Sem estação do ano, uma marca de homens – e de algumas mulheres «seguras do seu estilo». É assim que Denise Lemos, define A Indústria, uma insígnia 100% portuguesa, que acaba de inaugurar um espaço na Embaixada do Príncipe Real, em Lisboa.

Moda responsiva

O design responsivo estende-se agora ao universo da moda e do vestuário com a mais recente colaboração entre a marca Chromat e a gigante tecnológico Intel, que promete dar um novo uso às peças do quotidiano.
Agora que, em Paris, a comunidade moda internacional se começa a despedir da azáfama dos desfiles e apresentações das coleções dedicadas ao outono-inverno 2017/2018, é tempo de rever Milão e as propostas de nomes como Gucci, Versace, Fendi e Prada ou, fora do calendário oficial, da Dolce & Gabbana e de selecionar as tendências-chave da passerelle milanesa.

Moda no estado vegan

O vegan emerge como a nova grande tendência na indústria da moda, reunindo um número crescente de adeptos entre os consumidores e marcas vanguardistas, que reconhecem nesta alternativa ao couro e peles o rumo a seguir.
Considerando o bom momento da moda masculina que, de acordo com dados do Euromonitor, deverá alcançar os 457 mil milhões de dólares (aproximadamente 411 mil milhões de euros) em 2020, os portais da especialidade têm concentrado as atenções nos exemplos de sucesso do segmento, deixando as coordenadas para a próxima geração do menswear.
Das várias cores que se intersetam no mesmo look à força do vermelho, dos casacos-edredão na Preen aos padrões da Marques’Almeida, sem esquecer as golas artísticas da Burberry, a semana de moda de Londres continuou a explorar o seu lado experimental e eclético, reinventando peças clássicas do guarda-roupa feminino pelas mãos de designers emergentes e consagrados.
O percurso de Hugo Costa dentro do calendário do Portugal Fashion já conheceu vários estádios. Começou no espaço Bloom dedicado ao talento emergente, transitou para a passerelle principal em desfiles coletivos e, na última edição, a atuação aconteceu a solo. “Metamorphosis”, o nome dado à mais recente coleção, simultaneamente revê o caminho trilhado e deixa perceber que as mudanças não se ficam por aqui.
Consumo sem género ou nova masculinidade são apenas duas das recentes entradas do dicionário do menswear. Designers como Miguel Vieira, Júlio Torcato ou Alexandra Moura têm vindo a atualizar o seu vocabulário, mas estarão a falar a mesma língua do homem atual e a capitalizar com o crescimento das vendas do segmento?
Os universos criativos de Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat e Jimi Hendrix estão a ser visitados por designers e marcas com as missões de aproximar a moda da arte e o passado do futuro.
Deverá uma feminista explorar a velha arte da sedução? Ou a aposta em peças de roupa sensuais faz dela um objeto sexual? De acordo com a mais recente coleção de pronto-a-vestir feminino da Prada, apresentada em Milão no passado dia 23 de fevereiro, o feminismo e a sensualidade não se excluem e podem caminhar lado a lado.

Mais vistas