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Carolina Herrera lança iniciativa solidária

Com a iniciativa “Heart for Hope”, a marca vai entregar à Cruz Vermelha 10% de todas as vendas de carteiras e acessórios feitas até 31 de dezembro, online e nas lojas físicas. A ação é uma forma de ajudar a combater a crise provocada pela pandemia.

[©Carolina Herrera]

«Este novo projeto é uma reação perante uma situação inédita, difícil de imaginar há uns meses. Perante a pandemia e antes de nos precipitarmos, quisemos analisar com cuidado a situação, atuar rápido, mas não demasiado rápido, e fazê-lo com coerência», explica Carolina A. Herrera, diretora criativa de beleza da marca e filha da fundadora da empresa ao El País.

Para Herrera trata-se de um «gesto simples», surgindo como «uma colaboração com os clientes e um convite para que eles se juntem à luta contra as consequências da pandemia».

Esta é a primeira vez que as carteiras e os acessórios da Carolina Herrera entram numa ação solidária desta envergadura, por isso mesmo a marca decidiu que tanto as suas peças icónicas – modelos como Andy, Matryoshka e Bimba – como os mais recentes Insignia, Metropolitan, Initials e Doma, sejam as protagonistas desta iniciativa.

«É uma emoção grande que as nossas carteiras, que acompanham milhares de mulheres em todo o mundo, adquiram um novo significado nestes momentos tão duros», sublinha Carolina Herrera.

A empresa adianta que é importante defender projetos com impacto social. «Carolina Herrera leva mais de uma década a colaborar com diferentes causas, como a luta contra o cancro da mama, o cuidado com as crianças ou a promoção educativa para o desenvolvimento. Este novo projeto é uma reação perante uma situação inédita e difícil de imaginar há uns meses atrás», sublinha a empresária.

De resto, Carolina Herrera garante que a campanha Heart for Hope não será algo ocasional. «Criámos uma ação que vai mais além do que o pontual: a primeira etapa deste projeto estende-se até ao final de 2020. É um plano muito ambicioso, mas temos a sorte de termos encontrado o melhor interlocutor para ele, porque poucos movimentos humanitários têm o conhecimento, a experiência e a sensatez da Cruz Vermelha, uma organização que centra a luta contra a Covid-19 na contenção da doença e na atenção às comunidades mais vulneráveis. Este projeto nasce com vontade de continuar e em sucessivas etapas gostaríamos de seguir encontrando e colaborando com outras organizações com as quais também partilhamos valores».

A empresária destaca que desde que a marca foi criada, em 1981, «sempre se assumiu com uma forte componente humana. Construiu-se a partir do trabalho e do entusiasmo da minha mãe, uma mulher que continua convencida que a elegância, a beleza e o luxo podem conjugar-se através do otimismo e da alegria de viver, conceitos que definem a marca».