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  1. Prodsmart lança kit Fábrica Digital
  2. Miguel Vieira brilha em Milão
  3. Nigéria ganha Mundial do design na Rússia
  4. H&M aposta na lingerie com a Love Stories
  5. Puig compra Dries Van Noten
  6. Decenio apoia a seleção nacional

1Prodsmart lança kit Fábrica Digital

O kit permite a qualquer unidade de produção iniciar a gestão digital do seu chão de fábrica de imediato, incluindo o registo de produção, a criação de relatórios automáticos de produtividade, desvios, qualidade, desperdício, entre outros. O kit Fábrica Digital da Prodsmart inclui todo o hardware e software necessário para o registo imediato de produção: um iPad, botões de IIoT, um leitor de código de barras ou de Rfid e a subscrição da solução Prodsmart durante 12 meses. «Queremos dar à indústria portuguesa a oportunidade de começar rápida e facilmente a gerir a sua produção de forma digital, com todas as melhorias de tempos e processos que isso traz. Sabemos que o nosso público-alvo são normalmente industriais muito focados em fazer o seu trabalho bem feito, portanto faz sentido apresentar-lhes uma solução simples de implementar e de utilizar, que implique um investimento reduzido de tempo e dinheiro», justifica o CEO Gonçalo Fortes. A nova solução, com preço a partir de 1.990 euros, está disponível no site da Prodsmart, que para as novas aquisições oferece um Manual de Gestão de Mudança com um conjunto de boas práticas e sugestões para implementação do serviço, bem como uma sessão de apoio ao arranque do processo.

2Miguel Vieira brilha em Milão

Miguel Vieira apresentou na Milano Fashion Week Uomo uma antevisão do que serão as suas propostas para a primavera-verão 2019. Cores primárias, nomeadamente azuis, vermelho aurora e amarelo açafrão, inspiração pop art e ilustrações vintage são os principais destaques da nova coleção masculina, marcada por fatos estruturados e jogos de volume, com sobreposição de peças e a utilização de várias técnicas, como o corte a laser, sublimação e termocolagem, e de matérias-primas como algodão egípcio, lã, seda e pelos falsos. É «um conceito de streetwear couture, que se deve ao destaque dado à alfaiataria e também a uma estética urbana muito forte, que transmite uma certa rebeldia», explica Miguel Vieira sobre a coleção, que dá continuidade à celebração dos seus 30 anos de carreira.

3Nigéria ganha Mundial do design na Rússia

O Campeonato Mundial de Futebol continua a movimentar milhões de adeptos e a dar que falar, não só pelos resultados por vezes surpreendentes – como o empate da Argentina com a Islândia, a derrota da Alemanha contra o México ou o empate do Brasil com a Suíça – mas também pelos equipamentos usados pelas 32 seleções, que variam entre o aborrecido e o arrojado. Segundo a análise da Fast Company, o minimalismo do kit desenhado pela Puma para a Suíça tem merecido elogios, mas a Nigéria é a campeã no que diz respeito ao design dos equipamentos. Desenvolvido pela Nike, os padrões são ousados e fazem referência à cultura do país, incluindo o verde e branco da bandeira e o padrão têxtil que se inspirou na diáspora nigeriana. «O kit faz uma homenagem subtil à camisola de 1994 da Nigéria (usada pela primeira seleção nigeriana que se qualificou para um mundial) com a manga em preto e branco inspirada na asa de uma águia e o torso em verde», explica a Nike em comunicado. Também o novo equipamento do Brasil é reminiscente do uniforme dos anos 70 – aliás, o “regresso ao passado” é uma tendência em vários kits nacionais. A Fast Company realça ainda os piores equipamentos, onde Alemanha, Espanha, México e Bélgica – todos da Adidas – ocupam os primeiros lugares. No campeonato dos maus, a Coreia do Sul recebe uma menção honrosa por «um kit simplesmente feio». Segundo a Nike, que produziu o equipamento, o padrão baseia-se na bandeira da Coreia do Sul, «mas numa t-shirt branca oversized, parece algo que se usa numa rave», resume a Fast Company.

4H&M aposta na lingerie com a Love Stories

A H&M estabeleceu a sua primeira colaboração para a área da lingerie, tendo para isso escolhido a marca holandesa Love Stories. A primeira coleção, com 20 peças, ficará disponível online e em cerca de 2.600 lojas selecionadas a partir de 9 de agosto e inclui um bralette, em diferentes estampados e cores, cuecas, strings, pijamas, quimonos e camisas de dormir, assim como máscaras de olhos e malas de viagem. A Love Stories foi criada por Marloes Hoedeman há cinco anos em Amesterdão e é conhecida pelos seus estampados mix-and-match e por cores ousadas, com propostas sensuais mas discretas direcionadas para mulheres jovens que querem lingerie bonita e confortável. «Com esta colaboração, queremos mostrar que a lingerie pode ser tão divertida e expressiva como o vestuário, mesmo que nem sempre esteja visível. Admiramos a Marloes há muito tempo pela sua energia, pela sua visão e pelos seus projetos, por isso estamos contentes por trabalharmos juntos», afirmou Pernilla Wohlfahrt, diretora de design da H&M. A retalhista sueca lançou também uma campanha, batizada Home from Home, que foi fotografada pela holandesa Annemarieke van Drimmelen nas Bahamas. Marloes Hoedeman, por seu lado, reconheceu que a ligação com a H&M vai dar notoriedade à sua marca, que conta com 17 lojas próprias em oito países e cerca de 2.500 pontos de venda em todo o mundo, com destaque para França, Holanda e Austrália. A Love Stories está igualmente a expandir-se na Alemanha e planeia chegar a várias capitais de moda e cidades à beira-mar na Europa e nos EUA no próximo ano.

5Puig compra Dries Van Noten

A casa de moda deixou, ao fim de 30 anos, de ser um negócio independente e vendeu uma quota maioritária à gigante espanhola do luxo Puig. Embora com uma representação minoritária na empresa, o designer Dries Van Noten mantém-se como diretor criativo e presidente do conselho de administração. A marca belga, que foi fundada em 1986, manteve-se sempre fiel ao seu caminho e é vista como uma das insígnias com mais influência na moda tanto para homem como para senhora, não tendo nunca perseguido um mercado jovem. Van Noten e a sua equipa são conhecidos pela exploração criativa da cor, textura e padrões, com silhuetas limpas mas distintas. Num comunicado conjunto, as duas empresas afirmaram partilhar valores e culturas comuns e estarem ambas empenhadas num crescimento «intuitivo» e pensado cuidadosamente. «A criação da parceria segue-se a um excitante período de discussão sobre objetivos e ambições partilhadas durante a qual foi criada uma relação especial entre as duas empresas e as nossas equipas», indicaram no comunicado. Marc Puig, presidente do conselho de administração e CEO da empresa familiar espanhola, afirmou estar «mais do que entusiasmado» com esta aquisição, acrescentando que a casa belga é conhecida pela sua «excecional criatividade». No ano passado, a Puig registou um volume de negócios de 1,94 mil milhões de euros, com o crescimento a assentar nas marcas próprias Carolina Herrera, Nina Ricci, Paco Rabanne, Jean Paul Gaultier, Penhaligon’s e L’Artisan Parfumeur, assim como nas licenças que detém, que incluem a Prada, Valentino, Christian Louboutin e Comme des Garçons. «A nossa entrada na estrutura do capital da Dries Van Noten prova, mais uma vez, o nosso compromisso estratégico em desenvolver o negócio da moda da Puig», acrescentou Marc Puig. Já Van Noten revelou que estava à procura de «um parceiro forte» para a sua marca e que está contente pela sua equipa e a cidade de Antuérpia «continuarem no coração e centro da empresa» neste novo capítulo.

6Decenio apoia a seleção nacional

A marca portuguesa Decenio lançou o Polo Portugal, uma edição especial que tem por objetivo apoiar a “seleção das quinas” no Campeonato Mundial de Futebol. Branco, de manga curta e em malha de algodão, o polo está decorado com o escudo e as cinco quinas sobre uma cruz de Cristo verde. Os sete castelos da bandeira nacional foram, contudo, substituídos pelo X (o número romano 10) que simboliza a marca. O modelo, que é uma estreia da Decenio em algo alusivo à seleção portuguesa, está já à venda em todas as lojas físicas e na loja online da marca.