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  1. Aldeias impulsionam retalho chinês
  2. Archive by Alexa Chung regressa à M&S
  3. Ikea bate recorde de vendas
  4. Gwyneth Paltrow estreia-se na moda
  5. Denim é o tecido oficial da Califórnia
  6. Indianos contagiados pelas compras online

1Aldeias impulsionam retalho chinês

As fortes vendas levaram o volume de negócios no retalho na China para novos níveis em agosto, graças a um forte potencial de consumo nas áreas rurais. As vendas a retalho de bens de consumo subiram 10,6% em termos anuais, para 2,75 biliões de yuans (cerca de 369,7 mil milhões de euros), segundo o gabinete de estatística do país, ultrapassando o crescimento de 10,2% em julho e a média de 10,3% registada nos primeiros oito meses do ano. O aumento foi em grande parte impulsionado pelo crescimento do consumo nas áreas rurais, onde as vendas a retalho subiram 10,9% em comparação com 10,6% nas áreas urbanas. O retalho online é outro dos pontos fortes, com as vendas de bens de consumo a aumentarem 26,7% em termos anuais nos primeiros oito meses, para 3 biliões de yuans. As áreas rurais e o comércio eletrónico deverão desenvolver-se mais à medida que os principais impulsionadores do mercado, como o Alibaba e o JD.com, continuam a expandir a sua abrangência a cidades mais pequenas, onde o retalho físico de qualidade está relativamente limitado. Ambas as empresas abriram espaços físicos em aldeias, equipados com computadores e mostruário de produtos, para ajudar os consumidores rurais a comprar online. A China tem tentado aumentar as vendas a retalho numa altura em que tenta mudar o principal motor do crescimento económico da produção e exportação para o consumo. No ano passado, o consumo contribuiu para 66,4% do PIB da China, um aumento de 15,4% em comparação com 2014.

2Archive by Alexa Chung regressa à M&S

A Marks & Spencer confirmou uma segunda coleção Archive by Alexa Chung, que será lançada a partir de 1 de novembro para o importante período do Natal. Embora os detalhes desta segunda coleção ainda não tenham sido revelados, Chung foi fotografada a usar um vestido de festa preto com bolinhas brancas. As peças da coleção, que inclui 27 itens, serão batizadas com o nome de ruas em Leeds, a cidade inglesa onde a Mark & Spencer foi fundada em 1884. «Para esta segunda coleção quis focar-me numa onda mais de vestuário de noite de luxo para nos levar para a época de festas de inverno e fiquei muito entusiasmada por mais uma vez descobrir muita inspiração com o arquivo da Marks & Spencer», afirmou, em comunicado, a modelo e apresentadora de televisão. A primeira coleção de Alexa Chung para a Marks & Spencer, lançada em abril, vendeu 20 mil peças no final da tarde do primeiro dia, com a blusa com folhos Harry a esgotar quase de imediato. Chung, entretanto, vai lançar a sua gama de streetwear em maio do próximo ano.

3Ikea bate recorde de vendas

A gigante sueca do mobiliário e artigos para a casa Ikea registou um crescimento de 7% nas vendas do ano, atingindo um valor recorde de 34,2 mil milhões de euros. Um passo que consolida o objetivo de atingir 50 mil milhões de euros em vendas em 2020, segundo o diretor-executivo do grupo, Peter Agnefjall. O grupo Ikea revelou em comunicado que as vendas comparáveis subiram 5% nos 12 meses até agosto. Há um ano, as vendas totais aumentaram 11%, com as vendas comparáveis a registarem um incremento de 5%. «A China continua a ser um dos mercados em mais rápido crescimento para o grupo Ikea, juntamente com a Austrália, Canadá e Polónia», indicou a empresa. A Alemanha continua, contudo, a ser o principal mercado do grupo sueco, seguido dos EUA, tendo registado mais um ano recorde. Ainda este ano, o Ikea vai abrir as primeiras lojas na Índia e na Sérvia. Para além de 12 novas lojas, o grupo abriu 19 pontos de encomenda e recolha durante o ano e planeia aumentar o foco no retalho omnicanal. O grupo Ikea opera 340 lojas em 28 países e detém ainda 41 centros comerciais e 25 espaços de retalho no exterior.

4Gwyneth Paltrow estreia-se na moda

Gwyneth Paltrow lançou a sua primeira coleção de moda, resultante de uma parceria com «uma pequena equipa de designers» e lançada sob a designação Goop Label. «Quis criar um produto que tem uma grande qualidade e um ótimo valor – penso que há um enorme vazio no mercado de pronto-a-vestir luxuoso a um preço direto ao consumidor», explica a atriz e empresária em comunicado. As peças são produzidas em Itália, nas mesmas fábricas que produzem marcas de luxo como Azzedine Alaia, Proenza Schouler, Vetements e Dries Van Noten, refere. A marca vai lançar uma coleção limitada de até cinco «básicos elevados» por mês, com peças adequadas à estação. Segundo a Goop Label, as peças, pensadas para o dia a dia, são elegantes e confortáveis, abrangendo desde «o blazer perfeito a uma camisola mais obscura». A edição de setembro já está à venda, incluindo um blazer, com o preço de 695 dólares (cerca de 625 euros), inspirado num antigo casaco de Gwyneth Paltrow. «Tive um casaco há anos que adorava, que tinha um cinto na cintura. Usava-o apertado quando queria uma silhueta mais feminina ou sem o cinto quando queria algo mais a direito», explicou a atriz. «para esta versão fui muito inspirada pelos fatos de flanela dos estudantes ingleses – mas com um toque feminino», conclui Paltrow.

5Denim é o tecido oficial da Califórnia

O governo da Califórnia declarou o denim como o tecido oficial do estado. A assembleia estadual aprovou uma lei com 59 votos a favor e três contra. Segundo o texto oficial, a razão por detrás desta proposta é a história do tecido e do estado, que se misturam. O denim faz alegadamente parte da história da Califórnia desde 1850. A proposta de lei foi apresentada por Marc Levine, membro democrata da assembleia do estado. Os jeans em denim foram inventados durante a Era da Corrida ao Ouro em San Francisco, de acordo com o texto da lei. «Hoje a Califórnia é responsável por cerca de 75% dos jeans de denim premium vendidos em todo o mundo. A indústria emprega mais de 200 mil pessoas só no sul da Califórnia, tornando-a no maior centro de produção de moda nos EUA. Os jeans em denim podem ser encontrados no guarda-roupa de 96% dos consumidores americanos que, em média, têm sete pares. Os jeans representam um mercado global avaliado em 60 mil milhões de dólares [53,8 mil milhões de euros] para os retalhistas», pode ler-se.

6Indianos contagiados pelas compras online

Os consumidores na Índia estão a visitar mais frequentemente as plataformas de comércio eletrónico, sobretudo para fazerem compras de vestuário, calçado, smartphones e entretenimento. Cerca de 12% dos consumidores fizeram uma compra online diariamente em 2015, em comparação com 9% em 2013, segundo um estudo recente da Federação Indiana de Câmaras de Comércio e da Indústria e da PwC. O número daqueles que fizeram uma compra online semanalmente também aumentou para 39% em 2015, em comparação com 31% em 2013, enquanto a quota dos que fizeram uma compra mensal ficou estagnada em 33%. Livros, música, filmes, videojogos, vestuário e calçado são as categorias de produto preferidas pelos consumidores online, com apenas 7% dos compradores a afirmarem que não compram estes itens online. Os smartphones registaram o maior crescimento de compras online, de 6% em 2013 para 9% em 2015. Os pagamentos móveis na Índia estão igualmente a par com os da China, em 25%, mais do dobro da média mundial de 12%. Embora muitos negócios tenham lançado sites de comércio eletrónico e versões para dispositivos móveis, o estudo indica que a maior parte não irá sentir resultados significativos, já que simplesmente estão a transportar a oferta que têm em lojas físicas para o online. «As empresas têm de ter uma visão fresca para responder às características únicas da Internet e dos dispositivos inteligentes e terem formas poderosas de envolver e servir os consumidores», sublinha o estudo.