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Breves

  1. Blossom Première Vision está de volta
  2. Empresas unidas pela economia circular
  3. Produção mundial de algodão revista em alta
  4. Vestuário vietnamita atinge 31 mil milhões
  5. Americana DNA apresenta denim biodegradável
  6. Converse presta tributo à Colette

1Blossom Première Vision está de volta

Nos próximos dias 4 e 5 de julho no Palais Brongniart, em Paris, a Blossom Première Vision está de regresso para dar continuidade ao seu impulso positivo no segmento do luxo, «propondo uma resposta cada vez mais pertinente às necessidades de exclusividade das casas de moda líderes globais», refere a organização em comunicado.
Nesta 3.ª edição, a Blossom Première Vision receberá 89 expositores – entre empresas de tecelagem, empresas de curtumes e fabricantes de acessórios. «Todas foram selecionadas pela Première Vision com base na qualidade e criatividade dos seus produtos», destaca a organização. Os participantes vão, assim, antecipar as coleções de tecidos, peles e acessórios para o outono-inverno 2018/2019. A oferta desta edição da Blossom Première Vision será reforçada com 24 novas empresas, divididas pelos diferentes segmentos. Já confirmadas estão 62 empresas de tecidos (incluindo 10 novos expositores); cinco fabricantes de acessórios e fornecedores de componentes (duas estreantes) e 22 empresas de curtumes (12 recém-chegadas). A Inducol, e Riopele representarão o savoir-faire nacional no salão parisiense. As primeiras inspirações e orientações para o outono-inverno 2018/2019; uma colaboração com o Festival ASVOFF – A Shaded View on Fashion Film; um atelier de tecelagem especial da Malhia Kent e, claro, a cultura, a moda e a troca de experiências têm encontro marcado na 3.ª edição da Blossom Première Vision.

2Empresas unidas pela economia circular

À margem da Assembleia Geral Euratex, evento que, em Bruxelas, analisou recentemente as oportunidades e os desafios da indústria têxtil e de vestuário, o presidente Klaus Huneke destacou as três principais áreas de atuação da indústria: a importância do comércio livre e justo entre os principais parceiros comerciais globais, a sustentabilidade e a necessidade de se intensificar a investigação desenvolvida no mercado para defender a posição da Europa como líder de inovação. No eixo da sustentabilidade, Huneke descreveu a economia circular como «uma das maiores mudanças na nossa sociedade industrial e, tal como a revolução digital, tem potencial para impactar positivamente na nossa sociedade». Huneke acrescentou ainda que a passagem de um modelo linear para um modelo circular «pode mudar a forma de as pessoas usarem as coisas, os métodos produtivos da indústria e a utilização dos recursos». No discurso de abertura do evento, o comissário europeu Grzegorz Radziejewski destacou o número crescente de pessoas e organizações interessadas e comprometidas com a economia circular. «Para beneficiar do enorme potencial da economia circular, precisamos de mudar a mentalidade das pessoas, das empresas e dos consumidores, que é o desafio mais difícil de enfrentar», afirmou. Radziejewski destacou dois elementos de financiamento fundamentais para atingir os objetivos da economia circular: o capital privado e o envolvimento empresarial. Radziejewski apontou para o investimento em inovação – novos modelos de negócios e processos, em vez de apenas tecnologia – e colaboração para prosperar e ganhar competitividade através de uma economia circular na União Europeia. Para financiar projetos circulares, Radziejewski citou o programa Horizonte 2020, cujo orçamento para a economia circular foi aumentado em 600 milhões de euros, para os 800 milhões de euros no período 2018/2020 e o Plano de Investimento, que visa mobilizar o capital privado. Um conjunto de empresas – incluindo a produtora de fios Hilaturas Ferre e o European Spinning Group (ESG) – apresentou ainda as suas histórias de sucesso dentro da economia circular.

3Produção mundial de algodão revista em alta

A produção mundial de algodão deverá crescer 1,3% em 2017/2018, graças a uma maior área de cultivo na maioria dos grandes produtores e a melhorias significativas nas projeções de países como o Paquistão, China e México. As projeções de algodão do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para junho mostram uma revisão ascendente na produção global, de 113,2 milhões de fardos para 114,7 milhões. A produção deverá crescer 8,2% de 2016/2017 para 2017/2018, em vez de 6,9%, conforme previsto nas estimativas anteriores de oferta e procura mundiais. No entanto, apesar da melhoria nas projeções, a produção global continua abaixo dos níveis observados antes da temporada 2015/2016. A recuperação na produção variou de acordo com a região. As previsões para a China, Índia e Paquistão foram revistas em alta, aumentando a taxa de crescimento previsto para o consumo sem aumentar consideravelmente a procura prevista para as importações, especialmente porque a China e o Paquistão apresentam uma maior previsão de produção em 2017/2018. Enquanto isso, as previsões do comércio global foram revistas em baixa, impulsionadas pela quebra da procura de importações nos países produtores, especialmente no Paquistão.

4Vestuário vietnamita atinge 31 mil milhões

A indústria de vestuário do Vietname deverá alcançar o seu objetivo de exportação de 31 mil milhões de dólares (aproximadamente 28 mil milhões de euros) este ano, de acordo com o grupo nacional de têxteis e vestuário Vinatex. Nos primeiros seis meses de 2017, as exportações cresceram 10,5%, garantindo que a indústria atingisse o seu objetivo. As exportações de vestuário do Vietname cresceram de forma constante nos últimos anos, alcançando os 28,2 mil milhões de dólares em 2016. A indústria vietnamita beneficiou quando os produtores e os compradores começaram a diversificar as cadeias de aprovisionamento, escolhendo o país devido aos baixos custos de mão-de-obra e pelo foco da indústria na especialização, modernização e subida na cadeia de valor. O país também lucrou com um acesso mais facilitado ao mercado da União Europeia. Estatísticas recentes mostram que o Vietname tem a menor produtividade dos cinco maiores exportadores de vestuário do mundo, de acordo com a Vinatex. Portanto, agora é hora de avaliar a eficiência das fábricas e a cultura corporativa. Hoang Xuan Hiep, da Universidade de Têxteis e Vestuário de Hanói, afirmou recentemente que apostar na formação dos trabalhadores na indústria têxtil e de vestuário do Vietname poderia ajudar os fabricantes a subir na cadeia de valor, aumentando a competitividade e produtividade.

5Americana DNA apresenta denim biodegradável

A Denim North America (DNA), empresa de denim sediada em Columbus, no estado norte-americano da Georgia, desenvolveu um denim de performance biodegradável que afirma ser o «primeiro do seu tipo» dentro do segmento. A próxima geração da coleção “Sustainability R3 Denim” da empresa, a EcoSure BioBlast, apresenta uma fibra biodegradável totalmente produzida a partir de garrafas de plástico recicladas. Trabalhando em estreita colaboração com a produtora de poliéster sustentável Poole Company, a DNA garantiu que a nova fibra mostrou degradar-se, em condições de aterro, 12 vezes mais rápido em comparação com o poliéster tradicional, ao longo de um ano. «Como a função e a sustentabilidade estão a tornar-se as bases do jeanswear, a nossa missão foi combinar esses elementos, juntando fibras naturais e de performance num tecido sustentável», explica Lisa Harris, diretora criativa da DNA. De acordo com a empresa, o polímero «único» cria fibras que são macias e duradouras e proporcionam as características de performance que hoje os consumidores exigem ao vestuário.

6Converse presta tributo à Colette

Na mais recente coleção da marca desportiva, a Converse e a Colette uniram forças na celebração do 20.º aniversário da icónica concept store parisiense. Juntando-se também à festa a conhecida marca cultural parisiense Club 75, também ela a celebrar o seu 2.º aniversário. A coleção será lançada a 23 de junho, exclusivamente em Converse.com, Colette.fr e Club75.fr, e no dia 24 de junho exclusivamente nas lojas Colette e Club 75 por um preço aproximado de 100 euros. A coleção comemorativa da Converse presta tributo à Colette com uma visão parisiense, trazendo à vida um pack de três sapatilhas – vermelhas, brancas e azuis para combinar com a bandeira francesa – nos modelos One Star e Chuck Taylor 70’s. As sapatilhas vêm com um kit de patches especialmente criado para o aniversário pelo artista So Me.