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Breves

  1. H&M offline com a Erdem
  2. Asos deixa experimentar antes de comprar
  3. Estas são as empresas mais disruptivas do ano
  4. Ralph Lauren bate expectativas de Wall Street
  5. Consumidoras americanas preferem Macy’s
  6. Dolce & Gabbana celebra millennials em livro

1H&M offline com a Erdem

Os muitos clientes que quiseram ser os primeiros a adquirir a tão esperada coleção cápsula Erdem x H&M, lançada no passado dia 2 de novembro, encontraram o website em baixo logo na primeira hora (9h00). Precedido por uma forte campanha promocional, o incidente foi certamente antecipado e o portal de comércio eletrónico da retalhista sueca estava de novo online apenas uma hora depois (10h00). Contudo, nessa altura, já a maioria das peças estava esgotada, particularmente as peças-estrela que tinham sido o foco das campanhas publicitárias. Em Portugal, um aviso no website da retalhista de moda rápida apelava à “compra ordeira”. «Para que todas as pessoas possam ter acesso à coleção Erdem x H&M, as compras online serão limitadas a uma peça por modelo por pessoa. Este limite aplicar-se-á a todos os artigos desta coleção, incluindo acessórios, calçado e malas», pode ler-se. Em Londres, na Regent Street, os clientes fizeram fila logo na noite anterior ao lançamento, enfrentando as baixas temperaturas. Alguns clientes online ficaram dececionados e levaram as suas queixas para as redes sociais. No entanto, há relatórios que apontam para uma menor afluência comparativamente ao dia de lançamento da coleção cápsula Kenzo x H&M do ano passado. A coleção Erdem x H&M inclui uma longa seleção de casacos, tops, vestidos, sweatshirts, calças, calçado e outros acessórios, incluindo também a primeira linha masculina da Erdem.

2Asos deixa experimentar antes de comprar

A Asos introduziu recentemente o serviço “experimente antes de comprar”, dando aos clientes a oportunidade de receberem os artigos em casa antes de se comprometerem com a compra. Desenvolvido pela app Klarna – Pay Later, o serviço permite que os utilizadores da app no Reino Unido experimentem qualquer um dos 85 mil produtos da Asos em casa e paguem apenas o que decidirem comprar nos 30 dias após a expedição da encomenda. Os clientes devem também devolver os itens que não pretendem adquirir dentro da mesma janela temporal de 30 dias. A gigante do retalho online já implementou o serviço no mercado alemão, austríaco, sueco, finlandês e norueguês. «Estamos constantemente à procura de novas formas de melhorar a experiência da Asos para os nossos 15,4 milhões de clientes em todo o mundo», afirmou Nicola Thompson, diretora comercial da Asos. A notícia surge menos de um mês depois de a Asos ter lançado o serviço de entrega no mesmo dia.

3Estas são as empresas mais disruptivas do ano

A startup de cosmética Glossier, a plataforma online Stitch Fix (uma espécie de personal stylist à distância de um clique), o portal de comércio eletrónico Moda Operandi e a empresa de colchões que junta inovação e engenharia Casper surgem na lista das empresas mais disruptivas de 2017, de acordo com a edição inicial da lista Top Companies, promovida peça rede social LinkedIn e divulgada esta semana. As quatro retalhistas ficaram nos números 13, 32, 43 e 49, respetivamente. Uber (1), Airbnb (2), WeWork (3), Lyft (4) e Pinterest (16) são outras das empresas em destaque. A lista foi agrupada com base em critérios como o crescimento do emprego, o interesse dos candidatos, o envolvimento dos membros no LinkedIn, entre outros. As empresas tinham ainda de reunir os seguintes atributos para integrar a lista do LinkedIn: ter 10 anos ou menos, empregar pelo menos 100 pessoas, ser independente e segura e ter tido pelo menos uma rodada de financiamento.

4Ralph Lauren bate expectativas de Wall Street

A receita e o lucro trimestrais da Ralph Lauren superaram as estimativas de Wall Street na semana passada, com a marca a vender mais artigos a preço total, a cobrir os custos e a fazer subir as suas ações em mais de 5%. Conhecida pelos seus polos de assinatura, a empresa está a meio de um plano de reestruturação de dois anos que parece estar já a dar resultados, à medida que as margens e as receitas crescem na rede de lojas próprias. «Finalmente, há uma luz fraca ao fim do longo túnel de reinvenção da Ralph Lauren», reconheceu Neil Saunders, diretor-geral da empresa de pesquisa GlobalData Retail. As ações da Ralph Lauren cresceram 5,4% nos 94,28 dólares (aproximadamente 80,90 euros). A Ralph Lauren tem vindo a sentir dificuldades em competir com as marcas de moda rápida e, depois de um substancial declínio no tráfego dos shoppings, com o boom do online. A retalhista de luxo foi também prejudicada ao permitir que os grandes armazéns e as cadeias off-price, como a TJX, descontassem muito os seus artigos. Para recuperar o seu apelo de luxo junto dos clientes, a Ralph Lauren embarcou num plano de corte de custos de dois anos que inclui retirar inventário dos grandes armazéns, cortar empregos e reduzir a burocracia. Como resultado, as margens brutas ajustadas no trimestre subiram 3% e a receita por unidade vendida nas lojas próprias subiu 5% em relação ao ano passado. O lucro antes de impostos superou as estimativas de Wall Street de 1,89 dólares em 10 centavos. As vendas, porém, caíram 9% para os 1,67 mil milhões de dólares. Mas, ainda assim, o valor superou as estimativas dos analistas de 1,65 mil milhões de dólares.

5Consumidoras americanas preferem Macy’s

Através de inquéritos diários, o Barometer WGSN tem vindo a medir, anualmente, a performance de 250 retalhistas líderes nos EUA e Reino Unido. No mês passado, o WGSN partilhou os resultados de um inquérito junto de 30 mil consumidoras num webinar exclusivo. Quando questionadas sobre os retalhistas de que se lembravam de imediato, a Macy’s surgiu em primeiro lugar, com 35% das consumidoras inquiridas a indicarem a retalhista em primeiro lugar. A JCPenney ficou em segundo, com 30%, e a Kohl’s e a Target logo depois. A Amazon ficou apenas nos 5%, não sendo imediatamente citada pelas consumidoras. Por outro lado, quando solicitadas a fazer uma lista com as marcas de que melhor ouviram falar no último mês, a Amazon liderou. Olhando para dados demográficos, as consumidoras entre os 16 e os 34 anos são mais propensas a fazer compras na loja do que online. Nos EUA, os espaços de venda da retalhista Chico’s pontuaram alto em termos de experiência em loja, enquanto a Nordstrom e a Amazon conseguiram maiores taxas de satisfação online, com altas pontuações para navegação e produtos tendência.

6Dolce & Gabbana celebra millennials em livro

São vários os elogios que a Dolce & Gabbana tem vindo a fazer à geração milénio, incluindo-a nas suas campanhas publicitárias, fazendo de millennials as estrelas dos seus desfiles, desenvolvendo merchandising que celebra os jovens. Agora, a marca de luxo italiana deu o próximo passo e anunciou a publicação de um livro com todos os seus millennials favoritos, batizado “Dolce & Gabbana Generation Millennials: The New Renaissance”. «A expressão “millennials” refere-se à geração nascida na era digital, que não conhece nenhuma outra realidade», afirmaram os designers Domenico Dolce e Stefano Gabbana em comunicado. «Estamos orgulhosos de partilhar uma parte importante da nossa história com esses jovens na forma de livro, onde estes contam a sua visão pessoal do universo Dolce & Gabbana», acrescentaram. As fotografias abrangem o último ano de eventos Dolce & Gabbana concentrados na geração milénio, de festas a passerelles. A lista de nomes inclui muitos filhos de celebridades, “It girls” e influenciadores. Cameron Dallas, Corinne Foxx, Rafferty Law, Alice Dellal, Thylane Blondeau, Sistine Stallone, Gabriel-Kane Day-Lewis, Pixie Lott, Sailor Brinkley Cook, Delilah Belle Hamlin, Lady Amelia Windsor, Austin Mahone, Lucky Blue Smith, Sarah Snyder ou Luka Sabbat são apenas alguns dos millennials encontrados nas páginas do novo livro da Dolce & Gabbana.