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  1. Gateway atinge maioridade
  2. Dino Alves veste o Lux Frágil
  3. Nike e H&M fortalecem cadeia de aprovisionamento
  4. Camisa inteligente inspirada pela flor de lótus
  5. Internautas arrasam Big Uncle
  6. Marcas apostam no denim

1Gateway atinge maioridade

A Gateway Portugal, empresa líder de mercado na produção, comercialização e instalação de soluções antifurto, celebra esta semana 18 anos no mercado português. Fundada em 1984 e pertencente ao Grupo Gunnebo, a Gateway chegou a Portugal no ano 2000 e tem visto a sua quota de mercado crescer desde então, atingindo em 2017 o melhor ano de sempre a nível de faturação e deixando as expectativas altas para 2018. A marca brindou este novo ano com a inauguração da “SmartStore – The Gate of Security Solutions”, o único showroom em Portugal onde se pode observar e testar soluções de segurança e proteção para empresas do sector do retalho e indústria, entre outras, comercializadas pela Gateway-Gunnebo. Nesta SmartStore é possível encontrar diversas soluções da marca, desde controlo de acessos, Antenas EAS – Sistemas Antifurto e os seus acessórios, RFID, a melhor solução para inventários, e CCTV (heatmaps) que permitem a visualização do trajeto mais frequente efetuado pelos clientes em loja. Estão ainda expostos os Security Display que, adaptáveis a qualquer equipamento eletrónico (smartphones, tablets e/ou acessórios), permitem a proteção e exposição dos equipamentos sem interferir com a experimentação e, ao mesmo tempo, podem ser utilizados enquanto ferramenta de trabalho, o Store Assist que permite a visualização da ocupação dos provadores de loja, soluções de Contagem de Pessoas 3D para retalho, espaços e transportes públicos. Além de todas estas soluções, foram adicionadas ainda, em função de um acordo entre as empresas do Grupo Gunnebo, a solução de Cash Management, um completo mundo de soluções de manuseamento de dinheiro com vista a facilitar toda a sua gestão e segurança no ponto de venda. Para o diretor de marketing Ricardo Mestre, a maioridade da Gateway constitui um marco histórico. «É importante realçar a notoriedade que conquistámos no mercado nacional: somos hoje, 18 anos depois de nos termos instalado pela primeira vez em Portugal, líderes de mercado. Lentamente fomos angariando um portefólio de clientes fiéis que hoje reconhecem e validam a qualidade dos nossos serviços e soluções, permitindo-nos chegar à posição em que nos encontramos e atingir e superar todos os nossos objetivos». Além de uma variada gama de produtos e soluções, a Gateway-Gunnebo aposta na especialização de todos os seus departamentos de forma a fornecer uma resposta de qualidade ao cliente. Conta com trabalhadores qualificados e especializados em todas as áreas de negócio em que opera, desde o Departamento Técnico, Departamento de Projectos e o Departamento de IT, que assegura por acesso remoto os serviços de assistência técnica rápida e eficaz a todos os pedidos recebidos. É graças a esta especialização que a marca tem o poder de, por exemplo, se encontrar presente em lojas piloto com sistemas inovadores de CCTV com câmaras térmicas e de perímetro.

2Dino Alves veste o Lux Frágil

Dino Alves continua a colaborar em projetos de conceção de imagem, nomeadamente para as festas do Lux Frágil. No passado dia 29 de março, o staff de uma das mais reconhecidas discotecas de Lisboa voltou a ser vestido pelo designer, que trabalhou em estreita colaboração com Manuel Reis na conceção das fardas. «Meu querido Manel, as t-shirts ficaram lindas e os meninos adoraram! Espero que se sinta orgulhoso do trabalho que idealizámos juntos. Depositei todo o amor, carinho e admiração que tenho e continuarei a ter por si», declarou Dino Alves, numa singela homenagem ao fundador da discoteca Lux, desaparecido alguns dias antes, a 25 de março.

3Nike e H&M fortalecem cadeia de aprovisionamento

Apesar de uma queda de 12% no valor de marca, para os 28 mil milhões de dólares (aproximadamente 22,8 mil milhões de euros), a Nike continua a ser a marca de vestuário mais valiosa do mundo, de acordo com o ranking anual da Brand Finance. A H&M é a número dois, seguida pela Zara e, depois, surge a Adidas. Estas retalhistas têm vindo a explorar vias para se manterem no pódio face à crescente pressão das suas concorrentes mais próximas, especialmente no canal online. Tanto a Nike como a H&M estão a tornar as suas cadeias de aprovisionamento mais eficientes, com avanços na tecnologia e na automação. No entanto, 2017 não foi o melhor dos anos para muitas das principais marcas de vestuário. A H&M registou crescimento abaixo do esperado em 2017, com as vendas internacionais a crescerem para aproximadamente 20,4 mil milhões de euros. Ambas retalhistas estão a fortalecer as respetivas cadeias de aprovisionamento para manterem a sua liderança. O mercado de moda está em constante mudança, cada vez mais baseado em peças sazonais e, claro, nas mudanças bruscas nos gostos do consumidor. A Nike está a investir em automação para ajudar a reduzir os prazos de entrega das encomendas de 60 dias para apenas 10, reestruturando a sua rede de logística. Além disso, a empresa planeia instalar pelo menos 1.200 novas máquinas automatizadas nas fábricas dos seus fornecedores asiáticos. Quanto à H&M, sofreu pelas mesmas razões que muitas outras empresas tradicionais – o ataque dos concorrentes online. A gigante de retalho sueca teve o pior primeiro trimestre numa década, com os stocks parados a motivarem sucessivas promoções. A empresa revelou que o inverno excecionalmente frio afetou as vendas de artigos de primavera, mas a sua cadeia de aprovisionamento pouco rápida não tem ajudado. Segundo um relatório de março da Goldman Sachs, os prazos de entrega da cadeia de aprovisionamento da H&M são duas vezes superiores aos da Inditex.

4Camisa inteligente inspirada pela flor de lótus

O projeto da camisa inteligente Lotushirt inspirou-se na microestrutura auto-limpante da flor de lótus para criar um tecido que, alegadamente, repele a água e a sujidade, possui solidez à cor, não enruga e seca rapidamente. O tecido foi desenvolvido pela empresa Fiber Secret para mimetizar a estrutura hidrofóbica da folha da flor de lótus e foi transformado numa camisa masculina «inspirada pela natureza, utilizando os mais altos princípios da nanotecnologia». A Lotushirt é um bom exemplo do crescente impacto da nanotecnologia no sector de vestuário. A empresa Fiber Secret criou agora uma página na plataforma Kickstarter para comercializar a camisa e produzi-la em grande escala.

5Internautas arrasam Big Uncle

A marca italiana Big Uncle está a ser acusada de racismo a propósito da sua nova coleção, batizada “Colonialism” (colonialismo). A expressão foi usada em estampados em sweatshirts da marca de moda masculina sediada em Milão e os internautas já mostraram o seu desagrado nas redes sociais. A marca é acusada de evocar «um período sangrento, repleto de atrocidades». A Big Uncle defendeu-se afirmando que se trata de uma coleção cujo objetivo é «perceber o estilo colonialista» e que, por isso, «o linho tem a cor dos rostos tocados pelo sol». A marca defende ainda que «escrever a palavra colonialismo numa camisola não procura celebrar o período histórico». Depois das declarações da marca italiana, começou a circular online uma petição para retirar a gama da Big Uncle de circulação.

6Marcas apostam no denim

Da Ralph Lauren à Calvin Klein, sem esquecer a Levi’s, as grandes marcas têm vindo a depositar todas as suas esperanças no renascimento do denim. Nas últimas estações, as marcas têm apresentado coleções que trabalham o tecido intemporal em diferentes peças dos guarda-roupas feminino e masculino, acreditando que o denim ainda pode voltar a ser o grande impulsionador das vendas de vestuário de outrora, numa altura em que as leggings e outras alternativas mais elásticas e confortáveis vão ganhando quota de mercado. Nos últimos anos, os jeans têm-se esforçado para combater a concorrência de alternativas como as leggings e as calças de fato de treino – os jeans de silhueta skinny foram o estilo dominante durante mais de uma década, sem nenhuma ameaça real ao seu domínio, mas, no ano passado, as importações de calças de malha elásticas superaram, pela primeira vez, as de jeans. As contas da Levi Strauss começam a acusar sinais de recuperação no mercado, com a especialista em vestuário denim a registar um crescimento de 8% na receita em 2017, alavancada, sobretudo, por uma reformulação significativa dos jeans femininos. Este foi o maior crescimento anual da Levi’s desde 2011. No segmento de luxo, marcas como a Vetements, Off White, Ralph Lauren e Calvin Klein estão, também, a contribuir para o ressurgimento do denim, reinterpretando clássicos do guarda-roupa (ver As bizarrias do denim).