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  1. Chuva afeta vendas em fevereiro
  2. E os mais sexy de 2016 são…
  3. Dubai investe em “cidade grossista”
  4. Versus dá força à Versace
  5. Confiança em queda na Nova Zelândia
  6. New York & Co brilha com Mendes e Hudson

1Chuva afeta vendas em fevereiro

Um inverno quente, seguido de uma primavera chuvosa está a fazer com que os consumidores britânicos se mantenham afastados das lojas, sobretudo das de vestuário e calçado. As vendas a retalho no Reino Unido caíram em fevereiro, embora por uma taxa inferior à esperada, depois de um mês de janeiro pontuado por fortes saldos. O volume de vendas no retalho caiu 0,4% no mês passado, após uma subida de 2,3% em janeiro, refletindo em parte a fraca procura por vestuário para a nova estação, indicou o gabinete de estatística do país. Os analistas tinham previsto uma quebra de 0,7%. Em termos anuais, as vendas subiram 3,8% em fevereiro, em linha com as expectativas, mas abaixo do crescimento de 5,4% registado em janeiro. «Os retalhistas tiveram mais um mês forte em fevereiro em comparação com o ano passado, com a exceção do vestuário e calçado», afirmou Melanie Richard, do Office for National Statistics (ONS). «Algumas dessas lojas têm-nos dito que as novas coleções para a primavera e verão foram afetadas pelo tempo frio e chuvoso do mês passado», acrescentou. Em valor, as vendas a retalho subiram 1,4% em termos anuais em fevereiro. Segundo o ONS, as vendas nos três meses até fevereiro foram afetadas por um acentuado decréscimo nas vendas de vestuário, o maior desde dezembro de 1990, com uma queda de 3,4%. O tempo mais quente do que o normal em dezembro prejudicou a procura por vestuário de inverno e um mês de fevereiro anormalmente chuvoso travou as compras de vestuário de primavera. Em volume, as vendas a retalho no trimestre até fevereiro subiram 0,8%, o menor aumento desde agosto de 2015.

2E os mais sexy de 2016 são…

A Victoria’s Secret publicou um guia sobre as pessoas, lugares e objetos mais sexy para 2016. A lista “What is Sexy?” da especialista em lingerie enumera as mulheres mais fortes e poderosas de Hollywood, a começar por Jennifer Lopez, que garante o título de “Sexy para sempre”. Kerry Washington ganha o título de expoente da sensualidade para a categoria de atriz, Demi Lovato é nomeada como cantora, a futebolista olímpica Alex Morgan vence no campeonato das atletas e a atriz e empresária Sofia Vergara foi a escolhida na categoria de “magnata mais sexy”. A atriz sueca Alicia Vikander recebe o título de “importação internacional mais sexy”. A lista inclui ainda Kylie Jenner, Hailey Baldwin, Selena Gomez, Ellie Goulding e Julianne Hough, assim como a vlogger britânica de moda e beleza Zoe Sugg, que arrecada a distinção de “Estrela de Beleza Mais Sexy”. Mas o guia traz mais do que referências a pessoas. O bulldog francês Pippa de Chrissy Teigen ganha o título para animais de estimação, Nashville é a cidade americana mais sexy e Paris é distinguida em termos internacionais.

3Dubai investe em “cidade grossista”

O Dubai lançou um projeto de construção para uma cidade grossista, alegadamente a maior do mundo, num investimento de 30 mil milhões de dirhams (cerca 7,5 mil milhões de euros). Segundo a agência oficial Wam, a cidade deverá abranger uma área superior a 51 milhões de metros quadrados e albergar cerca de 15 mil grossistas. O Dubai opera já a zona de comércio livre Jebel Ali, uma das maiores do mundo, e pretende aumentar a sua quota no comércio grossista internacional, com um valor estimado de 3,96 biliões de euros, acrescenta a agência. Segundo a mesma fonte, o investimento no projeto será faseado ao longo de 10 anos. «O nosso interesse no comércio não é nada de novo, uma vez que o comércio é a base da prosperidade do nosso país», afirmou o emir Sheik Mohammed bin Rashid Al-Maktoum, que é ainda vice-presidente e primeiro-ministro dos Emiratos Árabes Unidos. Os recursos petrolíferos do Dubai acabaram e o emirato baseou o sucesso da sua economia da indústria de serviços. O Dubai irá organizar a Exposição Mundial de 2020, que espera que atraia 25 milhões de visitantes.

4Versus dá força à Versace

A casa de moda italiana Versace revelou que o seu volume de negócios em 2015 aumentou 17,5%, graças em grande parte às vendas de acessórios e da sua segunda linha, a Versus. O volume de negócios da marca aumentou para 645 milhões de euros, enquanto as vendas a retalho subiram 28,9%, para 400,7 milhões de euros e as vendas no comércio eletrónico cresceram 31,2%. O volume de negócios aumentou 33% na Europa, 36,6% na China, 26,7% na Ásia e 27% na América do Norte, indicou a empresa em comunicado. A Versace sublinha «uma performance particularmente forte dos acessórios para homem e senhora, que representaram 50% das vendas a retalho na primeira linha» e refere que a Versus, que é usada por celebridades como Jennifer Lopez e Alexa Chung, «teve um ano extraordinário, com as vendas em boutiques a mais do que duplicarem» em comparação com o ano anterior. Perfumes, óculos e interiores tiveram uma boa performance, segundo a Versace. A casa de moda, fundada em Milão em 1978, mostrou «resiliência face a um ambiente difícil para a indústria de luxo», afirmou o CEO Gian Giacomo Ferraris, que acrescentou estar «cautelosamente otimista para 2016». Este ano, a Versace «vai investir até 50 milhões de euros para a abertura de novas lojas e grandes remodelações, incluindo as nossas flagship na 5.ª Avenida em Nova Iorque e em Milão», referiu o CEO.

5Confiança em queda na Nova Zelândia

A confiança dos consumidores na Nova Zelândia caiu nos primeiros três meses do ano, à medida que as previsões para a economia mundial se deterioram. O índice Westpac McDermott Miller caiu 1 ponto, para 109,6 no primeiro trimestre, mantendo-se contudo acima dos 100, o que indica que há mais pessoas otimistas do que pessimistas. Satish Ranchod, analista do Westpac Banking Corp, afirma que as famílias estão nervosas com a direção que a economia está a tomar, apesar dos dados do governo mais recentes terem revelado que o PIB da Nova Zelândia cresceu a um ritmo mais rápido do que o esperado, impulsionado pelas vendas no retalho, serviços empresariais e atividade de construção. Em relação às suas finanças pessoais, os consumidores continuaram otimistas em relação ao futuro, com 6,5% a afirmar que espera estar melhor dentro de um ano, em comparação com 4% há três meses. Cerca de 26,7% considera que esta será uma boa altura para comprar artigos para a casa com preços mais elevados, um ligeiro aumento em comparação com o trimestre anterior (26,4%). Ranchod refere ainda que as taxas de juro baixas estão a despoletar o apetite de consumo, apesar do nervosismo com as perspetivas em geral, pelo menos por enquanto. O estudo foi feito através do inquérito a 1.554 pessoas em todo o país.

6New York & Co brilha com Mendes e Hudson

A retalhista de vestuário de senhora New York & Co está a recuperar e a retomar o seu estatuto como «principal destino de vestuário», afirma o CEO Gregory Scott, que se mostrou satisfeito com o aumento das vendas, comparações positivas e aumento das margens brutas. «Acabamos em força, com mais um ano de crescimento bem sucedido e de progresso para os nossos objetivos a longo prazo», confirmou. O CEO citou os bons resultados obtidos com as coleções exclusivas com celebridades e de submarcas, incluindo a Eva Mendes Collection e a coleção Jennifer Hudson for Soho Jeans. «Ficamos mais perto dos nossos clientes com um marketing de alto impacto e programas de fidelização, evoluímos nas nossas capacidades omnicanal para sermos capazes de servir os nossos consumidores onde e quando eles decidem comprar e continuamos a atingir os nossos objetivos de eficiência à medida que executamos o nosso programa de redução de custos Project Excellence», acrescentou Scott. No quarto trimestre, as vendas subiram 1,5%, para 271,3 milhões de dólares (242,3 milhões de euros), e as vendas comparáveis subiram 1,9%. Para o ano fiscal de 2016, a retalhista espera que as vendas aumentem por um dígito baixo.