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  1. Tudo a postos para a Blossom Première Vision
  2. Gateway reforça segurança
  3. UMinho acolhe jovens cientistas
  4. Ásia mantém salários baixos
  5. La Perla deixa experimentar em casa
  6. “A Fábrica de Nada” premiada em Espanha

1Tudo a postos para a Blossom Première Vision

Nos dias 12 e 13 de dezembro, o Palais Brongniart, em Paris, acolherá a 4.ª edição da Blossom Première Vision. O evento bianual está de volta para dar continuidade ao seu impulso positivo no segmento do luxo, reunindo 93 expositores em torno das mais recentes inovações em tecidos, peles e acessórios. Inducol, Indutan e Riopele voltam a representar o savoir-faire nacional no salão parisiense, sendo que todos os expositores foram selecionados pela Première Vision pela «qualidade e criatividade» dos seus produtos. No coração da capital mundial da moda e cronometrada para coincidir com o calendário das pré-coleções, a Blossom Première Vision serve como complemento ao calendário da Première Vision Paris, que decorrerá de 13 a 15 de fevereiro de 2018 e que tem como alvo as coleções principais. Na última edição da Blossom, de acordo com a organização, o número de visitantes do salão cresceu 23% (face aos 861 visitantes de julho de 2016) e reuniu as principais casas de moda francesas (80% dos visitantes), além de se ter sentido um crescimento na presença de marcas internacionais líderes (20%), Depois de França, Itália teve o 2.º maior número de visitantes, com um aumento de 3,5% em relação a julho de 2016. Em terceiro lugar surgem os visitantes do Reino Unido, mercado que também apresentou uma forte subida (+26%), enquanto os EUA (4.º) e a Bélgica (5.º) mostraram uma presença estável, mas significativa.

2Gateway reforça segurança

A Gateway, especializada no fabrico, comercialização e instalação de soluções antifurto para redução das quebras no retalho, reforçou recentemente a sua oferta de segurança com uma gama de cofres certificados, «especificamente desenhados para responderem aos vários níveis de segurança, desde o mais básico, à proteção de alta segurança contra o fogo e outros elementos», avançou a empresa do Grupo Gunnebo em comunicado. A oferta da Gateway contempla cofres para diferentes requisitos de segurança (antifurto e antifogo) e de dimensão. No portefólio estão disponíveis cofres para habitações que protegem dinheiro e valores contra furto, cofres-fortes e classificadores certificados para a proteção de documentos e dados contra incêndio, cofres-fortes certificados de depósito seguro de dinheiro ou valores, entre outros. Os cofres da Gateway – Gunnebo têm vários níveis de certificação, desde a EN 14450 que diz respeito ao primeiro nível de segurança aceitável por um particular cujo risco é baixo, à norma EN 1143-1 que dita o nível de segurança reconhecido pelas seguradoras na Europa. A gama de cofres disponível contempla modelos com as sete classes de resistência. Na vertente anti-fogo, a norma NT é a mais exigente, obrigando à realização de testes de resistência ao fogo, choque térmico e quedas. As temperaturas, o arrefecimento e a hidrometria são sistematicamente medidos em todos os testes. Os cofres-fortes ignífugos, por exemplo, oferecem proteção certificada de documentos e de suportes digitais contra o fogo numa gama de níveis de segurança e dimensões. Esta resistência é medida com base na quantidade de tempo que protegem os documentos ou suportes digitais, tipicamente uma ou duas horas. Os cofres-fortes de depósito da Gateway – Gunnebo permitem depositar valores de forma segura dentro de um cofre através duma gaveta com fechadura. Os cofres, para depósitos rápidos e seguros, estão equipados com um sistema de prevenção anti-fishing para evitar que alguém alcance os conteúdos através da gaveta. Os cofres orientados para residências e pequenos escritórios, garantem uma proteção básica contra furto, combinando segurança anti-furto e proteção anti-fogo para documentos. A gama de cofres Gateway – Gunnebo inclui várias opções de acessórios interiores que otimizam o armazenamento e a organização do espaço.

3UMinho acolhe jovens cientistas

As Escolas de Ciências e de Engenharia da Universidade do Minho, em Braga, acolhem até sexta-feira cerca de 800 alunos do pré-escolar, básico e secundário em três dezenas de atividades lúdico-pedagógicas, inseridas na 18.ª Semana da Ciência e da Tecnologia. Os inscritos poderão trabalhar com investigadores e participar em experiências, demonstrações laboratoriais, workshops e visitas. O objetivo, segundo a organização, é «aproximar estudantes, professores e o público em geral da ciência que se faz em Portugal, mostrando-lhes o quotidiano dos cientistas e despertando-lhes o interesse por estas áreas do conhecimento». A Semana da Ciência e da Tecnologia decorre em vários locais do país, sendo coordenada pela Agência Ciência Viva. Os laboratórios e departamentos da Escola de Ciências vão ser visitados por mais de 500 crianças e jovens que chegam de várias escolas da região. Há iniciativas para todas os gostos e idades. Por exemplo, os mais pequenos poderão desenvolver “lentes com gotas de água” que aumentam o tamanho das imagens, observar materiais biológicos com lupas estereoscópicas ou participar em experiências de química que retratam fenómenos simples do dia-a-dia. Os alunos do 2. e 3.º ciclos serão incentivados a converter açúcar em álcool através de processos de fermentação, produzir energia a partir do vento ou de materiais fotovoltaicos e construir um projetor multimédia com um telemóvel e uma lente compensadora. A escassos metros está o Centro de Engenharia Biológica (CEB) da Escola de Engenharia, que prevê a participação de 300 estudantes. O objetivo? Descobrir o mundo da biotecnologia nas suas mais diversas vertentes. Ao longo dos três dias vão conceber embalagens comestíveis com diferentes cores e sabores, observar bactérias que produzem eletricidade e vírus capazes de matar bactérias resistentes a antibióticos, montar uma célula de combustível microbiana e desenvolver nanopartículas usadas no tratamento de doenças graves. O programa inclui ainda na quinta-feira, às 21h, a palestra “CEB Talk – Entrepreneurship in Biotechnology @ Braga”, que reúne, no espaço GNRation, empresários e académicos, com a moderação do pró-reitor para a Valorização do Conhecimento da UMinho, Fernando Alexandre. Já no Centro Ciência Viva de Guimarães, localizado no campus de Couros da UMinho, o programa prolonga-se até domingo, dia 26. Há um workshop de produção de sabão artesanal, tertúlias sobre autismo e ciência florestal, uma mostra de robótica e um show de ciência, que decorre no Centro Juvenil de São José, dedicado ao acolhimento e à inserção social de crianças e jovens.

4Ásia mantém salários baixos

Apesar de, nos últimos anos, os salários na indústria de vestuário e calçado terem subido na Ásia, os valores continuam baixos, sobretudo para as mulheres, de acordo com a mais recente nota da Organização Internacional do Trabalho (OIT). As estimativas atualizadas apontam para um salário médio inferior a 200 dólares (cerca de 168,40 euros) mensais em oito dos 12 países com dados publicados – um conjunto que engloba a China, Índia, Bangladesh, Indonésia, Paquistão, Camboja, Sri Lanka, Vietname, Indonésia, Filipinas, Laos e Myanmar. No Camboja, Laos e Myanmar, o salário médio dos trabalhadores da indústria têxtil, de vestuário e calçado é de apenas 100 dólares. A OIT destaca que isto significa que as estimativas não refletem as mudanças na legislação relacionada com o salário mínimo – por exemplo, no Camboja o salário mínimo mais do que duplicou desde 2012 e, em janeiro de 2017, era de 153 dólares, prevendo-se um novo aumento para 170 dólares em 2018. Além disso, a nota refere que em todos os países analisados, os salários médios mensais são superiores para os homens do que para as mulheres. O Paquistão registou a maior diferença de pagamento entre homens e mulheres (66,5%), seguido da Índia (36,3%) e do Sri Lanka (30,3%). Já a menor diferença foi registada no Bangladesh (1,1%), com a Indonésia e o Vietname a registarem discrepâncias entre sexos inferiores a 10%. A pesquisa da OIT estima que a indústria têxtil, de vestuário e de calçado empregue mais de 43 milhões de homens e mulheres nos países em desenvolvimento da Ásia, com o sector a representar 50% a 60% do emprego na indústria no Bangladesh, no Camboja e no Paquistão.

5La Perla deixa experimentar em casa

A marca de lingerie de luxo La Perla está a apresentar a iniciativa “Try & Buy”, um serviço que permite que as clientes experimentem os artigos em casa, durante 48 horas, antes de se comprometerem com a compra. O objetivo, de acordo com a marca, é facilitar o processo de compras das clientes, que assim podem experimentar vários tamanhos, diferentes estilos e descobrir a La Perla no conforto dos seus lares, sem a necessidade de pagar mais por isso. Ao longo de dois dias, as clientes podem decidir o que gostam e não gostam e, de seguida, solicitar facilmente uma devolução gratuita para entregar as peças que optaram por descartar. «O que fazemos na La Perla é desenhar as peças de dentro para fora. Usamos a nossa experiência de lingerie para oferecer soutiens que ajudem a aprimorar a figura das nossas clientes. Ajudar a nossa cliente a descobrir o fitting perfeito é a nossa principal prioridade e a “Try & Buy” oferece a liberdade de fazer isso no conforto do lar. É uma forma notável de aproximar o mundo da La Perla do da cliente», reconheceu Julia Haart, diretora criativa da marca. A marca acredita que a cliente valoriza a experiência física e que este serviço permite ter uma experiência ainda mais conveniente e pessoal do que em loja.

6“A Fábrica de Nada” premiada em Espanha

“A Fábrica de Nada”, filme coletivo assinado por Pedro Pinho e produzido pela Terratreme, recebeu, no dia 11 de novembro, o Giraldino de Oro, Prémio para Melhor Filme no Festival de Cinema de Sevilha. O júri do Festival justificou a atribuição do prémio máximo do certame, referindo a sintonia entre a história, a ficção e a banda sonora que deram origem a um filme «anti-retórico, poético e profundamente original» Este prémio vem juntar-se a outros, como o mais recente Prémio do Público atribuído no Ficvaldivia, no Chile, que se realizou no passado mês de Outubro, ou o Prémio CineVision, no Filmfest München, o Prémio de Melhor Realização no Duhok IFF’17, o Grande Prémio do Júri no CineFest Miskolc Internacional Film Festival’17 e o Prémio da Crítica no Festival de Cannes. Posteriormente à exibição em sala em Portugal, o filme “A Fábrica de Nada” vai ter estreia comercial em países como França (13 de dezembro), Espanha, Reino Unido, Sérvia, Croácia, Bósnia, Kosovo, Suíça, Brasil, Argentina, China. A distribuição internacional é assegurada pela Memento Film International.