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  1. ANIVEC promove concerto solidário
  2. Amazon é a favorita dos millennials
  3. Verão em alerta vermelho
  4. Chanel acusada de apropriação cultural
  5. Casamentos com novas regras
  6. Fogo consome 8 milhões de dólares da Asos

1ANIVEC promove concerto solidário

A ANIVEC, em parceria com a APICCAPS e o CENIT, promove amanhã, 20 de maio, na Casa da Música, no Porto, um concerto solidário cujas receitas revertem a favor do IPO-Porto. “Música de Câmara: Mendelssohn, Tchaikovski e Korngold”, com interpretação dos músicos Alexander Buzlov, Alissa Margulis, Daniel Rowland, Gareth Lubbe, Joel Azevedo, Julian Arp, Luís Magalhães e Nina Schumann é mais uma iniciativa solidária das três associações. «Com a missão de representar e apoiar o desenvolvimento da indústria de vestuário e moda, a ANIVEC adotou igualmente como meta contribuir para um mundo melhor, assumindo uma forte responsabilidade social, que se traduz na divulgação e na dinamização de atividades culturais e de vocação solidária», explica a associação em comunicado. Já em dezembro de 2015, as três associações estiveram envolvidas na organização do Concerto de Natal TwoPianists – Nina Schumann e Luís Magalhães”(ver Indústria solidária). Mais informações sobre o concerto podem ser encontradas no site da Casa da Música (aqui).

2Amazon é a favorita dos millennials

De acordo com a Recode, os millennials norte-americanos compram mais roupas na Amazon do que em qualquer outro retalhista online. Em 2016, a Amazon registou mais vendas de vestuário do que qualquer retalhista online nos EUA, com os clientes posicionados entre os 18 e 34 anos a responderem com quase 17% de todas as vendas de vestuário online, mais do que duplicando a quota de mercado da Nordstrom, que ficou na segunda posição. Old Navy, J.Crew e Victoria’s Secret completaram os cinco primeiros lugares. Nos últimos dois anos, a Amazon aumentou o seu investimento em moda, lançando marcas próprias e patrocinando a primeira semana de moda masculina de Nova Iorque. O marketplace está inclusivamente a desenvolver a sua linha de vestuário atlético, procurando capitalizar com a crescente popularidade da tendência athleisure. A empresa contratou ainda executivos de empresas de moda, como Julie Gilhart, diretora de moda da Barneys New York, que a Amazon contratou como consultora, ou a editora da Vogue, Caroline Palmer. Também nos últimos anos, a Amazon começou a mudar a sua estratégia de moda para oferecer mais designers high-end, como Stuart Weitzman e Rebecca Taylor, e marcas como 3×1, Loeffler Randall e Solid & Striped. Graças ao serviço Amazon Prime, independentemente da encomenda, os assinantes não precisam de esperar mais de dois dias para que esta chegue à sua porta.

3Verão em alerta vermelho

Já eleita uma das cores dominantes do outono-inverno 2017/2018, o vermelho é também um dos protagonistas desta estação quente, sendo sugerido por marcas como Emilio Pucci ou entidades como o instituto Pantone, guardião das tendências de cor à escala global. Na verdade, Pantone anunciou o “Flame” (um tom entre o cor-de-laranja e o vermelho) como uma das suas dez cores eleitas para a primavera-verão 2017 e, na passerelle, a Emilio Pucci salpicou toda a coleção estival, desde vestidos midi a fatos de banho, com matizes garridas e vibrantes. Na Sportmax, a cor visitou macacões, saias e folhos e a Bottega Veneta, Emporio Armani, Christian Siriano e Valentino exploraram o tom em peças sensuais, femininas e ousadas. Nesta estação quente, o vermelho pode ser usado em look total, combinado com cores contrastantes, como o turquesa ou amarelo ácido, com cores neutras ou, mais discretamente, guardado para os acessórios.

4Chanel acusada de apropriação cultural

Feito em madeira e com o reconhecido logotipo da casa de moda parisiense, um boomerang valeu à Chanel a mais recente polémica do luxo. Na pré-coleção de verão 2017, a casa de moda apresenta o acessório polémico, com um preço de 2.000 dólares (aproximadamente 1.799 euros), que ofendeu os australianos. Nas redes sociais, muitos já acusaram a empresa de se ter apropriado culturalmente de um objeto criado por tribos indígenas aborígenes. Descendente de indígenas e curador do Australian Museum, Nathan Sentance afirmou que o artefacto é um exemplo de como o ocidente reduz a cultura dos nativos a «objetos clichés». Num comunicado enviado ao jornal The Guardian, a Chanel afirmou já estar «extremamente comprometida em respeitar todas as culturas e que lamenta que alguns se tenham ofendido».

5Casamentos com novas regras

Considerando que começa, por esta altura, o frenesim da época de casamentos e que as tendências para os vestidos de noiva já estão fechadas, importa conhecer quais as novas regras de indumentária para os convidados. De acordo com o jornal The Guardian, nos vestidos das convidadas, a cor mais aconselhada para a época de casamentos de 2017 é o amarelo, um dos tons mais fortes da temporada e que pode ser usado em gradações como o amarelo mostarda, o cítrico ou o pastel. Para a igreja e para aquelas convidadas que prescindem do vestido, a alfaiataria é a alternativa segura. Os fatos femininos com padrões florais são os aconselhados pelos especialistas, mas as riscas também merecem destaque. No calçado, os mules (chinelos com salto) são o par ideal e nas bolsas, vence o prateado. Os chapéus perderam grande parte do apelo, mas os leques continuam em alta nos acessórios femininos.

6Fogo consome 8 milhões de dólares da Asos

A retalhista britânica de moda rápida Asos teve esta semana um prejuízo de 8 milhões de dólares (aproximadamente 7,2 milhões de euros), depois de um incêndio ter deflagrado no seu armazém nos arredores de Berlim, segundo notícia avançada pela Reuters. O centro de distribuição do Eurohub 2 foi dominado pelas chamas às 3h00 da manhã e, felizmente, uma evacuação completa ajudou a que ninguém ficasse ferido. Esta não é porem a primeira vez que a Asos enfrenta perdas relacionadas com incêndios. Em 2014, a retalhista perdeu 38,7 milhões de dólares quando o seu principal centro de distribuição no Reino Unido sofreu um incêndio. Uma explosão, em 2005, resultou também na perda de um armazém da Asos.