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  1. Os 5 exemplos do sourcing ético
  2. Alibaba bate expectativas
  3. Anjos da Victoria’s Secret em Xangai
  4. Tommy Hilfiger conquista millennials com denim
  5. Myanmar nos 3 mil milhões em exportações de vestuário
  6. Interiores a cores em 2018

1Os 5 exemplos do sourcing ético

Promovendo o aprovisionamento ético junto da nova geração de designers, a CFDA + Lexus Fashion Initiative tem vindo a acompanhar, formar e financiar as marcas emergentes. Na semana passada, foram conhecidas as cinco finalistas do programa de 2018 – são elas a Cienne, M.Patmos, St. Roche, Studio One Oighty Nine e a Whit. Nicole Heim, cofundadora da Cienne, como muitos dos outros jovens designers que participaram na iniciativa, espera aprofundar os seus conhecimentos sobre práticas comerciais sustentáveis. Embora cada uma das cinco marcas escolhidas tenha de ter já um compromisso pré-existente com estratégias centradas na sustentabilidade para poder chegar ao estatuto de finalista, muitos dos designers mencionaram a vontade de aperfeiçoar as práticas de sourcing ético. Além do acompanhamento e financiamento, as cinco marcas finalistas receberão 20.000 dólares (aproximadamente 17.200 euros) para colocar a teoria em prática. No final da CFDA + Lexus Fashion Initiative, todas as marcas participantes deverão apresentar um guião que descreva a sua linha de ação para o aprovisionamento sustentável. Uma das marcas receberá 80.000 adicionais com base nessa proposta final. «A sustentabilidade é algo relevante, porque importa aos empresários e porque há uma procura crescente dos consumidores», afirmou o presidente e CEO do CFDA (Council of Fashion Designers of America) Steven Kolb durante o evento. «Nós, como organização, aceitámos essa responsabilidade e entendemos que temos um papel importante em ajudar as marcas a fazer essa transição», acrescentou.

2Alibaba bate expectativas

O gigante chinês do comércio eletrónico anunciou na semana passada que a receita trimestral cresceu 61%, superando as estimativas dos analistas, impulsionada pelo crescimento nos negócios digitais. A empresa, liderada pelo empresário Jack Ma, arrecadou 55,1 mil milhões de yuans (aproximadamente 7,2 mil milhões de euros) entre julho e setembro, acima da previsão de 52,2 mil milhões de yuans dos analistas consultados pela Reuters. O lucro líquido mais do que duplicou, cifrando-se nos 17,41 mil milhões de yuans, crescendo a um ritmo mais rápido que nos dois trimestres anteriores. A Alibaba revelou ainda que a receita do comércio eletrónico alcançou os 46,46 mil milhões de yuans, o que representa um aumento de 63% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

3Anjos da Victoria’s Secret em Xangai

A menos de um mês do desfile anual da Victoria’s Secret, desta vez encenado na Pérola do Oriente, a marca de lingerie decidiu revelar alguns pormenores sobre o novo Fantasy Bra – e o nome da eleita que terá a sorte de o vestir. O soutien, avaliado em 1,7 milhões de euros, será desfilado pela modelo brasileira Laís Ribeiro, que sucede a modelos como Heidi Klum, Alessandra Ambrosio ou Gisele Bündchen. No dia 28 de novembro, em Xangai, Laís Ribeiro vai mostrar a peça composta por 6.000 pedras preciosas, incluindo safiras, safiras amarelas, topázios azuis e diamantes. Vomo curiosidade, a marca revelou que o Fantasy Bra demorou 350 horas a ficar pronto. A modelo portuguesa Sara Sampaio volta a usar as asas de anjo no desfile, dividindo a passerelle com nomes como Maria Borges, Adriana Lima, Alessandra Ambrosio, Candice Swanepoel, Lily Aldridge, Behati Prinsloo, Elsa Hosk, Jasmine Tookes, Josephine Skriver, Martha Hunt, Romee Strijd, Stella Maxwell e Taylor Hill. Uma das grandes novidades deste ano é a parceria estabelecida com a marca de luxo Balmain, cujo diretor criativo, Olivier Rousteing, irá desenhar algumas das peças usadas por Sara Sampaio e restantes anjos.

4Tommy Hilfiger conquista millennials com denim

Com o objetivo de acelerar o crescimento ao atrair os consumidores mais jovens, a Tommy Hilfiger está a fazer o rebranding da sua oferta de denim com a Tommy Jeans, abandonando assim a Hilfiger Denim. A Tommy Jeans será oficialmente apresentada na coleção pré-primavera/verão de 2018. Com base no que apelida de um «forte impulso» na marca e, particularmente, no segmento de denim, a Tommy Hilfiger espera que esta investida venha a desbloquear novas oportunidades de crescimento e colocar um maior foco nas gerações mais jovens de consumidores. «Construímos um negócio de denim global significativo que celebra o ADN e a herança da nossa marca», afirmou Avery Baker, chief brand officer da Tommy Hilfiger. «Há um forte impulso em torno desse negócio, alavancado por uma nova estratégia de produtos e por uma nova onda de influenciadores. Essa transição, reflete o nosso compromisso de acelerar o crescimento e a procura da Tommy Jeans nos millennials e nos consumidores da geração Z à escala global», acrescentou.

5Myanmar nos 3 mil milhões em exportações de vestuário

As exportações de vestuário do Myanmar podem atingir os 3 mil milhões de dólares (cerca de 2,6 mil milhões de euros) este ano, segundo as recentes estimativas, impulsionadas por um incremento nos investimentos e encomendas, principalmente da Europa. Os índices da Associação de Empreendedores de Vestuário do Myanmar mostram que as receitas com o corte, confeção e embalamento de vestuário superaram as estimativas de 2 mil milhões de dólares no ano passado, tendo ascendido aos 2,2 mil milhões. Durante os primeiros três meses do corrente ano fiscal, as exportações do sector geraram quase 493,5 milhões de dólares, um aumento de 288,5 milhões em relação a igual período do ano passado. Como tal, espera-se que as exportações do ano inteiro alcancem os 3 mil milhões de dólares. De acordo com a Associação de Empreendedores de Vestuário do Myanmar, todos os meses, entre quatro a seis empresas da União Europeia investem na indústria de vestuário do país. Na verdade, em 2016, o Myanmar exportou cerca de 2,15 mil milhões de dólares em vestuário para o mundo nas categorias de produtos HS61 (malha) e HS62 (tecido), dos quais 961 milhões – ou 45% – tiveram a União Europeia como destino, segundo o Banco de Dados de Estatísticas do Comércio Internacional da ONU. O vestuário é a terceira maior categoria exportada pelo Myanmar, representando cerca de 16%, atrás dos produtos agrícolas (27%) e do gás natural (23%).

6Interiores a cores em 2018

Considerando que 2018 se aproxima a passos largos, é hora de se fazer uma revisão às tendências já alinhadas para o ano. Entre elas, está a cor – até porque a cor do ano é um dos temas que mais preocupa as equipas de previsão de tendências e uma questão vital para as equipas criativas das empresas de decoração de interiores. Analisando as propostas de empresas de tintas/papel de parede como a Graham & Brown, Benjamin Moore, Dunn Edwards, Jotun, PPG Paints, Sherwin-Williams, Dulux|Akzo Nobel e Behr, há duas orientações em destaque: a natureza e a procura do conforto, por um lado, e a vontade de ousar através da cor, por outro. Os temas do portal de tendências WGSN para o outono-inverno 2017/2018, primavera-verão 2018 e outono-inverno 2018-2019 confirmam essas duas direções. Os relatórios Slow Futures, The Thinker, Earthed and Human Nature celebram a necessidade de se relacionar por vias mais autênticas com a natureza através de uma ação pigmentada, suave e tátil sobre os neutros. Já a orientação mais arrojada pode ser contemplada nos relatórios Psychotropical, Dark Wonder, Nocturne, Youth Tonic e Worldhood, que têm uma abordagem ousada à cor no seu núcleo – experimentando com tons energéticos e vibrantes. A cor mais inesperada de 2018 é sugerida pela PPG Paints, o Black Flame, que surge de uma mistura entre preto, azuis e a cor púrpura. A Sherwin-Williams e a Benjamin Moore propõem cores vibrantes, como o azul profundo Oceanside, na primeira, e o vermelho Caliente, na segunda. A Dulux|Akzo Nobel, Behr, Dunn Edwards e a Graham & Brown sugerem os tons neutros, reconfortantes e naturais.