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Anivec apoia internacionalização

Não hÁ mercados fÁceis», afirmou António Amorim, director da Anivec/Apiv, salientando que, contudo, a Espanha, pela proximidade geogrÁfica, a Rússia e a Turquia, pelo crescimento da procura, reúnem características que permitem a penetração das empresas portuguesas de confecção e vestuÁrio. António Amorim destacou também a importância do esforço de participação de empresas portuguesas nas principais feiras italianas de vestuÁrio, que constituem o melhor local de expansão e promoção de marcas. JÁ temos três empresas portuguesas na Pitti Bimbo (Feira de Moda Infantil de Florença) e uma na Pitti Uomo (Feira de Moda Masculina de Florença)», realçou o dirigente da Associação Nacional das indústrias de VestuÁrio e Confecção, referindo que os responsÁveis destas feiras são muito exigentes e selectivos na admissão de marcas. No projecto de internacionalização para 2008, a associação pretende de igual forma reforçar a comunicação e promoção do vestuÁrio português, promover a formação profissional contínua e a entrada de jovens estagiÁrios nas empresas, assim como consolidar as parcerias com as empresas. Os “dois selos de identidade sectorial” criados pela Anivec/Apiv, o Fashion Brands From Portugal» (vestuÁrio de homem e senhora) e o Children Brands From Portugal» (vestuÁrio de criança) continuarão a ser promovidos com o intuito de potenciar as marcas nacionais e ajudar na divulgação das mesmas. Não conheço outro sector português tão internacionalizado como o nosso, mas era uma internacionalização de baixo nível», afirmou António Amorim, acrescentando que a aposta actual tem de recair na inovação e qualidade. O dirigente fez também um apelo às empresas para que cresçam internacionalmente, afirmando que a associação estÁ disposta a ajudar as empresas nos projectos de expansão no mercado internacional». Alexandre Pinheiro, também director da Anivec/Apiv, lamentou que a associação tenha sido obrigada a avançar sem segurança», no prazo de um mês, com uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) do projecto de internacionalização apresentado na passada quinta-feira. é um projecto que foi feito com incertezas, sem definições concretas dos apoios que iríamos receber», afirmou Alexandre Pinheiro, referindo que o mesmo aconteceu em 2007 e levou a associação a correr riscos de endividamento».