À semelhança de Paris, Tóquio e Londres, Nova Iorque é reconhecida por ser um dos centros mundiais de cultura, moda e arte. No entanto, as atenções de marcas como a Ermenegildo Zegna estão a voltar-se para a China, onde residem os maiores consumidores de artigos de luxo.
O gigante americano do comércio eletrónico está determinado em seduzir o sector da moda, desenvolvendo e ampliando as ferramentas necessários à sedimentação da sua presença junto das várias entidades da indústria e público recetor.
Ainda não chegaram aos 30, gerem marcas próprias que desfilam na plataforma de talento emergente do Portugal Fashion, participam em iniciativas promocionais além-fronteiras e querem continuar a crescer – precisam da indústria têxtil nacional para tudo isso, declaram.
Foi o “Homem do Ano” na categoria de designer de moda em 2016 para a GQ Portugal, ganhou o Globo de Ouro de melhor estilista em 2017 e começa o novo ano arrecadando um prémio de prestígio internacional, o OpenMyMed 2018.

Estação eclética

A 37ª edição do Portugal Fashion celebrou a pluralidade. Mais de 30 desfiles marcaram os 20 anos do certame em propostas ecléticas que demonstraram não só a constante capacidade de reinvenção da fileira moda nacional, mas também a visão de futuro das gerações de criativos atuais. Criadores, marcas e jovens designers deixaram nos diferentes palcos, entre Lisboa e Porto, as suas propostas para a primavera-verão 2016.
A Arket, o mais recente membro da família Hennes & Mauritz, está a fazer da transparência online a sua força-motriz. Aproximadamente 10 anos depois de ter começado a alargar o seu portefólio de marcas, a H&M inaugurou há dias a nova cadeia retalhista.
As idas às compras fazem-se, cada vez mais, através de diversos ecrãs, dos computadores aos telemóveis, e começam bastante antes da aquisição efetiva, com pesquisas constantes. Há, por isso, lojas físicas que criaram áreas especiais para os consumidores relaxarem e pesquisarem tudo o que quiserem.
A partir de hoje, e até domingo, a moda enche a capital com as propostas de criadores nacionais e internacionais para o outono-inverno 2015/2016. Com três passerelles em plena baixa lisboeta, nesta 44.ª edição a ModaLisboa promete espicaçar a curiosidade necessária para garantir o futuro da moda.
O calendário nova-iorquino dedicado ao outono-inverno 2017/2018 reservava um dos desfiles mais aguardados da estação: a estreia de Raf Simons no leme criativo da Calvin Klein. Entretanto, a orbitar a antecipada mostra estiveram outras passerelles marcantes, muitas delas carregadas de mensagens políticas e sociais, entre o movimento anti-Donald Trump e o novo feminismo.
Nos últimos anos, a Farfetch transformou-se num polvo cujos tentáculos alcançam já 400 boutiques e mais de 100 marcas à volta do globo, mas, ao contrário da maioria das startups, a criação do empresário português José Neves não está à procura de secar tudo à sua volta, mas a tentar desbravar caminho.

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