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  1. Pizarro premeia criatividade
  2. 10 anos de crescimento da Bimba y Lola
  3. EUA batem recorde na importação de fibras
  4. Victoria Beckham chega a Hong Kong
  5. Gap em perigo
  6. Aeroportos asiáticos e europeus são os melhores

1Pizarro premeia criatividade

No próximo dia 9 de abril serão conhecidos os finalistas do concurso internacional Paulo Ribeiro, uma iniciativa da Pizarro SA em parceria com a Virginia Commonwealth University, a Universidade do Minho, a ESAD, o IPCA, o Cenatex e a marca PRPS. O concurso, que tem o nome do primeiro funcionário da empresa portuguesa, conta com um júri internacional, composto por Donwan Harrell, designer americano, fundador e diretor criativo da linha denim de luxo PRPS, pela escritora da plataforma online Denimology, Lisette Geller, Filipe Cruz proprietário da marca Bus Urban Jeans, Margarida Pizarro, diretora industrial da Pizarro S.A. e Filipe Vilas Boas em representação da Câmara Municipal de Guimarães. A concurso estão 10 finalistas: Bárbara Sequeira, Catarina Fontes, Cláudia Melo, Francisca Pereira, Inês Costa. Maria Nunes, Ricardo Garcia, Rita Miranda, Sara Santos e Tânia Viegas. Os cinco melhores, que serão conhecidos no dia 9 de abril, terão a oportunidade de realizar um programa de estudos de cinco semanas, com duas semanas no campus da Virgina Commonwealth University, duas semanas nos escritórios da PRPS, em Nova Iorque, e uma semana na Pizarro. O primeiro classificado irá ainda a Barcelona, onde o seu coordenado ficará em exposição na Denim by PV, e terá a oportunidade de fazer um estágio curricular na Pizarro.

210 anos de crescimento da Bimba y Lola

A marca de moda Bimba y Lola gerou 115,7 milhões de euros em vendas no ano fiscal 2015/2016 (que decorreu de 1 de março de 2015 a 28 de fevereiro de 2016), um aumento de 17,4% face ao ano anterior. Lançada pelas designers espanholas Uxía e María Dominguez, sobrinhas de Adolfo Dominguez, a empresa expandiu o seu negócio internacional, que registou um crescimento de 22,2% em 2015, representando agora 26% do volume de negócios total. No final do ano, a Bimba y Lola tinha 210 lojas em 17 países. A marca está a celebrar o seu 10.º aniversário este ano, numa altura em que continua a expandir-se internacionalmente e a consolidar a sua posição. Este ano planeia aumentar a sua presença em França, onde deverá abrir a sua 9.ª loja, em Bordéus, e no Reino Unido, com a 10.ª loja, em Londres. A marca indicou que planeia ainda reforçar o negócio em França através do modelo de franchising. Adicionalmente, quer explorar o crescimento no Médio Oriente e na América Latina, onde pensa abrir novas lojas durante o ano.

3EUA batem recorde na importação de fibras

As importações dos EUA de produtos têxteis e de vestuário com fibras subiram pelo terceiro ano consecutivo em 2015, para o valor mais elevado de que há registo, atingindo o equivalente a 15,7 mil milhões de fibras em bruto. «É um recorde e quase 7% acima do valor de 2014», indicou o Departamento de Agricultura dos EUA em comunicado. Já as exportações mantiveram-se inalteradas pelo terceiro ano consecutivo, em 3,7 mil milhões de libras. «As importações dos EUA consistem sobretudo em produtos de algodão e fibras não-naturais, uma vez que a procura por produtos de linho, lã e seda continua relativamente pequena», acrescentou o Departamento de Agricultura, que destacou ainda que as importações de fibras não-naturais estão a expandir-se de forma sustentada nos últimos anos, enquanto a quota do algodão caiu consistentemente. Em 2015, os produtos têxteis e o vestuário de algodão representaram 44% do total, enquanto os de fibras não-naturais contribuíram com quase 49%. «Em comparação, há cinco anos o algodão contribuía com 54% do total, face à quota de 40% das fibras não-naturais», referiu o Departamento de Agricultura.

4Victoria Beckham chega a Hong Kong

A designer de moda Victoria Beckham lançou a sua primeira loja em Hong Kong, a primeira fora da Grã-Bretanha, numa altura em que procura entrar no mercado asiático apesar da queda no consumo de luxo na região. A loja de Beckham em Hong Kong, no edifício Landmark, está no centro da zona preferencial de compras, onde se situam as principais marcas internacionais e hotéis de cinco estrelas. Uma multidão de fãs esperou na rua na passada sexta-feira, 18 de março, enquanto a designer dava os últimos retoques na loja. As propostas de Victoria Beckham estão já à venda na região, mas esta é a primeira loja própria, que foi pensada pela arquiteta Farshid Moussavi. «O processo não foi fácil… abrir uma loja é um projeto enorme. Juntamente com a minha equipa, trabalhamos muito para chegar a este ponto», afirmou a designer ao South China Morning Post. «Sei que as mulheres asiáticas realmente entendem o luxo, a boa qualidade e apreciam quando as roupas são bem feitas – e as minhas roupas são assim», acrescentou Victoria Beckham. A nova loja foi ainda desenvolvida em parceria com a retalhista asiática Joyce, que já vende as roupas da designer. «Penso que ela vai ser muito popular aqui», afirmou uma consumidora, a gestora de fundos Sally Zhang, de 30 anos, depois de ter visto a loja. «Em comparação com outras lojas, que têm roupas muito elaboradas e não adequadas ao escritório, esta é bastante diferente», considera Echo Xu, também gestora de fundos. Victoria Beckham, atualmente com 41 anos, abriu a primeira loja em Mayfair, em Londres, em setembro de 2014.

5Gap em perigo

A Gap Inc está a enfrentar um grave problema, com os consumidores não só a comprarem menos mas, sobretudo, a abandonarem a marca. Segundo um novo estudo da Morgan Stanley, a Gap cedeu cerca de metade da sua quota de mercado desde 2000, perdendo consumidores para cadeias de moda de preços baixos como a Uniqlo e a TJ Maxx. E o problema estende-se além da marca epónima, alastrando-se igualmente à cadeia Banana Republic. E até a Old Navy – outrora descrita pelos analistas como uma armadura que fortificava as margens brutas da empresa desde 2013 – está agora a dar sinais de deterioração. A concorrência é um dos fatores, mas as próprias ações da retalhista estão a provocar a queda, como passos em falso em termos de estilo. «Um dos grandes problemas de estilo no ano passado é que os tops tinham uma silhueta que era um pouco mais curta e mais volumosa e muitas mulheres consideraram que não eram femininos nem muito lisonjeadores», admitiu o CEO Arthur Peck em fevereiro. Este ano vai ser, por isso, decisivo, com os investidores a esperarem que a empresa prove que as suas marcas são viáveis, sobretudo quando concorrem com as homólogas de preços mais baixos. «Os dados mostram que muitos retalhistas têm muitas dificuldades em recuperarem depois disto», escreveram os analistas da Morgan Stanley. Para a Gap, a batalha vai ser mais difícil com os consumidores que têm mais anos para dar como compradores fiéis: os mais jovens.

6Aeroportos asiáticos e europeus são os melhores

Pelo quarto ano consecutivo, o aeroporto de Changi, em Singapura, foi considerado o melhor do mundo por conseguir subir a parada em termos de experiência para os passageiros. Na edição de 2016 dos Prémios Mundiais de Aeroportos, o de Changi manteve a coroa graças a características como jardins tropicais na cobertura, cinema, massagens aos pés gratuitas, áreas para jogos de vídeo e viagens gratuitas pela cidade para os passageiros. O aeroporto de Changi está ainda a ganhar novas valências, com a adição do Jewel Changi, que terá desde uma floresta interior a trilhos para caminhadas e jardins, assim como um vortex de chuva de 40 metros de altura que será a maior queda de água do mundo quando ficar concluída. O complexo, uma espécie de redoma em vidro, deverá ficar concluído em 2018. Tal como nos anos anteriores, os aeroportos europeus e asiáticos destacaram-se, com o Japão a ter três aeroportos no top 10. Nenhum aeroporto norte-americano chegou à lista dos melhores. Os Prémios Mundiais de Aeroportos são baseados no resultado de 13 milhões de inquéritos a passageiros de 112 nacionalidades, que avaliam os seus níveis de satisfação em relação a 39 indicadores, desde o check-in à partida. O ranking incluiu 550 aeroportos, com o top 10 final a ser composto pelos seguintes aeroportos: Changi (Singapura), Incheon (Coreia do Sul), Munique (Alemanha), Haneda Tóquio (Japão), Hong Kong (China), Chūbu Centrair Nagoya (Japão), Zurique, Heathrow Londres (Reino Unido), Kansai (Japão) e Hamad (Qatar).