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Rublo em queda lesa retalho

Os russos foram à pressa comprar carros, produtos eletrónicos e vestuário de marca, com os seus rublos em rápida desvalorização. Mas algumas empresas internacionais suspenderam o fornecimento de artigos de luxo, pelo menos até que a moeda estabilize.

Peste arrasa algodão indiano

Dois estados indianos enfrentam atualmente a primeira grande praga desde que o país adotou o algodão geneticamente modificado em 2002, suscitando preocupações sobre a vulnerabilidade das sementes produzidas em laboratório, que estão na origem da maior parte do algodão cultivado na Índia.

Mais de 100 retalhistas exigem suspensão de contratos

Grandes marcas espanholas, responsáveis por mais de 60 mil postos de trabalho, querem que o executivo de Pedro Sanchéz altere a legislação dos arrendamentos comerciais. Pedido já deu entrada no parlamento.

China em queda livre

Em fevereiro, a performance do comércio chinês foi muito pior do que aquilo que os economistas previram, com as exportações a apresentarem a queda mais acentuada dos últimos seis anos.

De volta à China

Depois de um ano particularmente difícil, as marcas de luxo aguardam ansiosamente pelo regresso às compras dos chineses em 2017. Uma retoma que está a ser preparada de antemão com o lançamento de novidades e uma oferta mais em linha com os atuais desejos dos consumidores do Império do Meio.

As origens da moda rápida

Em Inglaterra, durante a II Guerra Mundial, o vestuário, como qualquer outro artigo de primeira necessidade, foi severamente racionado. À escassez, juntava-se depois o custo crescente das roupas disponíveis. Mais do que isso, o racionamento foi aplicado não só à população, como também aos fabricantes de vestuário.

China vs. Índia – Parte 2

A China e a Índia pretendem realinhar os objetivos dos respetivos sectores de produção nacionais. Para tal, as duas economias emergentes adotam percursos distintos, distanciando-se naquele que é o rumo dos seus planos de produção domésticos.

Dólar prejudica exportações

As exportações de têxteis e vestuário dos EUA caíram 3,2% no ano passado, pressionadas pela força do dólar, bem como pelo aumento da capacidade de produção da China para produtos concorrentes aos exportados pelos americanos.

Luxo em adaptação

2016 foi um ano difícil para muitas marcas de luxo. Pela primeira vez desde a crise financeira de 2008, o mercado global de bens pessoais de luxo não cresceu, estagnando nos 249 mil milhões de euros.

Londres substitui Paris

A Cidade-luz foi trocada pela capital britânica como destino de eleição dos turistas em busca de artigos de luxo depois dos ataques terroristas e da onda de assaltos que abalaram Paris. Como resultado, o sector do luxo parisiense começa a ressentir-se.

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