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  1. Zippy promove limpeza das praias
  2. Do pão nasce o têxtil
  3. Havaianas e Happy Socks juntas para o verão
  4. O que afasta os consumidores dos websites?
  5. Asos lança passerelle virtual
  6. AORP promove legado da joalharia

1Zippy promove limpeza das praias

A marca de moda infantil da Sonae uniu-se recentemente à Bandeira Azul, no movimento Trash Tag Challenge, para promover a limpeza das praias portuguesas, tendo desenvolvido uma ação de carácter social com os seus colaboradores. O objetivo foi sensibilizar e consciencializar a comunidade para as questões ambientais e a importância deste tipo de iniciativas. O desafio foi lançado a cerca de uma centena de colaboradores da Zippy que realizaram uma ação de recolha de lixo na praia de Leça da Palmeira, uma praia considerada limpa. Durante esta ação de limpeza, a equipa recolheu essencialmente garrafas de plástico e plásticos de pequenas dimensões, redes, artigos de pesca e resíduos sólidos variados. «Dentro do universo Sonae, onde se inclui a Zippy, temos vindo a perceber que, cada vez mais, os nossos colaboradores se preocupam com estas questões e promovem muito proactivamente algumas iniciativas internas. Esta foi uma delas e vamos continuar a desenvolver este tipo de ações, que contribuem também para um fortalecimento da nossa cultura interna», afirma Joana Ribeiro da Silva, administradora da Zippy.

2Do pão nasce o têxtil

O desperdício de pão é um problema na Suécia, onde 88 mil toneladas são deitadas fora todos os anos, o equivalente a 350 pães por minuto, segundo a Universidade de Borås. Os investigadores da instituição de ensino superior sueca estão a tentar combater esse desperdício. «Reparámos que muita da comida que sobra nos supermercados é pão e, por isso, quisemos ver como o poderíamos transformar num novo produto», explica Akram Zamani docente e investigadora da Universidade de Borås. Com o crescimento da procura mundial por têxteis, Zamani questionou se seria possível resolver simultaneamente os dois problemas: a produção excessiva de pão e a necessidade de criar mais têxteis sustentáveis, livres de químicos. Ao colocar diferentes tipos de pães deixados nos supermercados num biorreator foi possível cultivar fungos, para depois transformá-los em fios e têxteis nã- tecidos. «Quando o pão se transforma numa biomassa de fungos, removemos a proteína, que pode ser usada para a alimentação de humanos e animais», revela. Os cientistas estão agora a explorar aplicações como o vestuário, têxtil-lar ou área médica. «Já fizemos a maior parte do cultivo e funcionou bem. Atualmente estamos a trabalhar no desenvolvimento do fio e a testar diferentes métodos para melhorar as propriedades do mesmo. Não existem investigações anteriores sobre isto, por isso é difícil saber o que esperar», acrescenta.

3Havaianas e Happy Socks juntas para o verão

A marca brasileira uniu forças com insígnia sueca de roupa íntima para criar uma coleção cápsula para esta estação estival, com três conjuntos distintos. A coleção combina os famosos chinelos brasileiros com meias coloridas da marca sueca, nomeadamente o modelo split-toe. As meias deste modelo, com separação entre o dedo maior do pé e os dedos menores, são próprias para serem usadas com os chinelos. A coleção combina uma gama de cores vibrantes, típicas da Happy Socks, com o icónico design dos chinelos Havaianas. A coleção inclui três combinações de cores, com padrões inspirados em paisagens suecas e praias brasileiras, entre palmeiras e renas do pai natal, ondas do mar e chapéus de sol, assim como montanhas com neve, praticantes de ski e surfistas. «Os opostos atraem-se! As meias e os chinelos são a combinação perfeita para espalhar felicidade e cor em todo o mundo, seja qual for a estação», considera Viktor Tell, fundador e diretor criativo da Happy Socks. A coleção está disponível online nos websites de ambas as marcas e nas lojas físicas da insígnia sueca.

4O que afasta os consumidores dos websites?

Poucas imagens dos produtos ou fotografias de qualidade reduzida estão a desincentivar compradores do Reino Unido, de acordo com um estudo que revela as principais razões que afastam os consumidores das compras online. Um inquérito a 1.213 adultos britânicos, realizado pela agência de marketing Marketingsignals, mostra que mais de metade (58%) das empresas que vendem através de comércio eletrónico «está a afastar potenciais clientes ao cometer erros simples». A principal razão é as imagens inadequadas (61%), seguida de descrições de produtos igualmente inadequadas (57%). Para 52% dos inquiridos, a falta de apoio ao cliente é uma das grandes lacunas nas plataformas, enquanto 47% citam o aparecimento de janelas intrusivas nas páginas iniciais. Processos de compra demasiado complicados afetam 43% dos inquiridos, enquanto 41% se afastam de plataformas que têm pouca ou nenhuma presença nas redes sociais. Para os britânicos, as redes sociais são mais importantes do que as opções de entrega dos produtos, que foram referidas por 34% dos inquiridos. 27% afastam-se de websites que não estejam otimizados para telemóveis. Apesar de afetar poucos consumidores, a falta de informação na página “sobre nós”, que é fácil de resolver, é mencionada por 16% dos inquiridos. 11% admitem que poderiam abandonar uma página se esta não oferecer opção de pagamento através de PayPal ou Apple Pay. Gareth Hoyle, diretor-geral da Marketingsignals, conclui que «é claro, através do estudo, que os potenciais consumidores não compram em websites com os quais não estão familiarizados, o que mostra o quão importante é para as empresas que vendem online que o processo de compra seja o mais simples possível, de modo a que a transição se realize com facilidade».

5Asos lança passerelle virtual

A retalhista online lançou a sua primeira ferramenta de realidade aumentada, batizada “Virtual Catwalk”, que permite aos consumidores ver os modelos no seu telemóvel a desfilar, com se estivessem a caminhar à sua frente. A funcionalidade teste está disponível na aplicação da Asos e foi desenvolvida em parceria com a empresa londrina HoloMe. Através da tecnologia, os utilizadores apontam a câmara do seu smartphone para qualquer superfície plana e clicam no botão “AR” (sigla inglesa para realidade aumentada) na página dos produtos, na aplicação, para verem uma passerelle virtual. «Ao permitirmos aos consumidores transportar as compras no seu smartphone para o espaço físico, podemos criar uma experiência de compras mais íntima. Estamos entusiasmos para vermos como é que a nossa tecnologia pode ser usada para comunicarmos com os consumidores», afirma Janosch Amstutz, CEO da HoloMe. Recentemente, a Asos apostou na Google Assistant, permitindo aos consumidores realizar compras através da voz, e também introduziu um Fit Assistant, que usa a Inteligência Artificial para ajudar os consumidores a encontrarem o tamanho ideal das peças à primeira tentativa. A retalhista está também a testar outras funcionalidades que usam a realidade aumentada, incluindo uma ferramenta que ajuda os clientes a visualizar os produtos em modelos com diferentes tamanhos, para que tenham uma melhor noção de como as peças lhes podem servir.

6AORP promove legado da joalharia

“Portuguese Jewellery Legacy” é a designação da nova campanha internacional promovida pela AORP – Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal que visa a valorização da joia como um legado. Segundo a AORP, a campanha remete para os valores da eternidade e intemporalidade das joias portuguesas, recuperando as técnicas e desenhos tradicionais. Entre estes estão o colar de grilhão, os brincos barrocos ou o fio de trancelim. «Fizemos um profundo trabalho de identificação das técnicas e das empresas especializadas em cada técnica, que na sombra das suas oficinas, preservam o legado de arte e tradição, que nos caracteriza e diferencia em todo o mundo. Paralelamente fomos ao encontro das marcas contemporâneas que transpõem estas mesmas técnicas para o novo contexto de consumo global, através do design e da comunicação com um novo público ávido de peças com identidade e história», afirma Nuno Marinho, presidente da AORP. Ao mesmo tempo que pretende valorizar a tradição, a campanha faz a apologia dos valores de sustentabilidade, comércio justo e consumo responsável. «As joias são eternas. Feitas à base de matérias-primas nobres, como a prata, o ouro ou a platina, as joias têm grande resistência e perdurabilidade no tempo. Além disso, os metais são altamente flexíveis e moldáveis e podem ser reciclados continuamente, fechando o ciclo», destaca Nuno Marinho. Para assinalar o lançamento da nova campanha, a AORP promove o primeiro showcase de joalharia portuguesa, nos dias 5 e 6 e julho, na Casa da Arquitetura, em Matosinhos.