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  1. Hyena, a nova marca portuguesa feita à medida
  2. Alma de Inês Torcato espelha-se na água
  3. Zara troca plástico por papel reciclado
  4. Levi Strauss regressa à Bolsa
  5. Sloggi renova identidade
  6. Finalistas do Modatex revelam coleções

1Hyena, a nova marca portuguesa feita à medida

«Um hino às mulheres e à capacidade de se reinventarem», é assim que se lança a Hyena, uma nova marca portuguesa feminina criada pela designer Catarina de Castro Lopes. O conceito principal da marca «baseia-se no tailor made, como num puzzle, todos os elementos se encaixam para produzir peças ao gosto de cada cliente», explica a marca em comunicado. Deste modo, os clientes podem escolher a cor, a silhueta, as mangas e a altura das saias, num processo de escolha e seleção que pode ser feito através do site da marca. Após a compra do produto, podem ser feitos ajustes, gratuitamente, no atelier, localizado na Lx Factory, em Lisboa. «Este é o contributo da Hyena para diminuir o impacto no meio ambiente promovendo um consumo responsável e sustentável», acrescenta a marca.

2Alma de Inês Torcato espelha-se na água

A designer portuguesa lançou a campanha da coleção primavera-verão 2019, onde o conceito Alma «se espelha na limpidez da água», revela em comunicado. A coleção foi apresentada na 43ª edição do Portugal Fashion. Na altura, a designer explicou ao Portugal Têxtil que o conceito se reflete «nas silhuetas justas e sobreposições de tons de pele em collants, criando uma segunda pele». A campanha «traduz a melancolia do trabalho de Inês Torcato, através do vazio dos espaços e do movimento em contraste com a rigidez. A estética e as cores do ambiente, como os pequenos azulejos e os tons de azul, criam uma associação direta com a gama de cores da coleção e a sua vertente mais orgânica», acrescenta o comunicado. A silhueta conjuga o oversize com peças muito justas, em tons de nude, ocre, rosa, azul e cinza.

3Zara troca plástico por papel reciclado

A Zara acaba de reforçar a sua aposta na sustentabilidade e na reciclagem com a substituição dos sacos de plástico por papel 100% reciclado e reutilizável. Em concreto, os novos sacos de papel possuem a certificação internacional de sustentabilidade “Forest Stewardship Council” e serão usados durante o corrente ano nas lojas da insígnia do grupo Inditex. A iniciativa engloba ainda a substituição dos envelopes de oferta, em consonância com a imagem dos novos sacos e com as caixas de pedidos do canal online como parte do projeto “Green to Pack”, cujo objetivo principal é «otimizar as embalagens usadas em toda a cadeia de fornecimento e reduzir ao máximo todo o tipo de resíduos», adianta a retalhista. Deste modo, estima-se uma diminuição de cerca de 70% no gasto de tinta e de 30% no consumo de água. O gigante espanhol está também a investir em inovação para que todo o plástico utilizado na sua atividade possa ser reutilizado, reciclado ou compostado de forma a ser reintroduzido no circuito.

4Levi Strauss regressa à Bolsa

A Levi Strauss vai voltar à Bolsa de Nova Iorque após 34 anos de ausência, segundo um documento enviado à comissão de mercado de valores (SEC, na sigla inglesa). A empresa, sediada em São Francisco, na Califórnia, pretende regressar ao mercado nova-iorquino com o símbolo “LEVI” e mediante uma operação pública de venda com a qual pretende angariar pelo menos 100 milhões de dólares, ainda que este valor seja frequentemente usado como ponto de partida para calcular as taxas e depois alterado. Meios especializados como a cadeia norte-americana CNBS assinalam que a especialista em jeanswear pretende obter entre 600 e 800 milhões de dólares com esta oferta, num momento especialmente difícil para a indústria do denim, que tem perdido terreno para outros têxteis. Com estas receitas adicionais, a Levi Strauss planeia diversificar a sua produção e conservar a liderança no fabrico de jeans masculinos, cuja faturação aumentou 3% em 2018 comparativamente ao ano anterior. O documento refere ainda que uma das prioridades da empresa é ampliar a sua presença «em mercados emergentes-chave», como a China, Índia e Brasil, para assegurar o crescimento no longo prazo. A China representa 20% do mercado global do vestuário, mas para a empresa fundada em 1853 representou apenas 3% do volume de negócios do último ano fiscal. Uma percentagem das receitas derivadas da entrada em Bolsa também poderá ser destinada para «a busca de aquisições vantajosas», apesar do documento não adiantar mais pormenores nesse sentido. A Levi Strauss esteve cotada em Bolsa de 1971 a 1985, quando os descendentes do fundador decidiram retirá-la.

5Sloggi renova identidade

A marca de roupa interior de homem e mulher desenvolveu uma nova imagem visual global que inclui um novo logotipo e uma paleta de cores renovada. «A sloggi sempre teve uma perspetiva única sob o mercado da roupa interior, algo que se deve a uma personalidade de marca arrojada. O nosso objetivo é garantir que esta essência é transmitida através de uma identidade rica que pareça intemporalmente contemporânea e consista em cores e imagens icónicas e num tom de voz único», justifica Tom Jacobs, diretor geral de marketing estratégico. O lançamento da nova identidade pretende impulsionar «a coesão da estratégia renovada da marca, conectando a aparência e a sensação do packaging e branding da linha principal da sloggi com as linhas recentemente lançadas – sloggi move e s by sloggi», revela a marca em comunicado. Lançada no arranque de 2019, a nova imagem da marca será lançada globalmente nas próximas campanhas da marca, na sua loja online, nas lojas sloggi e retalhistas.

6Finalistas do Modatex revelam coleções

No dia 22 de fevereiro, a partir das 18h30, os alunos finalistas do Curso de Design de Moda do Modatex Lisboa vão apresentar as suas coleções finais, no Museu Militar, em Lisboa. O evento, denominado Breaking Point, assinala o final do percurso formativo iniciado em 2016 e pretende mostrar as aptidões e competências adquiridas pelos alunos ao longo da formação. «É com um enorme orgulho que vemos frequentemente o trabalho dos nossos antigos alunos ser destacado e reconhecido nacional e internacionalmente nos grandes eventos de moda. É um claro sinal da qualidade dos nossos jovens e do ensino ministrado em Portugal», afirma José Manuel Castro, diretor do Modatex. No evento, irão desfilar as coleções dos jovens Joana Jordão, Vitor Baessa, Mair, João Feitor, Bela Luz, Raquel Contreiras e Silvana Pimenta.