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  1. ITMA 2019 lança app
  2. Portojóia premeia novos talentos
  3. Comprar na Zara é melhor offline
  4. Nina Ricci com sangue novo
  5. Reino Unido é o favorito do comércio eletrónico
  6. Deeply publica Manifesto

1ITMA 2019 lança app

A ITMA, feira de tecnologia têxtil, lançou uma aplicação móvel para a edição de 2019, que decorre na Fira de Barcelona, em Espanha, de 20 a 26 de junho de 2019 com o objetivo de facilitar a “navegação” no certame, que decorre de quatro em quatro anos. A organização tem-se mostrado satisfeita com a procura pelo evento, acrescentando que o espaço de exposição está totalmente lotado, apesar de terem adicionado dois pavilhões extra. «A exposição da ITMA está esgotada desde abril e muitos dos expositores vão usar o espaço para lançar máquinas novas e soluções inovadoras», afirma Fritz Mayer presidente da CEMATEX, a entidade que organiza a feira. «Esperamos uma forte adesão, por isso é aconselhável marcar o alojamento e comprar o bilhete com antecedência», acrescenta. Além de contar com informação essencial sobre a feira, a aplicação ajuda os visitantes a planear a viagem, permite pesquisar os mais de 1.660 expositores, usando diferentes critérios, e definir uma lista dos stands que se pretende visitar. «Como a ITMA é uma grande exposição, a aplicação será útil para ajudar os participantes e visitantes a maximizarem o seu tempo e recursos no local», explica Sylvia Phua, diretora-geral da ITMA Services. «Funcionará também como uma agenda que irá ajudar os visitantes a solicitar reuniões com os expositores antes de chegarem à feira. A agenda e a planta digital vão estar disponíveis a partir do final de abril de 2019», adianta. A aplicação pode ser descarregada gratuitamente a partir da Apple Store e do Google Play.

2Portojóia premeia novos talentos

O sector da joalharia nacional volta a reunir-se, de 27 a 30 de setembro, na 29.ª edição da Portojóia– Feira Internacional de Joalharia, Ourivesaria e Relojoaria, na Exponor. O evento apresenta-se com um novo formato, que pretende identificar as tendências e comportamentos que irão revolucionar a indústria nos próximos anos e dar destaque aos principais rostos dessa mudança. Nesta edição, destaque para a iniciativa “Arts & Jewels” que une jovens promessas da joalharia nacional com designers de diferentes áreas ligados à moda e à arte, para o desenvolvimento de coleções exclusivas que serão apresentadas em primeira-mão no evento. Quanto a galardões, já se conhecem os nomeados para os Prémios “Best Of 2018”, divididos em oito categorias, cujos vencedores serão revelados sexta-feira, dia 28 de setembro. Este ano, pela primeira vez, o público poderá também votar no Designer Revelação. Os novos talentos terão também lugar de destaque com a 14.ª edição do concurso “Prémio Portojóia Design”, nesta edição subordinado ao tema “The Need of Me”. Na última edição, a Portojóia reuniu 150 expositores e mais de 10.000 visitantes profissionais, sendo que cerca de 270 viajaram de países como Espanha, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda, Brasil, Roménia, Irlanda e Roménia.

3Comprar na Zara é melhor offline

O online não está a beneficiar a Zara. É pelo menos essa a perspetiva do analista da Credit Suisse, Simon Irwin, que refere que o online está a expor os problemas com os tamanhos das roupas, a qualidade dos produtos e o serviço online da marca da Inditex. Há comentários de utilizadores que referem que os produtos da Zara são «fracos e a cair» nos sites de opinião de consumidores, como o Trustpilot e o SiteJabber, escreve o analista numa nota a antever os resultados do primeiro semestre de 2018. «Acreditamos que comprar na Zara ainda é uma melhor experiência offline», indica Irwin, citado pela Bloomberg. Ainda que o online esteja a ajudar ao crescimento das vendas comparáveis, este pode ter um impacto na margem bruta, considera. O corretor estima que a Internet vai representar cerca de 10% das vendas da Inditex este ano, mais 2,4% do que em 2013. É também esperado que 2018 seja o sexto consecutivo de declínio do Ebitda. As ações da Inditex tiveram a pior semana em sete anos em agosto, caindo 8,7% depois da Morgan Stanley publicar um relatório onde indica que o grupo passou de ótimo para bom. A Credit Suisse também reduziu o seu preço-alvo para 24 euros, em comparação com os anteriores 25 euros.

4Nina Ricci com sangue novo

Os designers holandeses Lisi Herrebrugh e Rushemy Botter foram nomeados diretores artísticos conjuntos da Nina Ricci e irão supervisionar o negócio de pronto-a-vestir feminino do grupo Puig. A primeira coleção para a Nina Ricci feita por ambos será a preview para o outono de 2019, a que se seguirá a linha completa para a mesma estação para as passerelles de Paris em março próximo. José Manuel Albesa, presidente de marcas, mercados e operações do Puig, acredita que os novos nomes vão dar uma faceta contemporânea à marca, que por si própria é marcada pela feminilidade e tradição, bem como «uma grande dose de frescura». «Estávamos à procura de alguém único», afirmou ao Women’s Wear Daily, descrevendo o trabalho dos designers como poético, arrojado e divertido. «Eles fizeram alguns esboços para mostrar a sua visão para a marca e eu fiquei realmente maravilhado porque não era uma evolução, mas sim uma revolução», elogiou. Charlotte Tasset, a nova diretora de moda e fragrâncias da Nina Ricci, referiu ao mesmo jornal que o universo dos designers «expressa uma força apaixonante, sinceridade e um arrojo extraordinário profundamente ligado ao seu tempo. Misturado com a doçura natural e poesia presente na sua visão, este espírito criativo único vai fazer nascer uma nova mulher Nina Ricci». A dupla de designers afirma sentir-se muito inspirada «pela frescura, feminilidade e mistério que fazem da Nina Ricci uma bela ode à feminilidade. Esperamos criar um novo espírito, o espírito dos nossos tempos, sem esforço, mas sofisticado, forte e positivo».

5Reino Unido é o favorito do comércio eletrónico

O Reino Unido foi considerado o maior exportador de compras online de toda a Europa, de acordo com um relatório da Ipsos para a PayPal. O 4.º relatório anual “Cross-Border-Commerce” revela que os consumidores internacionais fizeram mais compras online a empresas britânicas do que em qualquer outro país da Europa. O vestuário é a categoria mais popular para compras no estrangeiro, com 68% dos clientes internacionais a comprar roupa noutros países, no ano passado. Outros produtos populares para compras online são os aparelhos eletrónicos (53%), as joias e relógios (51%) e cosméticos e produtos de beleza (46%). Os EUA foram o país com maior interesse pelas empresas britânicas. Clientes dos EUA compram pela Internet o equivalente a cerca de 12,5 mil milhões de libras (aproximadamente 14 mil milhões de euros) nos últimos 12 meses. A China foi outro país importante para o Reino Unido, com os chineses a comprarem o equivalente a cerca de 5,7 mil milhões de libras no último ano. O que leva os consumidores a comprar pela internet produtos provenientes de empresas de outros países é a procura por melhores preços. Prova disso é que 7 em cada 10 (72%) inquiridos que compram fora do seu país admitiram que o fazem devido aos preços mais baixos. A queda no valor da libra após o Brexit fez dos bens do Reino Unido ainda mais atrativos, refere o relatório. Nicola Longfield, diretora para pequenas empresas da PayPal, refere que «com o crescimento da economia britânica a permanecer moderado, é tempo de todos os negócios britânicos abrirem portas aos clientes internacionais. As compras internacionais estão a aumentar a um ritmo acelerado. Este estudo evidencia os pequenos ajustes que as empresas podem fazer para captar mais vendas internacionais. Se se definir uma fronteira à volta do negócio, está-se simplesmente a impor um limite às vendas. Da Áustria até à Austrália, da Bélgica ao Brasil, todos compraram no mercado britânico nos últimos 12 meses. Com o Reino Unido a superar-se a si mesmo e a liderar a Europa no que toca ao comércio eletrónico, esperamos que outras empresas se sintam encorajadas a vender os seus produtos online e internacionalmente». O relatório inclui um estudo de caso sobre a Castore, uma loja britânica com roupa desportiva de luxo lançada em 2016. A empresa prevê que as suas vendas atinjam os 2,7 milhões de libras este ano, acima das 750 mil libras de 2017. Mais de metade das vendas totais da empresa nos últimos três meses chegaram da América do Norte e da Ásia. Tom Beahon, cofundador da Castore, afirma que «a rapidez e facilidade de comprar e vender online mudou o negócio do retalho e permitiu às startups do Reino Unido crescerem rapidamente e ter sucesso a uma escala global». Os retalhistas britânicos estão agora a ser incentivados a aproveitar a oportunidade e vender para fora do seu país para usufruírem dos benefícios de um mercado global. O Ministério para o Comércio Internacional garante estar a facilitar e a tornar mais barato vender pela Internet para consumidores internacionais com taxas específicas e com apoio de consultores ao comércio online. «O estudo do PayPal é uma ótima notícia para a Grã-Bretanha – um sinal claro da forte procura pelos nossos produtos e do sucesso que os retalhistas do Reino Unido já têm online», sublinha Rona Fairhead, Ministra para o Comércio Internacional. «A nossa recém-publicada Estratégia de Exportação estabelece a ambição de aumentar o peso as exportações no PIB para os 35%. Conseguir que mais empresas do Reino Unido vendam online é a chave para alcançar isso», conclui.

6Deeply publica Manifesto

A Deeply lançou um novo vídeo denominado “Manifesto”, que reflete a filosofia da marca, assente nos valores do mar e do surf. «Acreditamos que todos temos um apelo interior para uma vida melhor. Acreditamos que todos querem uma vida mais saudável, mais ligada à natureza e mais equilibrada. E o surf é o meio para atingir esse fim», resume a marca especializada em casual surfwear e artigos de surf e skate.
A Deeply abraçou recentemente um novo posicionamento, dando início a um processo de internacionalização, através da venda exclusiva dos seus produtos na sua plataforma online. Surf, skate e snowboard (os 3 S´s) são os desportos que a Deeply vai trabalhar no futuro, uma vez que acredita que as três modalidades se complementam entre si em todos os públicos. «O surf está profundamente ligado ao ambiente e ao equilíbrio. É esta a mensagem que queremos passar a quem não conhece o universo ligado ao surf. Na Deeply somos apaixonados por esta filosofia de vida e queremos dá-la a conhecer aos nossos clientes», defende Ricardo Aragão, diretor de marketing da Deeply.