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  1. OVS adota Fashion PLM da Lectra
  2. Modatex de portas abertas
  3. Onda Wetsuits equipa desporto escolar
  4. Ungaro tem novo diretor criativo
  5. Retalho morno na Austrália
  6. Petróleo prejudica regresso da ITV na Nigéria

1OVS adota Fashion PLM da Lectra

A retalhista italiana de moda OVS, que conta com mais de 900 lojas em Itália e no estrangeiro, escolheu o Lectra Fashion PLM para reestruturar o seu processo de desenvolvimento de produto. A solução vai integrar todos os dados e processos relacionados com o ciclo de vida da coleção e dos produtos num único sistema de gestão de dados. Esta plataforma colaborativa vai simultaneamente servir para ligar todas as equipas nas diferentes localizações geográficas. «A história da OVS e a sua escalada para o sucesso mostra que é uma empresa ambiciosa e com os olhos postos no futuro. Tendo em conta o sentido de direção para o futuro da OVS e o seu sucesso mundial, estamos entusiasmados por embarcar neste caminho do PLM com eles», afirma Céline Choussy Bedouet, diretora de marketing e comunicação da Lectra. Fundada em 1972, a OVS tem um modelo de negócio de retalho verticalmente integrado, com uma oferta de moda para homem, senhora e criança.

2Modatex de portas abertas

O centro de formação Modatex volta a organizar a iniciativa Open Day Modatex, com várias ações de divulgação da sua oferta formativa junto dos jovens e de todos os que estejam interessados numa carreira na indústria têxtil e vestuário. As ações vão decorrer nos cinco centros do Modatex – Porto, Lisboa, Covilhã, Barcelos e Vila das Aves – com uma mostra dos cursos com maior empregabilidade em cada uma das regiões. «Cada edição do Open Day terá um tema específico e uma componente prática, já que os visitantes poderão conhecer e experimentar as técnicas relacionadas com área a que o Open Day é dedicado», explica, em comunicado, o Modatex, sublinhando que «a participação nesta iniciativa pode ser, para muitos, o primeiro contacto com uma área de formação apelativa e em que as empresas do sector têm necessidade de recursos humanos especializados». O primeiro Open Day Modatex realiza-se na Covilhã já amanhã (10 de março) e será dedicado a Metedeiras de Fios. No dia 17 de março será a vez de Barcelos e Vila das Aves, ambas com o Open Day de Modelação + Confeção, a que se seguirá o Porto, dedicado ao Design de Moda, e Vila das Aves, dedicado a Tecelagem, no dia 24 de março. A iniciativa prolonga-se até 26 de junho e a participação é gratuita, embora sujeita a inscrição prévia através do website do Modatex.

3Onda Wetsuits equipa desporto escolar

A ONDA Wetsuits vai equipar os 41 centros de formação desportiva (CFD) de surf e modalidades aquáticas existentes em Portugal. A marca da P&R Têxteis foi a escolhida num concurso lançado pela Federação Portuguesa de Surf para o fornecimento de neoprenos e licras. «Esta associação ao desporto escolar e aos CFD tem tudo a ver com a visão e caminho que a marca quer seguir: Improve Your Surfing. Temos um objetivo em mente que é fazer parte da evolução do surfista como atleta e pessoa. E queremos que a ONDA tenha parte ativa nesse processo, seja através dos seus materiais ou outro tipo de ações», explicou Paulo Green, Global Activator da marca. «A associação com este projeto, com a Federação Portuguesa de Surf / Desporto Escolar encaixa-nos que nem uma luva pelos ideais que representam: formação, juventude, desporto, progressão. É uma honra poder contribuir para o desenvolvimento de mais uma geração de futuros surfistas», acrescentou.

4Ungaro tem novo diretor criativo

A Emanuel Ungaro nomeou Marco Colagrossi como diretor criativo da linha de pronto-a-vestir de senhora, para substituir Fausto Puglisi. A casa de moda, que não conseguiu entregar a coleção para a primavera 2017 porque a sua licenciada Modalis apresentou uma petição para chegar a acordo com os credores, decidiu trazer a produção de novo para dentro de portas, segundo o WWD. A Ungaro assinou um acordo de produção com a produtora italiana Cieffe Srl e nomeou a consultora de gestão de marca Angela Casiero para supervisionar todas as operações na América do Norte, incluindo marketing estratégico, relações públicas e crescimento de marca, indica o WWD. A Ungaro regressar com a linha cruise em junho, que será a primeira a ser desenhada por Colagrossi. O designer, de 43 anos, esteve anteriormente na equipa de designer de moda de senhora da Giorgio Armani e da Dolce & Gabbana e foi consultor em várias outras marcas de pronto-a-vestir. «Estamos desejosos de mostrar a visão de Marco Colagrossi para a marca. Ele tem um ótimo sentido de cor, feminilidade e luxo e o conhecimento incrível da Cieffe vai certamente ajudar-nos a impulsionar a Emanuel Ungaro para o seu potencial completo», acredita a diretora-geral Marie Fournier. A marca Ungaro é controlada por Asim Abdullah, o empresário de San Francisco, e pelo seu braço de investimento Aimz.

5Retalho morno na Austrália

As vendas a retalho na Austrália baixaram 0,1% em dezembro, para 25,6 mil milhões de dólares australianos, contrariando as expectativas dos analistas, que esperavam uma subida de 0,3%. No entanto, um aumento das vendas no último trimestre sugere que os consumidores começaram cedo as compras de Natal. O gabinete de estatística da Austrália afirmou que a performance mais fraca em dezembro foi liderada por uma diminuição na procura por bens para a casa, que desceu 2,3%. Pelo lado positivo, as vendas de vestuário, calçado e acessórios aumentaram 1,4%, enquanto as vendas em grandes armazéns subiram 0,3%. Um crescimento de 0,9% das vendas trimestrais foi «um resultado bastante sólido no geral», afirma o economista-sénior da CommSec, Savanth Sebastian, que sugere que os australianos fizeram as compras de Natal mais cedo, em vez de correrem às lojas na véspera. «Embora o aumento nos volumes de vendas a retalho no quarto trimestre seja razoavelmente sólido, a debilidade nas vendas mensais em novembro e dezembro sugere que o crescimento no primeiro trimestre [de 2017] deverá abrandar», acrescenta.

6Petróleo prejudica regresso da ITV na Nigéria

A queda nas receitas com o petróleo na Nigéria está a pôr em causa o plano do presidente Muhammadu Buhari de revitalizar as indústrias têxtil e de couro no norte da Nigéria para diversificar a maior economia africana. O colapso nos rendimentos provenientes do petróleo empurrou o país da África Ocidental para a sua primeira recessão em 25 anos, tornando difícil para o Estado conceder empréstimos ou melhorar o fornecimento errático de energia que levou ao encerramento da maior parte das fábricas. Além disso, a decisão do banco central de manter a moeda a uma taxa de câmbio elevada face ao dólar deteve os investidores estrangeiros, que temem ser apanhados eventualmente numa desvalorização. Tem havido alguns investimentos chineses limitados nos últimos anos no que resta das indústrias têxtil e de couro da Nigéria, mas a maior parte das fábricas continuou fechada desde os anos 80 e 90. Talba Goni está a tentar obter fundos ou empréstimos do Estado para retomar a atividade na empresa têxtil que geria antes da mesma ter fechado há 15 anos. Goni teve de despedir 2.500 trabalhadores, que se juntaram aos muitos desempregados que têm sido uma das bases de recrutamento do grupo de terroristas Boko Haram. «Assim que conseguirmos começar na empresa, vamos resolver muito deste problema de desemprego», acredita. Talba Goni, contudo, enfrenta vários problemas, desde o acesso a financiamento até ao fornecimento de energia. «Não podemos operar sem petróleo, é muito caro e é também muito escasso», sublinhou.