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  1. UMinho entre as melhores universidades do mundo
  2. Mango quer ir mais longe no digital
  3. Berg reforça aposta no trail para 2019
  4. Ikea adapta-se ao futuro
  5. Selena Gomez lança coleção com a Puma
  6. Falta ambição ecológica na China

1UMinho entre as melhores universidades do mundo

A Universidade do Minho integrou a lista das melhores universidades mundiais em nove categorias do World University Rankings 2019 by Subject, da Times Higher Education (THE). Em comunicado, a instituição de ensino superior refere que os resultados refletem a avaliação de indicadores como a qualidade do ensino, a qualidade e o impacto da investigação, a capacidade de internacionalização e a relevância da ligação à indústria. Os University Rankings 2019 by Subject são revelados anualmente pela THE e destacam as melhores universidades em 11 áreas científicas. Nesta avaliação, a UMinho ocupa o top 250 na categoria Education, surge no top 300 na área Psychology e no top 400 em Arts & Humanities. Nos domínios Pre-clinical, Clinical & Health, Engineering & Technology e Business and Economics, a UMinho integra a lista das 500 melhores universidades mundiais. Nas áreas Social Sciences e Computer Science a academia minhota surge no intervalo 501-600 e na Physical Sciences no intervalo 601-800.

2Mango quer ir mais longe no digital

A retalhista espanhola garante que o seu novo centro de inovação digital, instalado em Barcelona, vai ajudar a acelerar as vendas online e a aproximar a Mango da liderança digital no sector da moda. O novo centro, localizado no Distrito 22@ (conhecido como o distrito da inovação), abrirá no início de 2019. Uma pequena parte da equipa que trabalha na sede da marca será transferida para o novo espaço e, em conjunto com novos membros, o espaço albergará, ao longo dos próximos anos, um efetivo de 100 elementos. A Mango é a segunda retalhista espanhola de maior dimensão e com mais exportações, abaixo da Inditex, e estima que as suas vendas online, que atualmente representam 15% das vendas totais, aumentem para 20%, num período entre dois a três anos.

3Berg reforça aposta no trail para 2019

A marca portuguesa de artigos para desporto e ar livre vai reforçar a aposta no trail running já no próximo ano. Em comunicado, a Berg Outdoor garante estar «empenhada em contribuir para que os praticantes de trail em Portugal e no mundo possam praticar a modalidade e aproveitar a vida na natureza e ao ar livre». Na prática, a Berg Outdoor tem previsto o apoio a diversos projetos e iniciativas, como a Seleção Nacional Portuguesa de Trail ou o Madeira Island Ultra Trail (MIUT), entre muitas outras ações. A marca será ainda a patrocinadora principal do Campeonato do Mundo de Trail, que se realiza em Portugal, na Serra da Lousã, em junho de 2019. «A Berg Outdoor tem como objetivo permitir aos seus clientes beneficiar da vida ao ar livre e em contacto com a natureza, desenvolvendo e disponibilizando produtos de elevada qualidade, bem como criando e apoiando iniciativas que permitam cumprir a sua missão. Nesse sentido, em 2019 vamos prosseguir este nosso compromisso, nomeadamente apoiando atletas e projetos de referência em Portugal, mas também a nível internacional», explica a diretora de marketing Diana Pinto. «Queremos colocar a nossa capacidade de inovação e desenvolvimento de produto ao serviço de um número crescente de pessoas, oferecendo produtos para a prática desportiva, mas também para o dia-a-dia, conjugando qualidade e design», afirma.

4Ikea adapta-se ao futuro

A gigante sueca irá despedir cerca de 7.500 trabalhadores a nível mundial, à medida que se adapta às mudanças do mundo do retalho. No entanto, a Ikea garante que irá criar outros milhares de postos de trabalho nos próximos dois anos. O CEO Jesper Brodin revelou que a retalhista «continua a crescer e a ter uma boa performance», mas reconhece que «o cenário do retalho se está a transformar a um ritmo e escala nunca antes visto». Os cortes, que representam cerca de 5% da mão-de-obra da empresa a nível mundial, acontecerão maioritariamente nos escritórios e nas «funções gerais» dos 30 mercados nos quais opera. A retalhista pretende «que haja um maior enfoque em fazer das lojas atuais ainda melhores e pegar na oportunidade para renovar e reinventar o negócio de uma forma que seja inspirada pela história, cultura e valores da Ikea», explica Brodin. Na prática, fará um maior esforço para chegar a consumidores dos centros urbanos que não estão necessariamente a comprar em espaços comerciais. Haverá mais lojas Ikea nos centros das cidades e um maior foco no digital. A retalhista não tem apostado tanto no online como outros atores do ramo. Contudo, a aposta já começou a compensar, com os recentes aumentos nas vendas, que têm sido parcialmente atribuídos às vendas online. No último ano, o número de visitantes ao site aumentou 10%, atingindo os 2,4 mil milhões de utilizadores, enquanto o número de consumidores nas lojas físicas subiu 3% para 838 milhões. A Ikea, que nas últimas décadas tem apostado num perfil de consumidores com automóvel e estão preparados para se deslocarem alguma distância experienciar a cadeia, refere que tem agora que responder à diminuição no número de proprietários de automóveis e aos consumidores que exigem mais conveniência. A retalhista revela ainda que está a avaliar todas as partes da organização e que, ao longo dos próximos dois anos, serão criados 11.500 novos postos de trabalho, «através da abertura de cerca de 30 novos pontos de venda Ikea e aposta nas potencialidades do online».

5Selena Gomez lança coleção com a Puma

Depois da colaboração com a Coach, Selena Gomez associa-se agora à Puma, tendo desenhado uma nova coleção que será lançada a 12 de dezembro. Trata-se do seu primeiro trabalho para a marca desportiva que, garante a Puma, «não é só uma coleção, mas também uma afirmação de força e confiança das raparigas de hoje em dia. É uma gama de produtos que tem a palavra “strength” associada a todas as peças e usa o legado de mulheres fortes do passado para criar roupa clássica para as mulheres de hoje». O nome da coleção é, precisamente, Strong Girl e propõe «cores confiantes e silhuetas arrojadas com a intenção de ajudar as mulheres e destacarem-se da multidão. É um balanço equilibrado entre feminilidade e modernidade. A coleção abrange vários estilos e gostos que atraem a personalidade de raparia forte e reflete as suas lutas do quotidiano», explica a marca. O vestuário e os acessórios apresentam «as cores que a Selena mais usa no seu dia-a-dia: preto, branco e cinzento. Além disso, algumas peças ostentam mensagens inspiradoras escondidas», revela. A coleção abrange «peças-chave, com o objetivo de criar camadas, misturar e combinar, transitando entre diferentes estados de espírito e cenários. Muitas escolhas remetem a 1992, o ano em que Selena Gomez nasceu. Ainda que o vestuário tenha um design mais relacionado com corrida e treino, há um foco intencional na moda. A coleção é muito flexível», garante a Puma. A campanha de lançamento contou com a direção criativa de Dana Veraldi, que «de forma descontraída, brincou com a embalagem e com a campanha, através das suas ilustrações». A fotografia foi realizada por Katie McCurdy e a Selena juntam-se «as suas amigas mais próximas, mulheres fortes que lidam com ela diariamente», nomeadamente Connar Franklin, Raquelle Stevens, Courtney J Barry, Caroline Franklin e Theresa Marie Mingus.

6Falta ambição ecológica na China

Um quadro de referência que estabelece padrões de sustentabilidade, elaborado por 10 dos maiores produtores da viscose da China, tem sido descrito como «de fraca ambição». O plano, que é desenvolvido pela Collaboration for Sustainable Development of Viscose (CV) – um projeto lançando no início do ano numa parceria com duas associações comerciais chinesas –, foi elaborado em resposta ao atual escrutínio que está sujeita a produção da viscose, em termos de sustentabilidade da fibra obtida a partir da celulose. O plano pretende ajudar os membros a melhorar e a normalizar as suas práticas, de acordo com um conjunto de normas de sustentabilidade credíveis, práticas e amplamente aceites à escala internacional. No entanto, um relatório da Changing Markets Foundation, denominado Dirty Fashion: Spotlight on China, revela que o plano permite aos membros escolherem entre as diferentes normas que devem cumprir e não é transparente. Especificamente, a Changing Markets refere que o projeto da CV «tem falta de ambição», ao não obrigar os membros a atingir o nível mais alto da Chinese Clean Production Standard ou de alguma norma que esteja alinhada com as EU Best Available Techniques (BAT). O relatório também refere que há falta de clareza e transparência ao não se revelar publicamente o modo como o plano será monitorizado, verificado e se se irá ou não sancionar membros que não cumpram as normas. «Num tempo em que as grandes marcas de moda, como a Inditex e a Next, estão a enviar uma mensagem clara aos seus fornecedores para que se comprometam com uma produção responsável de viscose, é uma grande desilusão ver tantas deficiências neste plano da CV», lamenta Urska Trunk, diretora de campanha da Changing Markets. «É uma fraca tentativa de limpar a imagem da produção de viscose na China e muito mais tem que ser feito para garantir que os produtores chineses têm as mesmas ambições de outros atores da indústria. No formato atual, as marcas e os retalhistas não devem aliar-se à iniciativa da CV se querem dar provas da sua sustentabilidade», avisa.