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  1. Zippy celebra a Páscoa entre irmãos
  2. Pepe Jeans reduz pegada ambiental
  3. C&A promove igualdade de género
  4. CE passa fatura a importações têxteis britânicas da China
  5. Dow poupa no tingimento
  6. Gonçalo Peixoto assina eyewear

1Zippy celebra a Páscoa entre irmãos

A Zippy lançou uma coleção especial para irmãos, para comercializar na altura da Páscoa, segundo adiantou a marca do grupo Sonae em comunicado. «A nova linha Brothers & Sisters surge a pensar nas famílias numerosas que gostam de vestir os seus filhos a condizer, com estilo e produtos de qualidade, e está já disponível nas lojas da marca de moda infantil», refere a marca. Esta coleção, que a Zippy diz ser matchy, está disponível desde o tamanho recém-nascido até aos 14 anos, com uma linha onde dominam os tons azuis e as riscas verticais. «Para assinalar esta coleção, a Zippy juntou-se a Catarina Ferreira, fotógrafa e autora do blogue Ties, e que foi a responsável por fotografar os looks da linha Brothers & Sisters», revela a marca. Além disso, a Zippy garante que esta coleção «pode ser conjugada com a linha de essenciais da marca». No final do ano passado, a marca contava com 45 lojas em Portugal.

2Pepe Jeans reduz pegada ambiental

A Pepe Jeans lançou um programa de inovação ecologicamente responsável, chamado Tru-Blu, com o objetivo de «despertar um pensamento ecológico revolucionário, de forma a que pensar em denim implique pensar no ambiente», eplicou a empresa em comunicado. Deste modo, a Pepe Jeans irá dar a conhecer uma série de protocolos ambientais que deverá adotar, com técnicas ecológicas que a marca diz terem condições para transformar a indústria do denim, bem como em «toda a tecnologia utilizada nas suas coleções». A Ice Shock é uma técnica de lavagem que vaporiza CO2 para que não haja poluição secundária, reduzindo químicos no processo. A coleção Tru-Blu diminui o consumo de água, com tratamentos naturais de gases de ozono e lasers tridimensionais. A empresa apostou ainda no método Wiser Wash, que elimina pedra pomes e químicos tóxicos. Todas estas técnicas, garantiu a Pepe Jeans, contribuem também para gerar melhores resultados nos produtos finais.

3C&A promove igualdade de género

A C&A aderiu aos Women’s Empowerment Principles – WEP (Princípios de Empoderamento das Mulheres) da ONU, que consistem num conjunto de princípios que estão a ser promovidos pela Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas para que as empresas tenham um guia que ajude a conferir mais poder às mulheres no trabalho, no mercado e na comunidade. Domingos Esteves, diretor geral da C&A Ibéria afirmou, em comunicado, que «as mulheres são o grande motor por trás da indústria da moda e também da nossa marca: atualmente, cerca de 80% do total dos colaboradores da empresa, a nível mundial, são do sexo feminino. Esta percentagem é aproximadamente a mesma para os trabalhadores da nossa cadeia de distribuição e para os nossos clientes». Por isso, a igualdade de género é um assunto que está no topo das prioridades do grupo. A C&A conta com 60 mil colaboradores em todo o mundo e 2.400 fábricas fornecedoras, localizadas em cerca de 40 países. O grupo vai implementar uma série de regras para garantir a igualdade e dar mais poder às suas trabalhadoras.

4CE passa fatura a importações têxteis britânicas da China

A Comissão Europeia (CE) está a exigir ao Reino Unido o pagamento de 2,7 mil milhões de euros em taxas alfandegárias devidas por importações chinesas na área dos têxteis e do calçado. Assim, a CE escreveu formalmente ao governo britânico, avisando acerca desta situação que foi reportada pela entidade Olaf, responsável por investigações de potencial fraude e corrupção no âmbito da UE. Segundo a carta enviada a Londres, o Reino Unido «recusa» regularizar a situação, estando assim a violar as leis comunitárias. Um relatório da Olaf de 2017 deu conta de que os importadores britânicos fugiam ao pagamento das taxas, através de faturas «fictícias ou falsas», assim como de valores incorretos nas declarações de importações. Este esquema operou no Reino Unido em larga escala entre 2011 e 2017, revelaram os inspetores. A CE garantiu que o Reino Unido não agiu para resolver esta questão «apesar de ter sido informado do risco de fraude relativo à importação de têxteis e calçado originários da China, desde 2007». Bruxelas também acusou o Reino Unido de ter infringido a legislação referente ao IVA da União Europeia, pelo que pode vir a era financeiramente responsável.

5Dow poupa no tingimento

A Dow Chemical Company desenvolveu um novo tratamento têxtil que resulta em cores mais vivas nas fibras naturais, ao mesmo tempo que reduz o uso de água e corantes. Este método, batizado Ecofast Pure, garante, alegadamente, uma melhoria «significativa» da eficiência de recursos durante o processo de tingimento e permite a absorção de corantes ácidos, diretos e reativos pelas fibras e tecidos naturais, usados tanto no vestuário como em têxtil-lar. Os corantes ácidos são utilizados para obtenção de cores fluorescentes, por exemplo, os quais, até à data, não podiam ser aplicados no algodão, a matéria-prima preferida pelos consumidores. A Ecofast Pure também melhora a solidez à cor, assegurando assim uma maior durabilidade da peça ao longo do tempo. Com este método, a empresa pretende contribuir para resolver o problema da poluição em torno da indústria têxtil, que tem sido alvo de um debate alargado. A Dow garante que será possível reduzir o consumo de água em mais de 50%, bem como o uso de energia. Os produtores podem ainda poupar em 75% no consumo de corante.

6Gonçalo Peixoto assina eyewear

O designer português Gonçalo Peixoto lançou uma coleção de eyewear sob o lema What do you have an #eyefor. Esta é a primeira incursão do jovem criador na área dos óculos de sol. Em comunicado, fonte próxima de Gonçalo Peixoto deu conta da ideia por trás desta iniciativa. «Para a criação desta coleção o designer português baseou-se na premissa de que podemos sentir, viver, e sobretudo, ser tudo aquilo que quisermos», refere. Tal como o nome indica, a coleção foi «inspirada pela pergunta what do you have an #eyefor, a coleção questiona quem somos, o que gostamos e quais são as nossas maiores referências», acrescenta. O conceito criado por Gonçalo Peixoto «quer quebrar os limites dos pré-conceitos que desafiam a liberdade pessoal, que ganha forma de hashtag, num mundo em que a tecnologia é espaço da expressão individual».