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  1. Portugueses confiam na Sport Zone
  2. Victoria Beckham chega à Target
  3. 100 anos de passos criativos
  4. Rodolfo Paglialunga abandona Jil Sander
  5. Millennials rendidos à Amazon
  6. Tom Ford desiste de ver agora/comprar agora

1Portugueses confiam na Sport Zone

A marca desportiva Sport Zone viu recentemente a sua liderança e preferência reconhecidas pelo estudo “Marcas de Confiança 2017”. Pelo 4.º ano consecutivo, a Sport Zone alcançou o primeiro lugar na categoria “Lojas de Desporto e Moda Desportiva”, no estudo elaborado pela revista Selecções do Reader’s Digest. A análise “Marcas de Confiança”, já na sua 17.ª edição, distingue anualmente as marcas nas quais os portugueses mais confiam, num prémio atribuído pelos leitores da publicação. A Sport Zone conquistou mais de 60% dos votos na categoria incluída no estudo desde 2014. «A distinção reconhece o esforço de toda a equipa Sport Zone no sentido de se estabelecer e diferenciar como uma marca com uma identidade própria e valores bem definidos, com a missão sempre presente de promover o acesso à prática desportiva», afirmou a marca em comunicado. Na mais recente edição, o estudo contemplou 60 categorias e teve por base um questionário da revista Selecções do Reader’s Digest endereçado a 15 mil inquiridos, em que dois terços eram adultos ativos. O trabalho de campo foi realizado entre 15 de setembro e 30 de novembro de 2016.

2Victoria Beckham chega à Target

A antecipada coleção cápsula da designer Victoria Beckham para a cadeia de moda rápida norte-americana Target, dedicada à primavera-verão 2017, foi finalmente divulgada num lookbook. Inspirada pelas «experiências partilhadas entre mãe e filha», a linha inclui mais de 200 peças em todas as categorias: mulher, jovem, criança e bebé. Disponíveis a partir do dia 9 de abril em 1.800 lojas selecionadas – a par do website internacional da Victoria Beckham –, as propostas da coleção “Victoria Beckham for Target” refletem a estética da Victoria, a segunda linha de Beckham, incluindo designs originais e silhuetas icónicas, em vestuário e acessórios. Com mais de 200 artigos disponíveis em pastéis suaves, cores vibrantes e estampados primaveris, a coleção é descrita como feminina e funcional e reflete o compromisso da designer com a qualidade. Os preços variam entre os 6 e os 70 dólares (aproximadamente entre os 5,52 e os 64 euros), com a maioria dos artigos posicionada abaixo dos 40 dólares.

3100 anos de passos criativos

O clássico modelo de cano alto da Converse, as Chuck Taylor All Star (ou “Chucks”), surgiu em 1917, inicialmente desenvolvido para os jogadores de basquetebol, desporto que estava a ganhar força nos EUA. Entretanto, no final da década de 1960, bandas como os Beatles, Ramones e Sex Pistols calçavam o modelo dentro e fora dos palcos e, a partir daí, as Chuck Taylor assumiram-se como calçado-chave no guarda-roupa de várias gerações. Em 2017, para comemorar os 100 anos das Chuck Taylor, a Converse lançou a campanha “Forever Chuck”, que se reparte por três vídeos e lookbooks com jovens criativos e empreendedores do universo do cinema, desporto, arte, música e moda. Os três vídeos foram dirigidos por Karim Huu Do e contam com a atriz Millie Bobby Brown, a “Eleven” da série de culto “Stranger Things”.

4Rodolfo Paglialunga abandona Jil Sander

Segundo o comunicado divulgado pela marca na semana passada, o diretor criativo Rodolfo Paglialunga está de saída da Jil Sander, confirmando-se os rumores que circulavam desde janeiro. Paglialunga, que mostrou a coleção final para a marca minimalista no mês passado durante a semana de moda de Milão, esteve no leme criativo durante três anos, depois de um período na Vionnet. «Decidimos encerrar a nossa jornada profissional com Rodolfo Paglialunga num acordo mútuo», declarou Alessandra Bettari, CEO da Jil Sander, em comunicado. «Queremos agradecer profundamente a Paglialunga pelo seu excelente trabalho na Jil Sander e o respeito que teve pelo ADN da marca», acrescentou. Embora a marca ainda não tenha nomeado um sucessor para Paglialunga, os designers Lucie e Luke Meier estão a ser apontados como possíveis codiretores criativos.

5Millennials rendidos à Amazon

A maioria dos consumidores não associa de imediato a Amazon ao vestuário. Porém, os dados continuam a mostrar que a plataforma de comércio eletrónico é um dos endereços favoritos dos internautas com vontade de renovar o guarda-roupa. Exemplo disso, nos EUA, a Amazon foi o portal de comércio eletrónico que mais vendeu vestuário em 2016 a consumidores com idades entre os 18 e os 34 anos – ou seja, à geração milénio. Os resultados foram divulgados pela empresa de pesquisa Slice Intelligence. A gigante do comércio eletrónico representou quase 17% de todas as vendas de roupa online neste grupo demográfico no ano passado, mais do que duplicando a quota de mercado do segundo maior vendedor, a Nordstrom. A Old Navy, J. Crew e Victoria’s Secret completaram o Top 5. Nas últimas estações, a Amazon introduziu algumas das suas marcas de vestuário, como a Lark & Ro, e de acordo com a informação divulgada pelos portais da especialidade a empresa está já a trabalhar numa linha de vestuário de performance.

6Tom Ford desiste de ver agora/comprar agora

Em setembro, Tom Ford foi uma das marcas pioneiras e apresentou um desfile ver agora/comprar agora. Ao que tudo indica, a primeira incursão do designer no emergente modelo de negócios foi, também, a última. Segundo informação avançada pelo portal WWD (depois confirmada por um representante de Tom Ford), a marca vai mostrar as coleções em Nova Iorque a partir da primavera-verão 2018 e o designer planeia ainda mudar as suas operações e a maioria da equipa de design de pronto-a-vestir feminino de Londres para Los Angeles. O novo estúdio ocupará a galeria Regen Projects, antigo local de trabalho de Hedi Slimane. Já o abandono do modelo que alinha a mostra das coleções com as estações parece ser uma consequência direta dos maus resultados financeiros. «O cronograma de entrega nas lojas não está alinhado com o cronograma de desfiles de moda», afirmou Ford ao WWD, explicando que a maioria do pronto-a-vestir de outono é expedida em agosto, criando um problema para as roupas de outono que desfilam na passerelle no mês seguinte, durante as coleções de setembro. Para o outono de 2016, as peças foram enviadas para os revendedores pouco depois de julho, mas foram embargadas até ao dia depois do desfile, em setembro. «Perdemos um mês de vendas, tínhamos mercadoria em stock», explicou o designer.