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Brasileiros preferem Armani

A sondagem foi realizada numa amostra de 25 mil consumidores on-line em 48 países e revelou que 37% dos brasileiros inquiridos preferiam comprar produtos da marca Giorgio Armani. A Christian Dior aparece em segundo lugar, com 28% das preferências brasileiras. Apesar da predilecção, a marca de luxo mais comprada pelos consumidores brasileiros é a americana Calvin Klein – comprada por 30% dos entrevistados. Em segundo lugar ficou a italiana Diesel, com 18%. A opção dos brasileiros pela marca Armani difere da preferência global revelada pela pesquisa. Segundo os dados recolhidos pela Nielsen, a marca Gucci é a mais desejada a nível mundial – um em cada cinco consumidores afirmou que compraria produtos da marca caso o dinheiro não fosse um impedimento. A Chanel e a Calvin Klein ocupam a segunda posição, seguidas pelas marcas Louis Vuitton, Armani, Dior e Versace. O desejo pelas marcas de luxo continua a aumentar – uma marca famosa é simplesmente algo pelo qual os consumidores, especialmente os dos mercados emergentes, estão dispostos a pagar um preço elevado», afirmou o presidente europeu da Nielsen, Patrick Dodd. De acordo com a sondagem, os norte-americanos são os que menos consomem marcas de luxo – 35% afirmaram que não compram produtos destas marcas. Esta pesquisa mostrou ainda que, apesar da apetência pelas marcas de luxo, apenas 18% dos consumidores brasileiros inquiridos compram produtos de marcas célebres. No entanto, 60% dos inquiridos no Brasil afirmam conhecer pessoas que compram artigos de marcas de luxo. A sondagem revelou também que 75% dos brasileiros acreditam que as marcas cobram um preço exagerado pelos produtos e 63% afirmam que os consumidores que procuram estes produtos apenas o fazem pela projecção social. Além disso, apenas 36% dos inquiridos acreditam que as marcas de luxo estão relacionadas com produtos de melhor qualidade – um número próximo aos 32% que não acreditam nesta relação. Outro dado revelado nesta pesquisa sobre a qualidade dos artigos de luxo é a falsificação. No Brasil, 13% afirmaram que as falsificações e as imitações são tão boas quanto os produtos originais.