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  1. Dia dos Namorados mais poupado
  2. Schroders sai da French Connection
  3. México prepara negociações
  4. Ferragamo acaba 2016 em força
  5. Consumidores franceses reforçam confiança
  6. Pronto-a-vestir arranca em Nova Iorque

1Dia dos Namorados mais poupado

Os consumidores americanos vão gastar, em média, 136,57 dólares no Dia dos Namorados, de acordo com um estudo na National Retail Federation (NRF) e a Prosper Insights & Analytics. O valor é inferior ao do ano passado, onde foi gasto um recorde de 145,84 dólares (135,8 euros). O montante total gasto a 14 de fevereiro deverá atingir 18,2 mil milhões de dólares, em comparação com 19,7 mil milhões de dólares no ao passado. O consumo tinha vindo a aumentar nos últimos anos 10 anos, com a queda antecipada para este ano a ser atribuída a uma queda de 10% das pessoas que pensam celebrar o dia, com apenas 54% dos inquiridos em 2017 em comparação com 63% em 2007. Este ano, os presentes mais populares são “experiências”, como bilhetes para um concerto ou eventos desportivos. Os consumidores planeiam fazer compras em grandes armazéns (35%), lojas discount (32%), online (27%), lojas especializadas (18%), floristas (18%) e pequenos negócios locais (15%). «O Dia dos Namorados continua a ser uma ocasião popular para dar presentes, apesar dos consumidores estarem mais frugais este ano», indica o CEO da NRF, Matthew Shay. «Os consumidores vão perceber que os retalhistas reconhecem que os seus consumidores estão á procura dos melhores negócios e vão oferecer bons negócios, tal como fizeram durante a época de Natal», acrescentou. Do outro lado do Atlântico, os consumidores britânicos vão gastar apenas 22,58 libras (26,25 euros) com o Dia dos Namorados, num total de 713 milhões de libras. Os que habitam na Escócia e em Londres são os que vão gastar mais por pessoa, segundo um estudo da eHarmony. Só 13% dos inquiridos indicaram ir celebrar o Dia dos Namorados.

2Schroders sai da French Connection

A segunda maior acionista da French Connection, a Schroders, vendeu a sua quota de 9,27% na retalhista de moda britânica a um comprador cujo nome não foi revelado. A venda está a alimentar a especulação de uma aquisição da French Connection, atualmente a passar por dificuldades. A Gatemore Capital, a OTK e a Zoar Invest, que representam em conjunto 15% da French Connection, juntaram forças para exigir mudanças na administração e uma possível venda da retalhista, após «um enorme declínio em valor».

3México prepara negociações

O governo do México deu início a um processo formal de consulta de 90 dias com a comunidade empresarial do país, necessário antes das conversações para rever o Nafta (o acordo de comércio livre da América do Norte) e estar preparado para todos os cenários. O Ministro dos Assuntos Externos, Luis Videgaray, indicou que a sua visita a Washington no final de janeiro teve como objetivo estabelecer as fundações da colaboração com a Administração Trump e não negociar detalhes comerciais de qualquer indústria. As conversações devem começar em maio, e o México vai trabalhar para diversificar as suas relações, procurando acordos de comércio livre com parceiros da Parceria Transpacífico que ainda não estão cobertos por pactos comerciais, incluindo a Austrália, Nova Zelândia, malásia e Singapura, indicou Videgaray. O governo do México vai falar com representantes de indústrias como a agricultura, produção automóvel e têxteis sobre o impacto do Nafta nas últimas duas décadas, enquanto decorre um processo semelhante do outro lado da fronteira, nos EUA. A administração do Presidente Enrique Pena Nieto espera ainda um resultado positivo das conversações com os EUA em áreas tão diferentes como o comércio, a segurança e a imigração. «Queremos chegar a um acordo e vamos chegar a um acordo», afirmou Luis Videgaray aos jornalistas na Cidade do México na semana passada. «Mas temos de estar preparados para todos os cenários», acrescentou.

4Ferragamo acaba 2016 em força

A casa de moda italiana Salvatore Ferragamo registou um crescimento das vendas anuais de apenas 1% em 2016, para 1,44 mil milhões de euros, mas registou melhorias no último trimestre. O valor das vendas ficou acima das expectativas dos analistas, que antecipavam 1,42 mil milhões de euros, mas a câmbios constantes as vendas desceram 2%. O volume de negócios no último trimestre, contudo, aumentou 4% a taxas de câmbios atuais, o equivalente a 1% a câmbios neutros. As vendas no mercado da Ásia-Pacífico, um mercado essencial, subiram 4% a taxas de câmbio atuais no último trimestre de 2016, apesar da debilidade registada em Hong Kong. As vendas na Europa caíram 2% a taxas de câmbio atuais, mas subiram 7% na América do Norte. Por categoria, em 2016 o calçado registou um aumento de vendas de 1,7%, para 611 milhões de euros, representando 42,5% do total. As carteiras e acessórios em pele permaneceram estagnadas em 529 milhões de euros (36,8% do total) e o pronto a vestir subiu 0,6%, para 93,5 milhões de euros, que representa agora 6,5% das vendas. O restante está dividido entre perfumes (+0,5%, para 88 milhões de euros) e sedas e outros acessórios (-2,2%, para 93,2 milhões de euros).

5Consumidores franceses reforçam confiança

Os consumidores franceses mostraram-se ligeiramente mais confiantes em janeiro, de acordo com os dados mais recentes do gabinete de estatística Insee, regressando ao nível da média a longo prazo de 2007. A confiança em janeiro ganhou um ponto face a dezembro, tendo ficado em 100 pontos, um nível que já não era atingido desde a crise financeira de 2008. O indicado do Insee deriva das respostas a duas principais categorias de questões: um que cobre a situação pessoal das famílias e outra que cobre a perceção dos consumidores sobre a situação económica no geral. A percentagem de famílias que acredita que é uma boa altura para fazer compras significativas permaneceu estável, bem acima da média a longo prazo, enquanto a opinião sobre a capacidade futura de poupar se mantém idêntica, apesar de ter havido um aumento em comparação com dezembro daqueles que acreditam que «é útil poupar dinheiro». Em termos da situação económica no geral, o estudo mostrou que as famílias estão moderadamente confiantes em relação às perspetivas de nível de vida em França, com o saldo de opiniões quase estável (-1 ponto) em termos de valor médio a longo prazo. O receio do desemprego diminuiu fortemente, após ter tido a primeira queda em outubro, e, de acordo, com o Insee, registou o nível mais baixo desde junho de 2008.

6Pronto-a-vestir arranca em Nova Iorque

Com os calendários da moda masculina e da alta-costura já cumpridos, o pronto-a-vestir de senhora ocupa agora as passerelles, a começar por Nova Iorque. A partir do dia 9 de fevereiro, as fashionistas concentram-se na Big Apple para uma semana de desfiles onde se irão apresentar as coleções para a próxima estação fria mas também as propostas que vão chegar de imediato às lojas. Divididos entre Skylight Clarkson Sq e Bethune Street – assim como em vários locais espalhados pela cidade – os desfiles irão mostrar as novas coleções de mafrcas como a Nicholas K – que abre o evento às 10h do dia 9 de fevereiro –, Desigual, Jeremy Scott, Jenny Packham, Oscar de la Renta & Monse, Badgley Mischka, Brandon Maxwell, Derek Lam, Marchesa e irina Vitjaz, que encerra o calendário oficial no dia 15 de fevereiro.