-LAR manifestou a esperança na recusa, por parte do Governo, de apoiar qualquer iniciativa qualquer iniciativa da CE que agrave a crise provocada pelo acordo de 10 de Junho. «Ao invés, deve reivindicar que a CE inicie o processo de estabelecimento de medidas de salvaguarda para outros produtos como os felpos, colchas, cobertores e dispositivos cirúrgicos.

Ainda segundo o mesmo comunicado, a associação afirma que «a defesa do interesse do consumidor é a defesa do seu emprego e quando se constata que na balança comercial União Europeia/China não há um único sector de actividade favorável à indústria comunitária deve questionar-se a Comissão sobre quais são os interesses que representa, se os comunitários, se os dos países terceiros».