Entre as salas de aula da ESAD e as passerelles de concursos internacionais como o The Innovative Apparel Show, em 2017, o nome de Mariana Campinho foi devidamente apresentado à indústria da moda. Recentemente, a jovem designer venceu o 2.º prémio no concurso internacional The Link 2017, em Cannes.
O fecho de ano presta-se aos mais diferentes balanços. Imbuído deste espírito, o jornal The Telegraph reuniu as novas marcas internacionais que se destacaram em 2015 e que vão certamente dar ainda mais que falar em 2016. Um périplo pelo mundo tendo a moda como guia.
Da transformação de antigas redes de pesca à redução dos desperdícios pela intervenção da tecnologia, passando pelo denim para a vida, há uma jovem geração de designers a desenhar e costurar vestuário com linhas eco-éticas.
A jovem designer, que desfila na plataforma Sangue Novo da Modalisboa, não venceu mas convenceu do seu talento o júri internacional do Concurso Europeu de Moda Rebelpin, que elogiou a coleção, já premiada internacionalmente, “Telhados de Vidro”, que Rita Sá concebeu com o patrocínio da Tintex.
Cores mais fortes, malhas e tecidos confortáveis, designs femininos, clássicos revisitados, funcionalidade e sustentabilidade são alguns dos conceitos que acompanham as tendências apontadas pelo WGSN para o vestuário de senhora para o outono-inverno 2020/2021.
O mundo dos adultos e o das crianças têm cada vez mais semelhanças, num jogo de imitação que assume cores e tendências idênticas. Para a primavera-verão 2021, o gabinete WGSN aponta para direções que têm o retro, o digital e a globalização como conceitos incontornáveis.
Luís Carvalho levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Estilista. Na cerimónia de entrega dos galardões promovidos pela Sic e pela Caras, o designer agradeceu à ModaLisboa, à equipa e à família e reforçou a sua convicção de que o sonho comanda a vida.
Apresentada em fevereiro pela dupla Carolina Costa e Cátia Fernandes, a La Mamounia acredita ter na sua coleção os coordenados-chave do guarda-roupa feminino. O vasto leque de produtos da marca tem nacionalidade portuguesa, mas já só pensa em acumular milhas nas feiras internacionais.
O ano de 2020 marca a entrada num futuro há muito aguardado. Embora sem carros voadores nem robôs humanoides, a entrada na nova década do século XXI será um ponto de viragem que irá influenciar as tendências nos têxteis e na moda em geral.
A plataforma digital fundada pelo empresário José Neves inaugurou ontem o seu Centro de Operações Criativas no Avepark, um espaço com uma área próxima dos oito mil metros quadrados que irá permitir à Farfetch processar diariamente 4.000 artigos.

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