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  1. Modatex forma para empregar
  2. Homens acolchoados
  3. Walmart imparável online
  4. Vivienne Westwood em dificuldade
  5. Os nomes que se seguem no retalho
  6. L Brands volta a tropeçar na Victoria’s Secret

1Modatex forma para empregar

O projeto Formar para Empregar do Modatex vai ser discutido durante um painel sobre Capitalização de Resultados de Aprendizagem em FCT (Formação em Contexto de Trabalho), inserido no seminário sobre a Implementação do Sistema Europeu de Créditos do Ensino e Formação Profissional, que decorre hoje, 20 de novembro, no centro de congressos da Alfândega do Porto. Lançado, segundo a instituição de ensino, «para articular a procura e a oferta no que respeita a recursos humanos qualificados para a ITV», o Formar para Empregar tem tido na empresa La Perla um dos seus maiores casos de sucesso, com mais de 10 cursos já realizados nas suas instalações. Essa será precisamente a experiência que será dada a conhecer pelo CEO da La Perla durante os workshops que têm lugar entre as 14 e as 16 horas. O seminário é promovido pela Agência Nacional Erasmus + Educação e pretende ser «um fórum de partilha de experiências entre instituições de ensino e formação profissional e entre estas e as autoridades responsáveis».

2Homens acolchoados

Depois de se ter assumido uma pedra basilar no guarda-roupa feminino e o melhor aliado face às baixas temperaturas, o blusão acolchoado chegou para conquistar os coordenados de homem. No passado, a proposta foi uma das protagonistas dos invernos no masculino, tendo regressado em força para a temporada 2017/2018. Craig Green, Barbour, Patagonia e Topman são algumas das marcas a consultar, sugerindo nas respetivas coleções o chamado “quilted jacket” em silhueta oversized e de fitting longo, no primeiro, ou em propostas clássicas na paleta tradicional de azul-marinho, cinzento, camel e preto, nos restantes casos. No retalho há, ainda, a versão colete do casaco acolchoado ou modelos mais próximos do bomber.

3Walmart imparável online

A Walmart revelou na semana passada que, no terceiro trimestre, as receitas totais cresceram 4,2%, ou 5 mil milhões de dólares (aproximadamente 4,3 mil milhões de euros), para os 123,2 mil milhões de dólares. Dentro dos negócios da retalhista norte-americana, as vendas líquidas online escalaram praticamente 50% no mesmo período. Nas lojas nos EUA, as vendas comparáveis subiram 2,7% e o tráfego aumentou 1,5%, de acordo com um comunicado de imprensa da empresa. Na Walmart International, as vendas líquidas do terceiro trimestre cresceram 4,1% para os 29,5 mil milhões de dólares. A margem bruta diminuiu 29 pontos base no trimestre, devido, sobretudo, aos cortes de preços em determinados mercados e «aos resultados mistos do nosso crescente negócio de comércio eletrónico», embora o impacto dos furacões nos EUA também tenha sido um importante contribuinte, segundo Brett Biggs, vice-presidente executivo da Walmart. «A performance online da Walmart continua a validar os seus investimentos significativos neste canal crítico, incluindo a compra da Jet.com, com crescimento de 50% em relação ao ano anterior, superando do objetivo de 40% da empresa», referiu Charlie O’Shea, analista da Moody’s.

4Vivienne Westwood em dificuldade

A marca epónima de Vivienne Westwood tem sentido o impacto negativo do Brexit na sua saúde financeira. Os lucros antes de impostos caíram para 1,9 milhões de libras (aproximadamente 2,1 milhões de euros) no ano passado, face aos 2,3 milhões de 2015. O relatório de contas, publicado mais de um ano depois de Westwood ter assinado uma carta aberta contra o Brexit, refere que «os custos aumentaram 19,89%, em parte devido a uma libra fraca depois do Brexit». Outros retalhistas alertaram sobre a subida dos custos de importação. A empresa tem vindo a atualizar os preços dos artigos para responder a esta quebra. Contudo, apesar de 2016 ter sido um ano «desafiante», o volume de negócios da marca Vivienne Westwood cresceu 11% para os 37,5 milhões de libras. Os objetivos atuais da marca passam por aumentar as vendas na China e nos EUA.

5Os nomes que se seguem no retalho

Incluídos na lista “30 Under 30”, a revista Forbes deu já a conhecer alguns empreendedores na categoria de retalho e comércio eletrónico que prometem dar que falar em 2018. Esses empreendedores já arrecadaram milhões de dólares em rodadas de financiamento, construíram plataformas digitais, apps e bots de comércio eletrónico e estão a ditar as regras no campo dos serviços de subscrição. Da entrega de flores à cosmética inclusiva, estão ainda a explorar os benefícios de uma cadeia de aprovisionamento transparente e das compras móveis. As suas idades variam entre os 14 e os 29 anos. O casal Seema Bansal e Sunny Chadha e respetivo negócio de entrega de flores exclusivas Venus ET Fleur são dois dos nomes que deverão ouvir-se e escrever-se muito em 2018. Outro caso é Iyore Olaye, jovem estrela da Walker & Co., empresa de tecnologia que desenvolve produtos de beleza para pessoas de cor. Como engenheira de produto, Olaye lidera a investigação e desenvolvimento de marcas de cuidados capilares. A lista completa desta e de outras categorias pode ser consultada aqui.

6L Brands volta a tropeçar na Victoria’s Secret

As ações da empresa-mãe L Brands caíram cerca de 6%, em consequência das dificuldades no negócio da Victoria’s Secret, segundo anunciou a empresa na semana passada. A marca outrora campeã de vendas, compete agora com muitas e lucrativas insígnias emergentes no segmento, incluindo a Aerie da American Eagle. A Victoria’s Secret sofreu também uma queda no tráfego nos centros comerciais. As vendas comparáveis baixaram 4% no quarto trimestre. O declínio foi ainda mais acentuado, cerca de 5%, ao considerar apenas as lojas próprias da Victoria’s Secret. A boa performance da Bath & Body Works, contudo, aliviou o impacto negativo da Victoria’s Secret. A marca de fragrâncias e cuidados corporais sentiu um crescimento 4% nas vendas comparáveis no trimestre. Em lojas próprias, as vendas comparáveis subiram 1%. No entanto, Randal J. Konik, analista da Jefferies, afirma que a performance da Bath & Body Works corre riscos porque o negócio pode estar «a aproximar-se do pico». Durante o terceiro trimestre, as vendas e as margens diminuíram na divisão. A empresa divulfou que o lucro por ação caiu 29%, para os 30 centavos, face aos 42 centavos no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas líquidas de 2,62 mil milhões de dólares cresceram 1%.