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Bush apoia indústria têxtil americana

A administração Bush garantiu o seu apoio para as modificações das preferências comerciais requeridas pela indústria têxtil dos Estados Unidos, incluindo a obrigação das fábricas da América Central usarem os tecidos tingidos e acabados dos Estados Unidos para obter isenção de direitos na entrada dos Estados Unidos. Enquanto visitava a Carolina do Norte, o Secretário de Estado do Comércio dos Estados Unidos, Don Evans anunciou a formação de um “grupo de trabalho de interacção têxtil”. O grupo de trabalho vai cobrir vários aspectos sobre as prioridades comerciais, implementação do Acordo de Têxteis e Vestuário (ATC) – Agreement on Textiles and Clothing, negociação do acordo em relação aos objectivos comerciais, etc… Mais precisamente, o grupo de trabalho vai suportar as garantias feitas em Novembro pelos republicanos aos industriais têxteis, no sentido de ser aprovado o chamado Trade Promotion Authority (TPA) – Autorização para o Fomento do Comércio, reconhecendo ao Presidente Bush poder total para negociar acordos comerciais internacionais. Os legisladores republicanos na Câmara dos Representantes prometeram restringir as isenções de direitos oferecidas desde Outubro de 2000 ao vestuário da América Central. A alfândega americana autorizou temporariamente a entrada com isenção de direitos dos produtos referidos, mesmo sendo feitos de tecidos americanos mas que não tinham acabamentos feitos nos Estados Unidos. A indústria têxtil americana opôs-se fortemente a esta interpretação liberal pela alfândega dos Estados Unidos e requereu a limitação da isenção de direitos à roupa feita de tecidos acabados nos Estados Unidos. Em troca no último minuto da aprovação do TPA em Novembro, os republicanos prometeram votar nesta emenda.