Dos influenciadores criados em realidade virtual a uma maior abertura em relação à diversidade, são várias as tendências que irão definir o futuro da moda, segundo Geraldine Wharry. A analista de tendências apela às marcas que reflitam sobre qual será o seu papel num futuro que será marcado por crises climáticas.
A marca de acessórios de moda tem dados passos largos no que toca à exploração de novas matérias-primas. A internacionalização é outro dos desígnios da Marita Moreno, que está prestes a chegar ao mercado espanhol e pretende, no futuro, vender no norte da Europa e no Canadá.
Uma nova geração de consumidores está a ditar as regras e, por isso, o futuro da moda reside na capacidade das marcas serem tanto digitais quanto sustentáveis. Foi pelo menos esta a ideia defendida na conferência “O Futuro da Moda”, que decorreu ontem no Terminal de Leixões.
Um conjunto de ferramentas interativas foram lançadas na 10ª edição da Copenhagen Fashion Summit, para explorar como as atuais tendências – desde as alterações climáticas à Inteligência Artificial, passando pelo nacionalismo – podem moldar a indústria da moda no futuro.
A pouca preparação dos estudantes, a falta de equipamentos e a excessiva burocracia foram apontadas como os principais entraves ao desenvolvimento do ensino para os sectores têxtil e da moda, esta manhã, no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, em Barcelos.
Além de celebrar o cinema, o Festival de Cannes tornou-se um momento fulcral para a moda. A 72.ª edição não foi exceção, com as atrizes e modelos da atualidade a fazerem entradas triunfais, incluindo a estreia da coleção da H&M com Giambattista Valli.
Mais do que calçar sapatilhas e vestir camisolas com capuz, o streetwear é o resultado de grandes mudanças culturais que abrangeram várias formas de arte. Um novo estudo aponta que a moda de rua não é apenas uma tendência fugaz, mas sim uma influência que veio para ficar.
É um momento histórico para o grupo LVMH, que tem agora uma nova marca: a Fenty, criada pela mundialmente famosa Rihanna. Já com uma loja pop-up em Paris e com data definida para o lançamento no mundo digital, a Fenty junta-se a casas de moda como a Louis Vuitton e a Dior.
O designer português integra, pela primeira vez, o calendário oficial dos desfiles da semana da moda masculina de Milão, que decorre de 14 a 17 de junho. Com mais de 30 anos de carreira, Miguel Vieira figura junto de marcas como Armani ou Ermenegildo Zegna.
O segmento masculino está, finalmente, a ser alvo de interesse por parte dos investidores. Marcas de venda direta ao consumidor e insígnias que apostam na personalização despertam mais atenções.

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