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  1. INL aposta nos sensores e nos wearables
  2. OMC alerta para as restrições comerciais
  3. Gateway promove segurança no ensino
  4. MO com nova morada em Mirandela
  5. Exportações têxteis disparam no Vietname
  6. Nike expande produção nos EUA

1INL aposta nos sensores e nos wearables

O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) assinou um acordo com o Instituto de Investigação de Textil e Vestuário de Hong Kong (HKRITA) para promover o avanço no desenvolvimento de sensores e wearables. As duas partes firmaram um memorando de entendimento, no complexo cultural The Mills, no Japão. O diretor-geral adjunto do INL, Paulo Freitas e o CEO do HKRITA, Edwin Keh, assinaram o acordo em nome dos dois institutos. O documento tem como objetivo fortalecer a colaboração entre o INL e o HKRITA no desenvolvimento de tecnologias que envolvam sensores e wearables. Segundo o acordo, este tipo soluções tecnológicas «vai representar um papel cada vez mais importante» numa série de atividades sociais e profissionais. Paulo Freitas afirma que os sensores e a Internet das Coisas «já estão a potenciar os wearables, que permitem monitorizar uma ampla variedade de sinais vitais e dados relacionados com o corpo humano. O INL irá trabalhar com o HKRITA para explorar novos conceitos, métodos de fabricação e rotas de integração com o objetivo de melhorar os wearables e a sua utilização». Já Edwin Keh garante que «os sensores e os wearables terão um impacto positivo no nosso desenvolvimento social, permitindo-nos explorar mais possibilidades. Esta colaboração irá gerar inovações úteis para a indústria e para a sociedade».

2OMC alerta para as restrições comerciais

A amplitude das medidas restritivas ao comércio impostas pelos países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) atingiu níveis históricos, conferindo maior incerteza às trocas comerciais internacionais e à economia mundial. De acordo com um novo relatório da OMC, a abrangência comercial das medidas restritivas implementadas pelos membros entre outubro de 2018 e maio de 2019 deverá atingir os 339,5 mil milhões de dólares (cerca de 304,73 mil milhões de euros). Trata-se do segundo valor mais alto de que há registo, abaixo dos 588,3 mil milhões de dólares verificados no período que lhe antecedeu. Em conjunto, os resultados representam uma subida drástica na abrangência das medidas restritivas ao comércio e levaram o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, a apelar aos membros da OMC que trabalhassem em conjunto para ajudar a melhorar a situação. «Estas ações têm efeitos económicos reais e os alarmes já estão a soar. O cenário geral é preocupante. O relatório da OMC dá provas de que as tensões comerciais continuam a dominar o ambiente comercial mundial. A mensagem deste relatório é muito séria. É importante que as tensões comerciais se reduzam, já que estão a conduzir à criação de maiores barreiras comerciais, maior incerteza e menor crescimento comercial», aponta. O relatório mostra ainda que os países do G20 representam a maior fatia no que concerne à abrangência da implementação de medidas restritivas ao comércio.

3Gateway promove segurança no ensino

Fruto da sua relação com a Hikvision, a empresa de produção, comercialização e instalação de soluções antifurto para redução das quebras no retalho está a apresentar no mercado nacional uma oferta de soluções para o sector da educação, com especial ênfase na eficiência de gestão dos sistemas, nas plataformas de alarmística e no elevado nível de inteligência das soluções. «As soluções que a Gateway disponibiliza para o sector do ensino foram cuidadosamente pensadas para responderem assertivamente às especificidades das escolas, faculdades e campus universitários», afirma Carlos Truta, CEO da Gateway Portugal. «A empresa coloca à disposição do mercado as mais recentes inovações tecnológicas materializadas em produtos de segurança de última geração para assegurar a proteção dos alunos e das instalações e conferir maior tranquilidade a professores, staff e pais», explica. A Gateway disponibiliza tecnologias de rede, áudio, vídeo e de reconhecimento inteligente para garantir que os alunos, pais e administrações das escolas têm acesso a um ambiente de aprendizagem tranquilo e seguro. Através das tecnologias, a Gateway promete uma gestão eficiente com sistemas integrados, uma gestão organizada dos subsistemas das escolas, a eliminação de pontos mortos na vigilância em vídeo e sistemas de alarme, a alocação de recursos libertados a atividades de gestão do campus e adequação de sistemas de alarmes em áreas abertas como recreios. Nos portões das escolas, é possível, por exemplo, instalar sistemas de captura e reconhecimento facial e sistemas de vigilância de veículos, para impedir o acesso a visitantes indesejados. Em áreas públicas, as câmaras PanoVu podem facultar uma visualização abrangente assegurando ainda assim um close-up de imagem sempre que necessário. Nos escritórios do campus ou nas salas de aula, a Gateway disponibiliza sistemas de controlo de acesso através de credenciais presentes em cartões, impressões digitais ou sistemas de reconhecimento facial.

4MO com nova morada em Mirandela

A marca portuguesa do grupo Sonae inaugura hoje uma nova loja em Mirandela, integrada na Galeria Comercial Continente Modelo. O novo espaço, com 413 metros quadrados, tem como objetivo «reforçar a presença da marca no distrito de Bragança com uma oferta alargada para toda a família tendo por base quatro pilares essenciais: preço acessível, moda atual e comercial, conforto e fiabilidade», anuncia em comunicado. Para celebrar este marco, a MO vai oferecer, hoje, uma bolsa aos 200 primeiros clientes que efetuarem compras iguais ou superiores a 20 euros.

5Exportações têxteis disparam no Vietname

Segundo novos dados da Associação de Têxtil e Vestuário do Vietname (VITAS na sigla inglesa), as exportações de têxteis e vestuário no Vietname aumentaram 8,61% nos primeiros seis meses de 2019, para 17,97 mil milhões de dólares (aproximadamente 16,12 mil milhões de euros). Na primeira metade de 2019, só as exportações de vestuário cresceram 8,71% para 14,02 mil milhões de dólares, enquanto as exportações de têxteis subiram 29,9% para 1,02 mil milhões de dólares. As exportações de fibras e fios atingiram os 2,01 mil milhões de dólares, numa subida de 1,1%. O maior cliente internacional do Vietname no período foram os EUA, importando produtos no valor de 7,22 mil milhões de dólares, um aumento de 12,84% em relação ao ano passado. As importações dos países membros do Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífico (CPTPP) cresceram 11,13% em relação ao mesmo período de 2018, atingindo os 2,57 mil milhões de dólares, enquanto União Europeia (UE) importou 2,05 mil milhões de dólares em produtos de vestuário e têxteis do Vietname, numa subida anual de 10,46%. No entanto, segundo a imprensa local, o secretário geral da VITAS, Truong Van Cam, referiu, em conferência de imprensa, que o país foi afetado pela guerra comercial entre os EUA e a China – com as exportações de fios do Vietname para a China a diminuírem desde o início do ano. Até ao momento, o volume de negócios da indústria também cresceu menos de 9% e, de modo a atingir a meta dos 40 mil milhões de dólares em volume de negócios até ao final do ano, o crescimento terá de ser entre os 11% e 12%. Atingir este objetivo poderá incluir a realização de investimentos em sustentabilidade e a aposta na produção de artigos de alta gama durante a segunda parte do ano, como coletes, casacos e artigos para desportos de inverno. Truong Van Cam também alertou que as empresas precisam de se coordenar entre si para garantir que estão a cumprir com as regras de origem definidas nos acordos de comércio livre. Ao comentar o acordo livre comércio com a UE, o secretário geral da VITAS reconheceu que este «não irá gerar um crescimento repentino da indústria».

6Nike expande produção nos EUA

A gigante norte-americana vai investir 184 milhões de dólares (aproximadamente 165 milhões de euros) numa nova unidade em Goodyear, Arizona, de Air Manufacturing Innovation (Air MI). A renovação do edifício deverá começar já este verão e a produção das solas Nike Air no início de 2020. A nova unidade ajudará a Nike a ir de encontro à crescente procura por produtos Nike Air e poderá resultar na criação de mais de 500 postos de trabalho. A tecnologia de amortecimento da Nike está presente numa ampla gama de calçado de alta performance, como corrida ou basquetebol, assim como em alguns pares da gama de lifestyle. «A chegada da Air MI ao Arizona ajuda-nos a dar resposta à crescente procura pela tecnologia Nike Air e também aumenta a nossa presença nos EUA», considera Eric Sprunk, COO da Nike. A nova fábrica no Arizona representa o terceiro centro produtivo da gigante desportiva dedicado à Nike Air, além das atuais instalações em Oregon e Missouri, que recentemente foram também ampliadas. A nova unidade vai unir especialistas em design, engenharia e desenvolvimento de produto para pensarem e criarem aquela que será a próxima era da Nike Air. A nova instalação também dá provas do contínuo investimento da Nike em sustentabilidade. Atualmente, cada sola Nike Air contém pelo menos 50% de restos de produção, o que contribuiu para a eliminação de mais de 57 milhões de toneladas de resíduos de produção de aterros só entre maio de 2018 e maio de 2019.