A partir de hoje, a capital alemã abre as portas à moda ecológica e sustentável, com a Ethical Fashion Show e o Greenshowroom a acolherem cerca de 140 marcas internacionais, entre as quais oito portuguesas. A somar às novas coleções, os visitantes poderão ainda ficar a par das novidades do sector com a FashionSustain.
A feira alemã, que abre portas amanhã, está a expandir a área dedicada às empresas que oferecem soluções digitais para retalhistas de moda. Entre as novidades, a Panorama Berlin, que acolhe expositores de 90 países, incluindo nove marcas portuguesas, conta ainda com um mercado vintage e um espaço só dedicado aos ténis.
A multinacional alemã Hugo Boss está a trabalhar em sistemas que detetem erros antes que aconteçam e que otimizem o espaço nas unidades produtivas.

Moda em mudanças

A migração das compras para o canal online não para e, por consequência, as marcas têm procurado dar guarida aos seus clientes no ciberespaço. Agora mais do que nunca, a indústria da moda precisa de identificar quais as estratégias digitais capazes de garantir vantagens competitivas.
Em entrevista ao Jornal Têxtil, o designer britânico Richard Quinn explica a importância que atribui aos prémios Queen Elizabeth II Award for British Design e H&M Design Award que já conquistou na sua curta carreira e como encara o negócio da moda.
Neonyt é a nova feira da Messe Frankfurt dedicada à sustentabilidade, inovação e moda, que irá agregar as valências do Greenshowroom e do Ethical Fashion Show Berlin. As mudanças, contudo, não irão acontecer nesta edição dos certames, que se realizam de 3 a 5 de julho, ficando a estreia da Neonyt agendada para 2019.
Na muito aguardada cimeira entre EUA e Coreia do Norte, em Singapura, Donald Trump e Kim Jong-un mantiveram-se iguais a si próprios no que ao estilo diz respeito. Ao fato azul-marinho com gravata vermelha do presidente norte-americano, o “querido líder” respondeu com a austeridade do fato popularizado por Mao.
Fonte de inspiração estação após estação, há muito que os quimonos galgaram as fronteiras nipónicas. Ainda assim, no Japão, o futuro dessa herança está garantido por uma nova vaga de artesãos e empreendedores.
Depois de cinco meses de competição e três rondas de seleção, o designer japonês Masayuki Ino foi o grande vencedor do LVMH Prize, que no passado já foi entregue à dupla portuguesa Marques’Almeida. Nesta edição, o conglomerado francês do luxo entregou ainda um prémio especial ao coreano Rok Hwang.
A gigante do sourcing mundial, com uma rede de 15 mil fornecedores em 60 países e oito mil clientes em 100 países, começou a implementar as mudanças com rapidez, tendo em conta o que espera do futuro.

Mais vistas