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  1. Caia lança mochila térmica
  2. O vencedor do grande prémio PV é…
  3. Vendas de vestuário em queda nos EUA
  4. Fibrenamics prepara 3.ª partida da ICNF
  5. Tendências em sobreposição
  6. Alibaba diz não aos robots

1Caia lança mochila térmica

A Caia, marca portuguesa de almofadas e acessórios de praia fabricados em Portugal nascida em 2012, tem novidades para o verão de 2017. A marca acaba de lançar um novo produto de edição limitada que, garante a fundadora Inês Fortunato, «irá fazer as delícias dos amantes do sol e dos snacks na praia». A Lunchpack é uma mochila térmica para levar as refeições sem nunca perder o sabor. Com quatro padrões exclusivos, as Lunchpack prometem ser «as lancheiras mais giras, com muita cor e padrões apaixonantes», enumera a fundadora. As mochilas “Alegria”, “Enamorada”, “Banana Split” e “Luz” são os modelos propostos e os seus padrões existem também na coleção da Caia de almofadas de praia. As mochilas estão disponíveis em dois tamanhos – XL e XS – sendo térmicas no interior e impermeáveis no exterior. Desde a sua fundação, a Caia já se estendeu além-fronteiras e encontra-se presente em mercados como Espanha, Austrália, Brasil, Dubai, EUA, Angola e Canadá.

2O vencedor do grande prémio PV é…

A 30 de abril de 2017, antes do encerramento do 32.º Festival Internacional de Moda e Fotografia de Hyères, o júri de moda, presidido por Bertrand Guyon, diretor de design da Schiaparelli, reconheceu o talento da jovem designer suíça Vanessa Schindler com o Grande Prémio Première Vision 2017, que inclui uma bolsa no valor de 15.000 euros. A Première Vision tem sido associada ao famoso festival internacional para jovens designers desde 2011 e concedeu o Grande Prémio de Moda pelo 5.º ano consecutivo. Em fevereiro de 2017, para apoiar a criatividade, a Première Vision abriu as portas do seu salão de Paris aos finalistas do concurso de moda e aos 10 candidatos selecionados para o novo prémio de Acessórios. Esta abertura garantiu-lhes o acesso exclusivo aos produtos (fios, tecidos e acessórios) das melhores empresas do mundo e ao apoio de confeção para as respetivas coleções. Não obstante, o compromisso da Première Vision com Vanessa Schindler não acaba aqui. A vencedora da competição de moda foi convidada para a Première Vision New York, a decorrer nos dias 18 e 19 de julho de 2017, e também para a Première Vision Paris, que acontece entre os dias 19 e 21 de setembro. De acordo com o comunicado do salão internacional «Vanessa Schindler esforça-se para encontrar uma alternativa ao design e construção de vestuário clássicos. Inspira-se na arquitetura e na decoração de interiores, compondo cada silhueta da coleção como se estivesse a arranjar um interior único com materiais contrastantes, vegetação e movimento, utilizando um material inesperado: o uretano, um polímero líquido». Na coleção feminina intitulada “Urethane, Chapitre 2”, a jovem designer cria uma interação de texturas e transparências, colocando uretano sobre tule e rede fina.

3Vendas de vestuário em queda nos EUA

Nos EUA, as vendas do retalho recuperaram de dois meses de desaceleração em abril – mas o vestuário foi uma das categorias que não sentiu a retoma, com os consumidores longe dos shoppings e a concorrência online a intensificar-se. Segundo dados do Departamento de Comércio, divulgados a 12 de maio, as vendas do retalho subiram 0,4% no mês passado, depois de um ganho de 0,1% em março. As vendas comparáveis cresceram 4,5% em abril. Excluindo automóveis, combustíveis, materiais de construção e serviços de alimentação, as vendas do retalho subiram 0,2% em abril, depois de um ganho de 0,7% em março. Contudo, as vendas nas lojas de vestuário caíram 0,5% em março, superando ainda assim em 0,5% os valores de abril passado. As vendas nas lojas generalistas baixaram 0,5% em relação ao mês anterior e 0,7% comparativamente a 2016. Enquanto isso, as vendas nas lojas de artigos desportivos e de lazer aceleraram 0,6% no mês, embora tenham caído 2,4% em relação ao ano anterior. «O retalho está a enfrentar muitos desafios, mas a fonte dessas dificuldades não é o facto dos consumidores gastarem menos. É uma consequência de uma mudança naquilo em que os consumidores gastam dinheiro», afirma Neil Saunders, diretor administrativo da Global Data Retail.

4Fibrenamics prepara 3.ª partida da ICNF

A Plataforma Internacional Fibrenamics está a organizar a ICNF 2017 – a 3.ª conferência internacional de fibras naturais, que decorrerá entre os dias 21 e 23 junho de 2017, em Braga. De acordo com a Fibrenamics, «trata-se de um evento de referência internacional no domínio das fibras naturais, considerando as suas aplicações em diversas áreas, incluindo, a têxtil, vestuário, automóvel, construção, arquitetura, proteção, medicina, entre outros». Até ao momento, estão já registados 300 participantes de 45 países e 245 apresentações, com o programa já disponível. A ICNF 2017 será ainda uma «excelente oportunidade» para os participantes apresentarem, dentro do Natural Fibrenamics Green Award, produtos e soluções inovadoras.

5Tendências em sobreposição

Uma das macrotendências da estação fria está de volta para o verão. A sobreposição de peças permite fundir no mesmo coordenado várias microtendências e mostrar uma estética casual no quotidiano. No entanto, o jogo de camadas exige alguma contenção dependendo do ambiente e, claro, da temperatura. Uma introdução possível à tendência passa pela sobreposição de um vestido leve ou de um camiseiro – às riscas ou com pormenores bordados – e jeans boca-de-sino com bainha desfiada, podendo usar-se, inclusivamente, no escritório. Para as amantes da cor, calças creme, camisa estampada e camisola leve com textura compõem um look em camadas perfeito e confortável para um dia mais fresco. Já um vestido de seda combinado com calças fluidas pode ser interessante para um jantar ou saída noturna, tal como um vestido floral com calças de couro pretas.

6Alibaba diz não aos robots

Jack Ma, fundador e presidente do gigante online Alibaba, defendeu recentemente que a Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias vão causar «mais dor do que felicidade» às pessoas nos próximos 30 anos. Embora alguns analistas defendam que a ascensão dos robots vai fomentar novos empregos, bem como destruir os antigos, Ma acredita que, no futuro, os seres humanos vão estar a competir com os robots por menos empregos. O empresário sublinhou que as empresas terão de se adaptar ou vão ter problemas. Como evidência, Ma citou as centenas de discursos que deu há mais de uma década a alertar as empresas para o impacto do retalho digital. Segundo ele, poucas lhe deram ouvidos. Apesar de acreditar que «as máquinas devem fazer o que os seres humanos não podem», e que «só desta forma podemos ter oportunidade de manter as máquinas como parceiras de trabalho e não como substitutas», Ma afirma que até os CEO’s serão substituídos por robots dentro de três décadas. Embora se argumente que os empregos com baixos salários enfrentam maiores riscos com a chegada da IA/robótica, o empresário acredita que a capacidade dos robots para avaliar as situações mais rápida e racionalmente do que os seres humanos, não sendo afetados por emoções, significa que até o trabalho de maior responsabilidade nas empresas poderá ser automatizado.